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Conselhos para caçar coelho bravo com a máxima segurança

A caça ao coelho bravo é uma prática que exige uma série de cuidados para que seja feita de forma segura. Alguns dos principais aspectos são: utilizar óculos de segurança, reconhecer sinais de doença nos animais e vestir um colete com uma cor garrida.

Sabia que a criação de coelho bravo na Quinta dos Penedinhos também conta com importantes parâmetros de segurança? Os nossos profissionais asseguram uma prática rigorosa de gestão sanitária. Conheça melhor o trabalho da Quinta dos Penedinhos, ligando-nos para o número 914 563 661.

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Caça ao coelho bravo: porque é importante vestir camisas de mangas compridas?

A utilização de um equipamento de segurança adequado é um dos conselhos de maior relevo. Vejamos o caso das peças de roupa, que têm de incluir um elemento chamativo, como por exemplo uma cor vistosa, nomeadamente o laranja. Desta maneira cada caçador destaca-se dos outros no seu grupo e até doutros grupos que estejam à procura de coelhos.

Além disso, é importante optar por camisas de mangas compridas e calças. Com estas opções consegue proteger-se de obstáculos cortantes, nomeadamente das silvas.

Não se esqueça de levar muita água e estojos de primeiros socorros, principalmente se a caça ao coelho bravo estiver programada para se prolongar durante vários dias.

Quer conhecer melhor estes e outros conselhos de segurança para as suas caçadas? Conte com a Quinta dos Penedinhos. Envie-nos as suas dúvidas para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais são os outros importantes conselhos de segurança na caça ao coelho bravo?

• Contar com óculos de segurança e tampões para os ouvidos – ambos os acessórios devem ser utilizados sempre que estiver a atirar.

• Reconhecer sinais de doença nos coelhos – esta é uma dica especialmente importante para aqueles que pretendem caçar para comer. Como estes animais costumam sofrer de doenças graves, nomeadamente de febre hemorrágica, é preciso estar atento para evitar a carne contaminada. As hemorragias pelo nariz são uns dos principais sintomas.

• Manter o máximo contacto com os colegas de caça – trata-se de um conselho de relevo para quem costuma caçar em grupo. Cada um dos elementos deve estar a pelo menos 15 metros de distância. É o intervalo necessário para dar tiros seguros, sendo suficientemente perto para que todos se consigam ver uns aos outros.

• Nunca atirar em paralelo ao chão – os canos das armas devem estar sempre apontados para baixo. É completamente proibido disparar para o ar ou em paralelo com o solo: há o elevado risco de ferir outros caçadores.

Com estes conselhos já estará pronto para iniciar uma caça ao coelho bravo com eficiência e segurança. Para contar com as melhores peças, siga outra sugestão: recorra à Quinta dos Penedinhos. Os nossos planos de repovoamento com coelhos seguem o modelo dos «4 As»: Alimento, Água, Abrigo e Ausência de Perturbação. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Caçadores e Governo dos Açores monitorizam coelhos bravos

Entre os dias 1 e 8 de dezembro de 2016, um conjunto de caçadores colaborou com o Governo dos Açores na monitorização das populações de coelho bravo, uma espécie que corre o risco de desaparecer no arquipélago devido a uma nova estirpe do vírus que provoca a Doença Hemorrágica Viral (DHV).

A colheita de amostras de coelho bravo (tecidos e sangue) ocorreu na Graciosa, Terceira e S. Miguel, as ilhas com maiores índices de abundância destes animais.

Contando com uma elevada colaboração dos caçadores, a colheita teve como objetivo analisar como a DHV está a atingir os animais, avaliando mais rigorosamente se já existe uma resposta imunitária adaptativa do coelho bravo à nova estirpe.

Sem prejuízo deste tipo de iniciativas, o risco da extinção do coelho bravo também pode ser combatido através do profissionalismo e dedicação de algumas empresas, como por exemplo a Quinta dos Penedinhos. No nosso centro cinegético, em plena Reserva Ecológica Natural, possuímos as melhores condições ambientais para recriar o habitat natural desta espécie.

