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Porquê apostar numa caça à perdiz sustentável?

De acordo com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), a actividade cinegética no nosso país, como a caça à perdiz, não está a ser regulada, nem praticada de forma sustentável. A SPEA já tentou resolver esta irregularidade, pedindo «mais rigor e responsabilidade» ao Ministério da Agricultura. A Sociedade enviou, inclusive, uma Carta Aberta a este órgão para pedir avanços para uma caça sustentável.

caca a perdiz

Quais são as principais vantagens da caça à perdiz e a outras espécies de forma sustentável?

Nessa Carta Aberta, a SPEA entende que o sector da caça à perdiz, entre muitas outras espécies, continua a desenvolver «práticas nocivas e ultrapassadas» tanto para essa actividade, como para a Natureza. Logo, ficam em causa o interesse público e o futuro da caça.

Por outro lado, esta Sociedade acredita que a caça é um recurso natural e, por esse motivo, tem de ser gerida sustentavelmente para que traga vantagens sociais e económicas. Além disso, a caça sustentável também teria um papel de relevo para proteger as aves e a biodiversidade.

A vontade de implementar uma caça à perdiz mais sustentável, sem esquecer as outras espécies, ultrapassa as tentativas de contacto com o Ministério da Agricultura. Por exemplo, em Novembro de 2011, a SPEA fez um apelo para que o Governo dos Açores adoptasse medidas de emergência. É o caso da proibição da utilização de munições com chumbo nas áreas húmidas.

«O arquipélago dos Açores é um dos poucos territórios da Europa que ainda desenvolve a prática da caça às aves aquáticas através deste tipo de munições, o que põe em risco não só as populações de espécies cinegéticas, mas também a qualidade dos recursos hídricos», escreveu a SPEA em outra Carta Aberta. Sendo assim, existe uma contaminação dos solos, da água, dos patos e dos consumidores dessas peças de caça.

Logo, a Sociedade exigia a erradicação do problema do saturnismo, isto é, do envenenamento de aves aquáticas através de chumbo, devido ao uso de cartuchos que contêm este metal.

Gestão da caça tem melhorado nos últimos 20 anos

O coordenador do Departamento de Conservação Terrestre do SPEA, Domingos Leitão, crê que este é apenas um exemplo da falta de uma maior consciência da necessidade de desenvolver uma caça sustentável no nosso país pelos próprios caçadores e confederações.

Domingos Leitão não está sozinho. O especialista em conservação da Natureza e caça João Bugalho também concorda que a caça sustentável pode ser bastante vantajosa. Porém, para João Bugalho, o cenário tem melhorado: «Após uns tempos caóticos, considero que a gestão da caça tem evoluído bastante nos últimos 20 anos. Nalgumas associações e áreas de caça turística, existe um nível de gestão muito positivo», afirma João Bugalho.

A Quinta dos Penedinhos cria aves para a actividade da caça à perdiz por praticantes exigentes e que apoiam uma actividade sustentável. Envie as suas questões para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Coelhos bravos: caça furtiva está a aumentar em Portugal

De 2014 para 2015, houve uma subida de 18.7% nos crimes relacionados com a caça furtiva em Portugal, uma prática que afecta inúmeras espécies, como os coelhos bravos. As informações enviadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) à Agência Lusa ainda demonstram que houve uma descida nas contraordenações aplicadas.

coelho bravo

Caça furtiva a coelhos bravos continua a ser uma tendência em 2016

Os crimes registados passaram de 157 (em 2014) para 193 (em 2015). Pelo contrário, houve 505 contraordenações no ano passado, ou seja, menos 37, em comparação com 2014.

O exercício da caça em áreas que não têm o consentimento do proprietário é um dos crimes mais comuns. Mas há mais: desde caçar com meios que não são permitidos (como armadilhas, laços e iluminação das presas) a praticar esta actividade em zonas protegidas. É o caso das áreas próximas de habitações e de estradas.

Por outro lado, as contraordenações têm se focado mais no transporte de armas que não se encontram devidamente condicionadas, na falta de documentos numa fiscalização e na criação de espécies cinegéticas em cativeiro, sem que haja um licenciamento respectivo.

A tendência de subida da caça furtiva parece manter-se em 2016. Entre Janeiro e Junho, já se assinalaram 172 contraordenações e 87 crimes. Até agora, Braga é o distrito com um maior registo de ocorrências: houve 20 actos de caça furtiva. Em 2015, o topo da tabela foi ocupado por Beja, onde se registou 30 crimes.