Entre em contacto connosco para conhecer melhor o nosso trabalho. Ligue-nos para o número 914 563 661.

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Iniciativa envolveu a recolha de 229 amostras de coelhos bravos

Graças à ajuda dos caçadores, foi possível recolher 229 amostras de coelhos. Cumpre destacar que a colheita decorreu no âmbito do programa de controlo do impacto da nova variante da DHV nos coelhos bravos dos Açores.

Este programa foi implementado pela Direção Regional dos Recursos Florestais, através da colaboração do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto.

Para responder à atual crise na caça do coelho bravo, a Quinta dos Penedinhos vende exemplares de excelente qualidade caracterizados, entre outros, pela fuga veloz em ziguezague. Se quiser colocar alguma questão sobre a nossa atividade, envie as suas dúvidas para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Coelhos bravos contam com séculos de existência no arquipélago dos Açores

Atualmente, em risco de extinção, o coelho bravo já tem uma longa presença nos Açores. Esta espécie, com origens no sul da Europa, foi introduzida no arquipélago dos Açores pelos primeiros colonos portugueses. Nos dias de hoje, o coelho bravo encontra-se em cada uma das ilhas dos Açores, exceto no Corvo. Os nascimentos destes mamíferos registam-se durante todo o ano com um pico entre março e maio.

A DHV não tem afetado sómente os coelhos bravos dos Açores. Por exemplo, o Baixo Alentejo é uma região que está a ser fortemente atingida pela referida patologia. Esta zona do país foi, inclusivé, a primeira em que começaram a aparecer coelhos mortos. Entretanto, a febre hemorrágica tem-se estendido a todas as outras regiões de Portugal.

Contrariando as expectativas mais negativas sobre a evolução da população do coelho bravo, a Quinta dos Penedinhos proporciona um repovoamento de coelho bravo seguindo os melhores padrões de qualidade. A pureza genética dos nossos exemplares já foi reconhecido, em diversas ocasiões, pelo próprio ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Descubra mais sobre a atividade da Quinta dos Penedinhos! Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Uma boa alimentação é essencial na criação do coelho bravo

Para garantir uma exemplar criação de coelhos bravos é necessário ter em conta uma série de fatores. Um dos principais é a sua alimentação. Um regime alimentar adequado previne sérios riscos para a qualidade de vida destes roedores e até a sua morte.

Como prestamos atenção a todos os cuidados alimentares, os coelhos bravos da Quinta dos Penedinhos são resistentes e fortes – ideais para projetos de repovoamento de caça. Quer conhecer melhor o nosso trabalho? Ligue-nos para o 91 456 36 61

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Que alimentos são obrigatórios para criar coelhos bravos saudáveis?

Um dos ingredientes que deve marcar presença no regime alimentar dos coelhos bravos é o feno. Além de garantir a saúde do sistema digestivo destes animais, o feno ajuda a gastar os dentes que não param de crescer.

A destacar também a importância das verduras com uma folhagem escura. Agrião, espinafre e couve-de-bruxelas são apenas alguns dos exemplos desses alimentos riquíssimos em nutrientes, nomeadamente vitamina A, potássio, fósforo e ferro. Estes vegetais devem ser extremamente bem lavados (para retirar possíveis bactérias, entre outros parasitas). Não é aconselhável optar por verduras com excesso de cálcio e açúcar, o que poderia conduzir a problemas no trato urinário e a um quadro de diabetes, respetivamente.

Quer obter mais conselhos sobre a criação de coelhos bravos? Conte connosco! Estamos prontos para tirar todas as dúvidas. Envie-nos as suas questões para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais são os outros alimentos que devem fazer parte da dieta dos coelhos bravos?

• Ração – deve compor 15% do regime alimentar dos coelhos. É importante certificar se as rações pertencem a marcas indicadas e se se encontram devidamente lacradas.

• Frutos – devem compor até 10% da alimentação destes roedores devido ao seu elevado nível de açúcar. Por curiosidade saiba que os coelhos bravos adoram frutos e até sentem o seu aroma ao longe. É aconselhável servir maçãs (qualquer variedade, sem sementes e caules), morangos, peras, kiwis e mangas, entre outros exemplos. Evite as frutas ácidas.

• Guloseimas – devem compor até 1% da dieta dos coelhos, sendo especialmente utilizadas como reforço positivo no decorrer dos treinos. É possível encontrar estes alimentos em lojas especializadas.

Independentemente das opções alimentares, a comida tem de ser servida em comedouros que se assemelham a vasos para que haja um maior controlo das quantidades – a alimentação em excesso pode trazer problemas graves, nomeadamente a nível intestinal. 

A água pode ser fornecida em bebedouros de pipeta. Como é óbvio, a água deve ser apropriada para consumo dos animais.

Eis outro conselho importante: sempre que inserir um ingrediente novo na dieta dos coelhos bravos, esse alimento deve ser introduzido de forma progressiva e em pequenas quantidades para evitar uma congestão digestiva.

Além de assegurar uma criação de coelhos bravos de qualidade, a Quinta dos Penedinhos dedica-se à criação de perdiz vermelha. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar

 

Coelhos bravos: caça furtiva está a aumentar em Portugal

De 2014 para 2015, houve uma subida de 18.7% nos crimes relacionados com a caça furtiva em Portugal, uma prática que afecta inúmeras espécies, como os coelhos bravos. As informações enviadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) à Agência Lusa ainda demonstram que houve uma descida nas contraordenações aplicadas.

coelho bravo

Caça furtiva a coelhos bravos continua a ser uma tendência em 2016

Os crimes registados passaram de 157 (em 2014) para 193 (em 2015). Pelo contrário, houve 505 contraordenações no ano passado, ou seja, menos 37, em comparação com 2014.

O exercício da caça em áreas que não têm o consentimento do proprietário é um dos crimes mais comuns. Mas há mais: desde caçar com meios que não são permitidos (como armadilhas, laços e iluminação das presas) a praticar esta actividade em zonas protegidas. É o caso das áreas próximas de habitações e de estradas.

Por outro lado, as contraordenações têm se focado mais no transporte de armas que não se encontram devidamente condicionadas, na falta de documentos numa fiscalização e na criação de espécies cinegéticas em cativeiro, sem que haja um licenciamento respectivo.

A tendência de subida da caça furtiva parece manter-se em 2016. Entre Janeiro e Junho, já se assinalaram 172 contraordenações e 87 crimes. Até agora, Braga é o distrito com um maior registo de ocorrências: houve 20 actos de caça furtiva. Em 2015, o topo da tabela foi ocupado por Beja, onde se registou 30 crimes.

Mas nem tudo são más notícias: os distritos de Santarém e de Portalegre ainda não registaram qualquer ocorrência de caça furtiva em 2016.

Necessidade financeira está na origem do aumento da caça furtiva

A caça furtiva de coelhos bravos e de outras espécies está em franco crescimento no nosso país sobretudo a partir de 2014. Por exemplo, nesse ano, em três áreas de caça próximas de Tomar, os guardas da Federação Portuguesa de Caçadores (FPC) descobriram, num único mês, 600 armadilhas montadas.

«É comum encontrarmos animais amputados, que conseguiram fugir, mas deixaram um membro preso. Há ainda muitos animais a morrer à sede e à fome, porque quem monta as armadilhas esquece-se de verificar se existe alguma presa», contou na altura Hélder Ramos.

Para o Presidente da FPC, há dois motivos para que a caça furtiva a coelhos bravos (e não só) se esteja a transformar cada vez mais num fenómeno recorrente: a falta de vigilância e a necessidade financeira desses caçadores.