Mas nem tudo são más notícias: os distritos de Santarém e de Portalegre ainda não registaram qualquer ocorrência de caça furtiva em 2016.

Necessidade financeira está na origem do aumento da caça furtiva

A caça furtiva de coelhos bravos e de outras espécies está em franco crescimento no nosso país sobretudo a partir de 2014. Por exemplo, nesse ano, em três áreas de caça próximas de Tomar, os guardas da Federação Portuguesa de Caçadores (FPC) descobriram, num único mês, 600 armadilhas montadas.

«É comum encontrarmos animais amputados, que conseguiram fugir, mas deixaram um membro preso. Há ainda muitos animais a morrer à sede e à fome, porque quem monta as armadilhas esquece-se de verificar se existe alguma presa», contou na altura Hélder Ramos.

Para o Presidente da FPC, há dois motivos para que a caça furtiva a coelhos bravos (e não só) se esteja a transformar cada vez mais num fenómeno recorrente: a falta de vigilância e a necessidade financeira desses caçadores.

O secretário-geral da Associação Nacional de Proprietários e Produtores de Caça (ANPC), João Carvalho, partilhou este ponto de vista: «Infelizmente, temos verificado o ressurgimento destas situações, que já se encontravam controladas. Há uma maior quantidade de caça furtiva, seja por laço, por armadilha ou a tiro».

Fonte: Notícias ao Minuto

A Quinta dos Penedinhos aposta na criação de coelhos bravos para projectos legais de repovoamento de zonas de caça. Ligue-nos para 914 563 661

Caça à perdiz ressente-se com redução de profissionais

Foi no passado mês de Março que se encerrou a época da caça à perdiz, ao javali e ao coelho bravo e o presidente da Federação Portuguesa de Caça (FENCAÇA), Jacinto Amaro, aproveitou para fazer uma reflexão sobre a situação actual desta prática no nosso país. O dirigente associativo sublinhou principalmente a perda de «mais de metade dos caçadores».

Saiba mais sobre caça à perdiz, através do site da Quinta dos Penedinhos

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Época da caça à perdiz 2015/2016 decorreu sem sobressaltos

Por um lado, o balanço de mais uma época foi positivo: de acordo com Jacinto Amaro, a actividade da caça à perdiz – e de outras espécies – não sofreu quaisquer sobressaltos ou acidentes.

Por outro lado, o presidente da FENCAÇA alertou para uma nova estirpe do vírus, que causa a doença hemorrágica viral e está a destruir a população de coelho bravo. «Trata-se de uma das espécies mais emblemáticas e é aquela que mais dá jornadas de caça e desperta as maiores paixões», lamenta Jacinto Amaro.

Quanto à caça à perdiz e aos tordos, o dirigente considera que esta foi uma época atípica: «Houve áreas em que as perdizes tiveram uma melhor criação, mas, no geral, não foi um ano muito bom. Talvez tenha sido superior à época do ano passado, mas ainda está bem distante dos bons anos de migração».

O cenário é diferente na caça ao javali: «Continua a ser uma espécie que se tem reproduzido massivamente. Em algumas áreas, até tem causado problemas e prejuízos tanto na agricultura, como na caça menor».

Peça mais informações sobre a caça em Portugal. Visite-nos na Qta. dos Penedinhos, s/n, Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar

Taxas estão a reduzir o número de caçadores

Jacinto Amaro ainda destaca a redução do número de caçadores. A FENCAÇA aponta as taxas sobre as zonas da caça como um dos principais motivos para esta perda progressiva.

Em declarações à Agência Lusa, em Agosto de 2015, Jacinto Amaro já tinha afirmado que, de ano para ano, existe uma redução de 10 mil caçadores. Na altura, o dirigente associativo não poupou críticas ao Governo PSD/CDS-PP: «É o pior Executivo que já tivemos nos últimos 25 anos. Se continuar assim, a caça está em risco de acabar».

Segundo Jacinto Amaro, as taxas aumentam todos os anos e o Estado não dá nada em troca. De acordo com os dados disponibilizados pela FENCAÇA, em 2014, o Governo arrecadou 10 milhões de euros nas taxas das áreas de caça e na licença anual para caçar. Só que essa quantia nem sequer é investida em sectores de interesse para os profissionais, como a formação de caçadores, a fiscalização ou a investigação centrada em doenças das espécies.