O secretário-geral da Associação Nacional de Proprietários e Produtores de Caça (ANPC), João Carvalho, partilhou este ponto de vista: «Infelizmente, temos verificado o ressurgimento destas situações, que já se encontravam controladas. Há uma maior quantidade de caça furtiva, seja por laço, por armadilha ou a tiro».

Fonte: Notícias ao Minuto

A Quinta dos Penedinhos aposta na criação de coelhos bravos para projectos legais de repovoamento de zonas de caça. Ligue-nos para 914 563 661

Caça ao coelho bravo na Serra da Malcata em polémica

No passado mês de Fevereiro, o Governo aprovou uma portaria que possibilita a caça na área sul da Reserva Natural da Serra da Malcata. Esta decisão tem sido polémica: por exemplo, a Quercus acredita que esta tutela coloca em risco a recuperação do veado, do corço e do coelho bravo.

Saiba mais sobre coelho bravo, através da Quinta dos Penedinhos

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Ministério do Ambiente defende que a caça ao coelho bravo traz vantagens para o ordenamento territorial

Após 23 anos, regressa a «licença para caçar» na zona sul da Reserva Natural da Serra da Malcata, localizada na Beira Interior. De acordo com a portaria publicada a 8 de Fevereiro de 2016, a interdição da prática cinegética foi revogada num dos habitats históricos de permanência do lince-ibérico, uma espécie que se encontra em perigo de extinção.

Para o Ministério do Ambiente, esta tomada de posição é um reconhecimento das vantagens do ordenamento cinegético e da relevância da actividade da caça como um meio de utilização sustentável dos recursos naturais no ordenamento do território e nas diversas políticas sectoriais.

A revogação tem causado bastante polémica. O PAN contestou esta decisão – «um retrocesso civilizacional», sem fundamentação política e científica – e pediu uma audição «urgente» no Parlamento com o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes.

Para a Quercus, a portaria não conta com fundamentação científica, sendo um perigo para a recuperação de espécies. É o caso do lobo, do abutre-preto ou do lince. Os ambientalistas afirmam que existe uma sobreposição dos interesses da caça ao coelho bravo, por exemplo, aos da conservação da biodiversidade.

Peça mais informações sobre caça, recorrendo à Quinta dos Penedinhos. Envie-nos um e-mail para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Bloco de Esquerda opõe-se à revogação

A Quercus acrescenta que esta área protegida enfrenta sérios problemas de caça furtiva, para além de dificuldades de vigilância e de fiscalização que, na sua opinião, poderão ser potencialmente agravados. Por último, os ambientalistas acreditam que esta decisão aumentará o risco para o Plano Nacional de Reintrodução do Lince Ibérico, um programa com um investimento de milhões de euros.

Entretanto, no passado mês de Abril, aconteceu a aprovação dos projectos de resolução do PAN e do Bloco de Esquerda, com abstenção do PS, votos contra do deputado socialista Ascenso Simões e do CDS e votos a favor dos outros partidos. 

A lembrar que a Serra da Malcata era um dos únicos espaços do país em que ainda se encontrava interdita a actividade cinegética. A caça é uma prática autorizada em cerca de 80% do território português.

A Reserva Natural da Serra da Malcata foi criada em 1981 para a protecção do lince-ibérico, que, na década de 80, já era uma espécie com um elevado risco de extinção. 

A Quinta dos Penedinhos tem condições singulares para reproduzir o habitat natural do coelho bravo. Ligue-nos para 914 563 661

Fonte: Expresso

Os Criadores de Coelhos Como Solução de Repovoamento

Devido à importância do coelho bravo, quer num contexto económico, quer num contexto ecológico, tem existido grandes preocupações relacionadas com a sua preservação, nomeadamente através de ações de repovoamento, recorrendo a criadores de coelhos, de forma a colmatar eventuais carências e, deste modo, continuar a conferir alimentos a espécies ameaçadas, cujo principal exemplo é o lince ibérico, bem como a continuar a permitir a caça em certas zonas do país ao proporcionar as presas necessárias para a caça convencional como a conhecemos. criadores de coelhos

Normalmente, quando é identificada uma carência ao nível do coelho bravo num local importante, é concebido um plano de repovoamento duradouro, que seja estável e sustentável, que permita um número equilibrado na sua população, independentemente dos seus propósitos e, em simultâneo, permita que os coelhos possam recolonizar as zonas periféricas ao local onde foram introduzidas, de forma natural.

A importância dos criadores de coelhos

Os criadores de coelhos, como a Quinta dos  Penedinhos, são uma ajuda de valor inestimável em ações de repovoamento do coelho bravo, especialmente em casos em que urge encontrar uma forma sustentável de aumentar o seu número.

Geralmente, a primeira forma de intervenção, quando se deteta uma potencial lacuna numa população de coelhos, passa por recorrer a um plano de recuperação natural, contudo, como um plano desta natureza nem sempre é eficaz, uma vez que está sujeito a diversas contingências, a solução passar por implementar outras estratégias que permitam obter os mesmos resultados.

Os criadores, como seguem determinadas normas na criação dos coelhos, surgem como a solução que melhor replica os coelhos criados no seu habital natural, permitindo que os mesmos sejam posteriormente introduzidos no habital de destino com elevados índices de sucesso. Esta estratégia, à partida, assegura que os seus números mantenham-se estáveis, garantido que espécies que dela dependem possam subsistir e, concomitantemente, que a caça possa continuar nas alturas próprias para o efeito.

O que procurar nos criadores de coelhos?

Devido à especificidade inerente às ações de repovoamento de zonas com níveis deficientes de coelhos, é preciso ter em linha de conta diversos aspetos nos criadores de coelhos, para se faça uma escolha que proporcione elevados índices de sucesso no momento da sua integração no habital a que se destinam.

Nessa ótica, há que estar atento ao espaço em que os os coelhos são criados, o qual deverá reproduzir de forma fiel o habital natural, para que, no futuro, a sua adaptação ao mesmo seja célere, mas não descurando as características corporais do coelho, a sua capacidade de fuga e enfiamento, para garantir que os mesmos têm as características ideais.

Porém, se procura criadores de coelhos para ações de repovoamento de zonas carenciadas desta espécie, contacte já a Quinta dos Penedinhos. Dispomos de instalações adequadas à criação de coelhos bravos, num ambiente controlado, com condições análogas ao habitat de destino, mas isento de predadores, de forma a mitigar não só as consequências da sua existência, mas também de outros potenciais problemas, como a falta de abrigo ou alimentos, que nos permite fornecer um coelho bravo com a qualidade que você procura.

O Papel do Coelho Bravo na Preservação do Lince Ibérico

A importância do coelho bravo tem sido um tema que tem dado azo a uma discussão aberta sobre as áreas carenciadas da espécie, mais especificamente sobre a necessidade urgente de repovoar as mesmas, não só para só para efeitos de caça, mas também para efeitos de preservação de espécies ameaçadas, como é o caso do lince ibérico. coelho bravo

O lince ibérico é uma espécie endémica da Península Ibérica e, ao longo de várias décadas, esteve em declínio, fruto da extensa caça que se registou no século XX, bem como devido à privação de fontes de alimentos que outrora abundavam. Atualmente, o lince ibérico ainda é a espécie felina mais ameaçada do mundo, contudo, a tendência tem vindo a mudar, registando paulatinamente um aumento no seu número, devido aos esforços de várias entidades, particulares e oficiais, para conservar a espécie.

O coelho bravo, por sua vez, é uma espécie também bastante importante para os ecossistemas mediterrânicos, todavia, devido à sua proliferação, no passado recente, foi uma espécie amplamente caçada. Esta espécie frequenta muitos habitats semelhantes aos linces, porém, o seu papel vai muito para além desta coexistência.