«Neste momento, estamos a tentar que o Governo actual minimize os efeitos negativos deixados pelo Executivo anterior», conclui Jacinto Amaro, no balanço de 2015/2016. 

A Quinta dos Penedinhos disponibiliza boas condições para a caça à perdiz. Contacte-nos pelo 91 456 36 61

Fonte: Rádio Campanário

Criação de coelhos traz vantagens na nossa alimentação

A criação de coelhos, também conhecida como Cunicultura, tem uma finalidade óbvia: testar as aptidões de caça, devido à notável capacidade de enfiamento e à velocidade de fuga destes roedores. No entanto, a criação de coelhos é igualmente popular, graças à gama de qualidades associada à carne branca deste tipo de animais.

Saiba mais sobre criação de coelhos, através do site da Quinta dos Penedinhos

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Porquê apostar na criação de coelhos para fins alimentares?

  • É uma carne branca e macia.
  • Conta com muitas proteínas de boa qualidade e com um reduzido teor de colesterol e de gordura. Logo, é aconselhável o consumo para quem necessita de baixar os seus níveis de gordura e de colesterol e para doentes cardiovasculares, sendo um bom substituto da carne vermelha.
  • É uma excelente fonte de vitaminas B6, B3 e B12, para além de incluir fósforo, potássio e ferro.
  • Contém «gorduras boas». É o caso do ácido gordo Ómega 3. A lembrar que os ácidos graxos polinsaturados têm capacidade para favorecer o sistema imunitário. Portanto, muitos especialistas em nutrição recomendam a introdução da carne de coelho numa dieta.
  • É especialmente aconselhável no período da infância em que o sistema digestivo é mais sensível a alergias e bastante imaturo. A carne de coelho deve ser inserida numa sopa de legumes.
  • Possui duas vezes mais cálcio, se compararmos com a carne bovina. Por esse motivo, torna-se num importante aliado para o combate à osteoporose.
  • É suculenta.
  • Proporciona uma fácil degustação – daí que seja recomendável para todos os consumidores, independentemente da sua faixa etária, mas especialmente para as crianças, os idosos e pacientes com problemas de estômago.
  • Há um reduzido teor de sódio e um baixo nível de ácido úrico, em comparação com as carnes vermelhas – sendo um ingrediente de relevo para pacientes com hiperuricemia.
  • Tem uma fácil confecção.

Peça mais informações sobre coelho bravo. Visite-nos na Qta. dos Penedinhos, s/n, Casal da Feiteira, Pedra Furada – 2715-614 Montelavar

Associação Portuguesa de Cunicultura organizou jantar para comprovar os benefícios da carne de coelho

Para além das vantagens nutricionais, a carne de coelho ainda é saborosa. Uma evidência disso é o evento organizado pela Associação Portuguesa de Cunicultura, em Outubro de 2015. Preparada pelo chef Hélio Loureiro, a ementa incluiu um crocante de coelho, acompanhado por favas e enchidos da região transmontana. O prato principal foi uma coxa de coelho sobre um puré de batata doce e castanhas.

Numa entrevista para o canal TVI, o chef afirma que recorre constantemente à criação de coelhos para inserir a carne branca em diversas combinações: «Não nos podemos esquecer que é uma carne óptima, muito saborosa e que faz parte da nossa tradição culinária. Por todos estes motivos, acredito que devemos investir cada vez mais neste produto».

A Quinta dos Penedinhos conta com as melhores condições para a criação de coelhos, entre outros animais. Contacte-nos pelo número 91 456 36 61

Fonte: TVI24

Venda de coelhos para criação em crescimento

A venda de coelhos tem se revelado um negócio lucrativo, visto que há muitos clientes a investir na criação destes animais. Logo, reconhece-se que a Cunicultura é uma aposta repleta de vantagens, devido, sobretudo, às próprias características dos coelhos.
Por exemplo, estes roedores distinguem-se por serem prolíferos, conseguindo procriar num espaço de tempo pequeno. Como o seu ciclo de produção é curto, a criação de coelhos torna-se numa boa fonte de lucro. 

Saiba mais sobre venda de coelhos, através da Quinta dos Penedinhos

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Venda de coelhos para criação é muito procurada por pequenos agricultores

Através da Cunicultura, consegue-se também extrair carne dos coelhos, uma prática recorrente junto dos pequenos agricultores e que tem o consumo próprio como principal finalidade.