A relação entre o coelho bravo e o lince ibérico

O coelho comum, como é também designado popularmente esta espécie, faz parte da alimentação de vários predadores, entre os quais está o lince ibérico. Na realidade, a principal fonte de alimentação deste último é mesmo é o coelho comum, representado cerca de 80% da sua dieta. Além disso, a espécie revela pouca propensão ou capacidade de consumir outro tipo de alimentos, uma dependência que, a par de outros fatores, como a caça ilegal, redução e alteração do espaço do seu habitat natural, eclosão de doenças e de acidentes, veio reduzir significativamente os seus números.

No entanto, a reprodução em cativeiro de ambas as espécies, em simultâneo com outras medidas implementadas para proteção das mesmas em solo ibérico, veio alterar o paradigma verificado, resultando na criação de condições para as duas espécies subsistirem, num crescimento sustentado dos seus números, para assegurar o presente e, naturalmente, o futuro, para que as gerações vindouras também possam usufruir das mesmas.

A importância da reprodução do coelho bravo num ambiente controlado

Ações de conservação, como as resultantes de programas de reprodução em cativeiro, bem como os programas de reintrodução nos habitats naturais, têm vindo a permitir aumentar os números do lince ibérico, o que não poderia ser possível sem a reintrodução do coelho bravo, a sua principal fonte de alimento e, por isso, a base da sua subsistência.

Nessa ótica, a criação deste coelho em ambientes controlados e sem predadores, como os proporcionados por reservas naturais, permitem reproduzir o habitat natural dos mesmos, preparando-lhes para a reintrodução, bem como possibilitando a criação de coelhos saudáveis, independentemente da sua finalidade.

A Quinta dos Penedinhos dispõe de instalações únicas para a criação do coelho bravo, de forma a proporcionar uma solução sustentável de repovoamento de zonas carenciadas da espécie, quer de zonas de caça, quer de habitats de espécies ameaçadas, por isso, se procura uma solução análoga, entre em contacto connosco, para que lhe possamos ajudar.

Caça ao coelho bravo ajuda a conservar vida animal

À primeira vista, pode parecer contraditório… mas é mesmo verdade: de acordo com o presidente do capítulo português do Safari Club International, João Corceiro, a caça, por exemplo ao coelho bravo, é um modelo de gestão e até de conservação da vida animal. De resto, Corceiro defende que o ser humano é «um predador e um caçador na sua origem». coelho bravo

 

Saiba mais sobre coelho bravo, através da Quinta dos Penedinhos

 

Por que a caça ao coelho bravo é tão importante para a gestão e conservação da vida animal?

Sendo assim, João Corceiro considera que as taxas de abate dos animais têm capacidade para financiar parques e áreas protegidas. O próprio presidente confessa que o modelo até pode parecer «absurdo» para a população geral, mas, realmente, funciona: «Há as taxas de abate de animais e a caça ao coelho bravo, por exemplo, é um modelo de gestão e de conservação da vida animal. Pretende-se que se abatam animais no final da sua vida, que estão a chegar ao fim da sua existência, e que isso possa trazer algum valor para a conservação da própria espécie. Pode parecer absurdo, mas funciona.».

Para fortalecer o seu argumento, João Corceiro até deu o exemplo da realidade do Quénia: «Em África, continua a haver um conflito entre o homem e o animal. A caça desportiva no Quénia foi proibida em 1977, mas as populações de animais estão a diminuir de forma drástica. Um biólogo escreveu há pouco tempo um relatório em que afirma que o leão vai desaparecer nos próximos anos do Quénia e, por esse motivo, uma das soluções seria obter algum retorno do facto de se conviver com a vida selvagem. O dinheiro da caça desportiva não chega e talvez pudesse salvar o leão.».

 

Peça mais informações sobre caça, recorrendo à equipa da Quinta dos Penedinhos

 

«O ser humano é um caçador na sua origem»

As declarações de João Corceiro foram proferidas no decorrer da polémica que envolveu o leão Cecil, um animal protegido que foi abatido no Zimbabué por um dentista norte-americano. Na opinião do presidente do capítulo português do Safari Club International, esta foi uma caçada ilegal: «Há fortes indícios de que seja um crime. Os dois caçadores, quer o profissional, quer o cliente, são sócios do Safari Club e o Safari Club suspendeu a condição de sócios porque há fortes indícios de ilegalidade. O que está na base da ilegalidade é o facto de o leão ter sido abatido numa zona que não contava com quota para leão.».

Como conclusão, Corceiro assegura que o ser humano é «um predador e um caçador na sua origem»: «Basta olhar para a nossa fisionomia. Onde temos os olhos? Na frente da cara. Somos predadores, estamos focados.».

 

Pratique a caça ao coelho bravo, graças à Quinta dos Penedinhos

Fonte: TVI 24

Criação de coelhos: saiba qual a sua importância, aqui!

Originário da Península Ibérica, o coelho-bravo habita em ecossistemas mediterrânicos e torna-se presa fácil para os predadores de maior porte, como o lince ibérico, que captura estes animais para se alimentar. Nos ecossistemas a lei do mais forte predomina, tendo o coelho-bravo de se abrigar em tocas para sobreviver aos perigos que o rodeiam. A Quinta dos Penedinhos, localizada no concelho de Sintra, dedica-se à criação de coelhos, uma vez que, esta apresenta as condições ideais para a reprodução do habitat natural destes roedores.

Coelho à caçador ou coelho de fricassé? A verdade é que os maiores perigos para estes roedores não são apenas outros animais, mas também o Homem, que aprecia esta saborosa peça de caça. Por um Alentejo verdejante com paisagens a perder de vista é comum ver pequenos roedores a saltitar de pedra em pedra ou a procurarem uma toca para se abrigarem. O coelho-bravo é uma das espécies mais importantes da nossa fauna.

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Saiba qual a importância da criação de coelhos para o ecossistema!

O clima mediterrâneo que se faz sentir na Península Ibérica e a vasta vegetação são fatores determinantes para a sobrevivência das populações de coelho-bravo. A sobreposição de solos permite a estruturação de tocas e leva a uma maior população de coelho-bravo nesses locais. Estes pequenos roedores preferem terrenos com vasta vegetação para conseguirem sobreviver por uma maior período de tempo, já que têm maiores possibilidades de se esconderem dos predadores. Preferem áreas de paisagem variada e faccionada, com porções agrícolas, de pasto, de matagais, caracterizadas por grandes complexidades. Estas regiões de grande vegetação devem possuir alimento e abrigo para os roedores se protegerem dos predadores. O seu grande inimigo é o lince ibérico.

O coelho-bravo é um animal que vive em comunidade, nunca se desviando mais de 300 metros das tocas, o que auxilia a criação de coelhos em determinadas herdades. No entanto, há duas alturas específicas em que estes se afastam um pouco: a primeira é no final da época de reprodução, quando os jovens machos se dispersam; o segundo é no começo da época de reprodução, no qual os animais se deslocam à procura de uma nova colónia.

O que importa saber sobre a criação de coelhos?

O clima mediterrâneo que se faz sentir na Península Ibérica influencia a criação de coelhos. Temperatura, precipitação e alimentos disponíveis são fundamentais para estes roedores se fixarem em determinada região. No Outono inicia-se a época de reprodução, pois e nesta altura que a vegetação é mais densa.

Existem tocas próprias para os partos (usualmente localizadas perto das tocas das populações animais) a uma profundeza de 50 cm a 1 metro, que são construídas cerca de dois dias antes do parto. A preparação destas tocas é da responsabilidade da fêmea que dispõe de ervas, folhas secas e pêlos que arranca do seu próprio ventre. As crias permanecem lá dentro 19 a 21 dias, passando então para as tocas de habitação das colónias. Passado seis meses após o parto, os juvenis tornam-se adultos.

Visite a Quinta dos Penedinhos e saiba mais sobre criação de coelhos