Estes trabalhadores do campo preferem investir na criação dos roedores, visto que estes requerem somente uma área reduzida – cada coelho ocupa 3600 centímetros quadrados, aproximadamente. Por isso, para alimentar uma família, seria necessário construir uma área de seis metros quadrados. Os animais também podem ser criados em gaiolas, com 60 cm de largura, 80 cm de comprimento e 45 cm de altura.

A destacar ainda que a carne dos coelhos apresenta uma elevada quantidade de nutrientes, incluindo os minerais, as vitaminas e as fibras. Em comparação com a carne bovina, tem uma maior percentagem de proteínas. Em compensação, há muito menos de metade de gordura – por esse motivo, contribui para um reduzido nível de colesterol.

Esta é apenas uma das principais razões para que esta carne seja considerada pelos especialistas em culinária como um «ingrediente nobre».

A alimentação dos coelhos também não é um problema para os pequenos agricultores. Além de ser possível aproveitar os restos da horta, os roedores podem ingerir forragens. É o caso da aveia.

No geral, o regime alimentar dos coelhos é acessível, uma vez que integra produtos que se encontram em toda a parte, nomeadamente os grãos de cereais.

Peça mais informações sobre criação de coelhos. Contacte-nos pelo e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais é que são as outras vantagens da Cunicultura?

A venda de coelhos para criação está igualmente em voga, porque é possível aproveitar quase tudo destes animais, para além da carne:

. Através da Cunicultura, obtém-se uma pele que pode ser utilizada por profissionais da costura para compor uma lã confortável e macia, aplicável nos mais diversos vestuários. Para isso, a pele deve ser retirada com muito cuidado.

. Através da Cunicultura, obtém-se vísceras que podem ser utilizadas para a produção de farinha, um ingrediente com um alto valor nutricional e que, inclusive, é recomendado por especialistas em nutrição e em saúde.

. Através da Cunicultura, obtém-se urina e fezes que podem ser utilizadas como um adubo para estimular o crescimento de diversas flores, plantas e hortaliças.

A Quinta dos Penedinhos tem um serviço de venda de coelhos. Ligue-nos para o número 914 563 661

Caça ao coelho bravo na Serra da Malcata em polémica

No passado mês de Fevereiro, o Governo aprovou uma portaria que possibilita a caça na área sul da Reserva Natural da Serra da Malcata. Esta decisão tem sido polémica: por exemplo, a Quercus acredita que esta tutela coloca em risco a recuperação do veado, do corço e do coelho bravo.

Saiba mais sobre coelho bravo, através da Quinta dos Penedinhos

                          coelho bravo

Ministério do Ambiente defende que a caça ao coelho bravo traz vantagens para o ordenamento territorial

Após 23 anos, regressa a «licença para caçar» na zona sul da Reserva Natural da Serra da Malcata, localizada na Beira Interior. De acordo com a portaria publicada a 8 de Fevereiro de 2016, a interdição da prática cinegética foi revogada num dos habitats históricos de permanência do lince-ibérico, uma espécie que se encontra em perigo de extinção.

Para o Ministério do Ambiente, esta tomada de posição é um reconhecimento das vantagens do ordenamento cinegético e da relevância da actividade da caça como um meio de utilização sustentável dos recursos naturais no ordenamento do território e nas diversas políticas sectoriais.

A revogação tem causado bastante polémica. O PAN contestou esta decisão – «um retrocesso civilizacional», sem fundamentação política e científica – e pediu uma audição «urgente» no Parlamento com o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes.

Para a Quercus, a portaria não conta com fundamentação científica, sendo um perigo para a recuperação de espécies. É o caso do lobo, do abutre-preto ou do lince. Os ambientalistas afirmam que existe uma sobreposição dos interesses da caça ao coelho bravo, por exemplo, aos da conservação da biodiversidade.

Peça mais informações sobre caça, recorrendo à Quinta dos Penedinhos. Envie-nos um e-mail para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Bloco de Esquerda opõe-se à revogação

A Quercus acrescenta que esta área protegida enfrenta sérios problemas de caça furtiva, para além de dificuldades de vigilância e de fiscalização que, na sua opinião, poderão ser potencialmente agravados. Por último, os ambientalistas acreditam que esta decisão aumentará o risco para o Plano Nacional de Reintrodução do Lince Ibérico, um programa com um investimento de milhões de euros.

Entretanto, no passado mês de Abril, aconteceu a aprovação dos projectos de resolução do PAN e do Bloco de Esquerda, com abstenção do PS, votos contra do deputado socialista Ascenso Simões e do CDS e votos a favor dos outros partidos. 

A lembrar que a Serra da Malcata era um dos únicos espaços do país em que ainda se encontrava interdita a actividade cinegética. A caça é uma prática autorizada em cerca de 80% do território português.

A Reserva Natural da Serra da Malcata foi criada em 1981 para a protecção do lince-ibérico, que, na década de 80, já era uma espécie com um elevado risco de extinção. 

A Quinta dos Penedinhos tem condições singulares para reproduzir o habitat natural do coelho bravo. Ligue-nos para 914 563 661

Fonte: Expresso

O Papel do Coelho Bravo na Preservação do Lince Ibérico

A importância do coelho bravo tem sido um tema que tem dado azo a uma discussão aberta sobre as áreas carenciadas da espécie, mais especificamente sobre a necessidade urgente de repovoar as mesmas, não só para só para efeitos de caça, mas também para efeitos de preservação de espécies ameaçadas, como é o caso do lince ibérico. coelho bravo

O lince ibérico é uma espécie endémica da Península Ibérica e, ao longo de várias décadas, esteve em declínio, fruto da extensa caça que se registou no século XX, bem como devido à privação de fontes de alimentos que outrora abundavam. Atualmente, o lince ibérico ainda é a espécie felina mais ameaçada do mundo, contudo, a tendência tem vindo a mudar, registando paulatinamente um aumento no seu número, devido aos esforços de várias entidades, particulares e oficiais, para conservar a espécie.

O coelho bravo, por sua vez, é uma espécie também bastante importante para os ecossistemas mediterrânicos, todavia, devido à sua proliferação, no passado recente, foi uma espécie amplamente caçada. Esta espécie frequenta muitos habitats semelhantes aos linces, porém, o seu papel vai muito para além desta coexistência.

A relação entre o coelho bravo e o lince ibérico

O coelho comum, como é também designado popularmente esta espécie, faz parte da alimentação de vários predadores, entre os quais está o lince ibérico. Na realidade, a principal fonte de alimentação deste último é mesmo é o coelho comum, representado cerca de 80% da sua dieta. Além disso, a espécie revela pouca propensão ou capacidade de consumir outro tipo de alimentos, uma dependência que, a par de outros fatores, como a caça ilegal, redução e alteração do espaço do seu habitat natural, eclosão de doenças e de acidentes, veio reduzir significativamente os seus números.

No entanto, a reprodução em cativeiro de ambas as espécies, em simultâneo com outras medidas implementadas para proteção das mesmas em solo ibérico, veio alterar o paradigma verificado, resultando na criação de condições para as duas espécies subsistirem, num crescimento sustentado dos seus números, para assegurar o presente e, naturalmente, o futuro, para que as gerações vindouras também possam usufruir das mesmas.

A importância da reprodução do coelho bravo num ambiente controlado

Ações de conservação, como as resultantes de programas de reprodução em cativeiro, bem como os programas de reintrodução nos habitats naturais, têm vindo a permitir aumentar os números do lince ibérico, o que não poderia ser possível sem a reintrodução do coelho bravo, a sua principal fonte de alimento e, por isso, a base da sua subsistência.

Nessa ótica, a criação deste coelho em ambientes controlados e sem predadores, como os proporcionados por reservas naturais, permitem reproduzir o habitat natural dos mesmos, preparando-lhes para a reintrodução, bem como possibilitando a criação de coelhos saudáveis, independentemente da sua finalidade.

A Quinta dos Penedinhos dispõe de instalações únicas para a criação do coelho bravo, de forma a proporcionar uma solução sustentável de repovoamento de zonas carenciadas da espécie, quer de zonas de caça, quer de habitats de espécies ameaçadas, por isso, se procura uma solução análoga, entre em contacto connosco, para que lhe possamos ajudar.

Aspetos a Ter em Conta na Criação de Coelhos Bravos

A criação de coelhos bravos é uma atividade bastante importante, especialmente para fins de repovoamento, quando se constata que a espécie desapareceu de uma determinada zona antes fortemente povoada pela mesma ou, porventura, quando atividades como a caça ou o surgimento de doenças, como o vírus hemorrágico, dizimaram a sua população.

O assunto assume uma maior preponderância devido à importância que a espécie representa para os ecossistemas mediterrânicos, onde a mesma, além de ser objeto de caça do homem, é também uma das principais presas de espécies em perigo de extinção, como é o caso do Lince-ibérico ou mesmo da Águia-imperial-ibérica.

No que concerne à criação de coelhos bravos, existem, por isso, vários aspetos a ter em conta, os quais estão invariavelmente ligados aos cuidados a ter com a espécie, de forma a otimizar os processos de reprodução e manutenção da mesma.

criação de coelhos

Cuidados básicos a ter na criação de coelhos bravos

No processo de criação destes coelhos, um aspeto que não pode ser descurado é o habitat desses animais, pois não devem ser enclausurados. O coelho bravo típico da Europa ocupa essencialmente áreas como os campos, parques e outras zonas arborizadas. Nesse sentido, são abundantes nas pastagens que caracterizam o panorama paisagístico da Península Ibérica, em particular, em Portugal, cujos solos lhes permitem fazer extensas tocas, bem drenadas, e os arbustos lhes conferem alguma proteção. Por isso, este enquadramento é fulcral para se criar estes animais.

A alimentação dos mesmos é pois, outro aspeto a estar atento. Como herbívoros, estes animais têm uma dieta baseada em ervas, arbustos herbáceos e afins. Quando estão livres, os coelhos podem inclusive comer toda a matéria vegetal e roer a casca de árvores, especialmente no inverno. Se o ambiente não for ameaçador para o coelho, ele pode ficar ao relento durante várias horas, pastando ocasionalmente, mas é importante garantir que os mesmos têm sempre alimentos no ambiente circundante.

Com o habitat adequado e com fontes de alimentação ao seu dispor, estão criadas as condições básicas para reprodução, o que é essencial no processo de criação dos coelhos. Normalmente, os coelhos ganham maturidade sexual depois de somente alguns meses, período após o qual eles reproduzem-se rapidamente, fomentando assim quaisquer potenciais propósitos de aumentar a colónia.

A criação de coelhos bravos como solução de repovoamento

É inegável que a população dos coelhos bravos desceu significativamente nos últimos 50 anos na Península Ibérica e, devido à sua importância, a criação de coelhos bravos num ambiente controlado e favorável ao seu desenvolvimento surge como a solução a enveredar para repovoar as áreas mais carenciadas da espécie.

As técnicas aplicadas no repovoamento, associadas à qualidade dos coelhos bravos criados numa atmosfera saudável apropriada aos mesmos, têm permitido repovoar diversas zonas em Portugal e em Espanha afligidas por este problema, através de uma solução sustentável de criação de populações de coelhos, que pode assim permitir gerir mais apropriadamente os alimentos das próprias espécies ameaçadas, como as veiculadas acima, com a reintrodução destes animais num habitat próximo àquele em que foram criados.

São com esses cuidados na criação de coelhos bravos e na preocupação de soluções sustentáveis de repovoamento que a Quinta dos Penedinhos pauta o seu trabalho, por isso, se gostaria de saber mais informações, entre em contacto connosco.

Oito regras para treinar o cão na caça a perdiz

É verdade que os cães têm uma tendência natural para perseguir, caçar e farejar. No entanto, é sempre possível realçar o entusiasmo por essas actividades, nomeadamente para a caça a perdiz. Antes de mais, é importante começar os treinos enquanto o animal for jovem (iniciando as actividades a partir dos três meses de idade). Contudo, há algumas regras que podem ser igualmente seguidas, mesmo quando os cães já contam com alguma idade. caça a perdiz

 

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Treino de cães para a caça a perdiz: a importância dos comandos de obediência básicos

Em primeiro lugar, fique a saber que a repetição é a chave para um treino bem sucedido de um cão para a caça a perdiz. Daí que seja tão essencial ter paciência e perseverança e ainda elogiar o animal sempre que este executa uma tarefa de uma forma correcta, o que acaba por estimulá-lo para voltar a fazer essa actividade vezes e vezes sem conta para aprimorar.

Como é óbvio, o ambiente em que ocorre o treino tem de ser aberto, seguro e cercado. Sendo assim, pouco menos de meio hectare deve ser suficiente para esta prática. Uma quinta ou um jardim grandes são outras opções.

Por outro lado, é obrigatório que o treino seja pontuado por uns comandos de obediência básicos, como «ficar» e «sentar». Só depois de o cão seguir esses comandos é que se pode começar a habituar o animal a outras versões um pouco mais complexas.

 

Peça mais informações sobre caça, recorrendo à equipa da Quinta do Penedinho

 

Conheça mais dicas importantes para treinar cães na caça a perdiz:

. Olfacto – este sentido é bastante importante para a caça a perdiz. A não esquecer que aqueles cães que são treinados para identificar com o cheiro têm uma maior capacidade de localizar as suas presas, em comparação com o sentido da visão. Por esse motivo, o olfacto tem de ser muito treinado. Logo, mal consiga apanhar o pássaro, permita que o cão o cheire bem para que haja um posterior reconhecimento.

. Imitação – é verdade: os cães também gostam de ser uns autênticos «macaquinhos de imitação». Então, é um conselho precioso deixar o cão correr com outros que já se encontrem treinados para imitar o comportamento desses animais.

. Recompensa positiva – não basta elogiar. É preciso recompensar o cão, quando este faz um bom trabalho. Esta é uma etapa importante, tendo em conta que o cachorro pretende sempre agradar o dono e, se entender que a brincadeira de caçar uma perdiz satisfaz o seu parceiro e, por isso, traz recompensas, irá fazê-la com muita mais vontade.

. Tiros… só longe do cão – pelo menos nos primeiros tempos para não assustar o animal.

 

 Siga estes conselhos e faça uma produtiva caça a perdiz, graças à Quinta dos Penedinhos

Cuidados de higiene obrigatórios na criação de coelhos

A higiene é um factor que não pode faltar numa criação de coelhos de extrema qualidade. Afinal de contas, as doenças dos animais são os maiores empecilhos para uma correcta exploração. Daí que seja tão importante seguir alguns fundamentos essenciais para assegurar uma máxima higiene de cada um dos animais para que se consiga evitar ou diminuir os problemas patológicos, garantindo-se, ao mesmo tempo, o desempenho produtivo de todos os coelhos. criação de coelhos

 

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Criação de coelhos: como dar banho a estes animais?

É verdade que os coelhos costumam lamber-se na maior parte do dia, no entanto esse acto não é suficiente para uma boa higiene. Por exemplo, é importante que as unhas dos coelhos sejam cortadas de seis em seis semanas. Recorra a um veterinário, caso seja necessário. Atenção: somente a parte branca da unha é que deve ser cortada.

Ao contrário do que se podia imaginar, não é aconselhável dar banho aos coelhos, embora, por vezes, não haja mais nenhuma alternativa para que se consiga garantir a total limpeza de cada um dos animais. Nestes casos, o melhor é só dar banho duas vezes por ano. A verdade é que esta actividade higiénica provoca muito stress aos coelhos, além de causar a destruição da sua camada natural.

Sendo assim, é aconselhável recorrer a um pano macio que esteja molhado com água morna e vinagre branco. Evite molhar os focinhos dos animais: dessa forma, não entra sabão nas orelhas, na boca, no nariz e nos olhos. Como é óbvio, esta actividade exige muito tempo e paciência. A acrescentar que o banho não deve ser tomado em épocas de maior frio e que a temperatura da água tem de ser morna.

Quanto ao champô, é obrigatório que este seja um produto específico para coelhos ou, em alternativa, um champô com pH neutro para bebés.

 

Peça mais informações sobre higiene animal, recorrendo à Quinta dos Penedinhos

 

Conheça mais conselhos importantes para assegurar uma correcta higiene dos coelhos:

. Na criação de coelhos com um pêlo longo, estes animais têm de ser tosquiados de dois em dois meses e meio. Por outro lado, o melhor é escová-los duas vezes por semana, uma vez que a maior parte dos coelhos troca de pêlo duas vezes por ano.

. A limpeza do espaço é essencial. Por isso, não há nada como evitar o crescimento da vegetação espontânea e a acumulação de fezes: afinal, estas duas fontes podem contribuir para a proliferação de insectos e de outros animais que podem trazer sérias doenças.

. Após o banho, é necessário enxaguar bem o sabão e secar através de uma toalha até que os coelhos fiquem inteiramente secos. É altamente desaconselhável recorrer a um secador, o que até poderia assustar os animais. De resto, é possível que o ar quente irrite os seus olhos.

A Quinta dos Penedinhos segue regras de higiene na sua criação de coelhos