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Como escolher espingardas e cartuchos para caçar perdiz vermelha?

A escolha e utilização das espingardas e cartuchos para a caça menor, nomeadamente para caçar perdiz vermelha, é um tema que desperta diversas discussões. No entanto, há alguns aspetos que geram consenso, o que nos permite estabelecer um conjunto de definições práticas em relação às opções mais adequadas para este tipo de atividade.

Para além da importância de escolher os melhores meios para caçar, é igualmente importante contar com exemplares de caça de excelente qualidade. Sabia que a Quinta dos Penedinhos cria perdizes vermelhas com uma notável capacidade de voo? Ligue-nos para o 914 563 661 e conheça melhor o nosso trabalho!

                                 perdiz vermelha

Quais são as principais noções sobre cartuchos para caçar perdizes vermelhas?

A carga padrão do calibre 12, um dos mais populares na caça menor, situa-se nos 32 gramas de chumbo, havendo uma tolerância de mais ou menos dois gramas.

Assim, uma carga de chumbo tem a forma de um cilindro dentro do cartucho. Posteriormente passa pelo cano e segue livremente no ar, com diferentes velocidades, até se espalhar.

Nessa fase, a carga ganhará a silhueta de um cone com um vértice que corresponde ao meio e uma aba que viaja atrasada relativamente ao vértice. Desta forma, há espaços por onde pode passar a perdiz vermelha.

Testar a espingarda é uma etapa importante na escolha dos melhores cartuchos. Por isso, experimente-os numa chapa antes de tomar uma decisão mais definitiva.

Sabia que as perdizes criadas na Quinta dos Penedinhos se comportam como as bravas na sua protecção e abrigo dos predadores, incluindo os próprios caçadores? Quer obter os nossos conselhos sobre caça à perdiz vermelha? Pode contar com a ajuda da Quinta dos Penedinhos! Estamos disponíveis para esclarecer qualquer dúvida. Envie-nos as suas questões para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quando se deve optar por um cano curto ou comprido?

Se for necessário encarar e apontar rápidamente, o melhor é recorrer a um cano curto. Perante os tiros largos, e com um maior desconto, é necessário contar com um cano comprido.

Tendo uma maior quantidade de chumbo (nomeadamente 36 gramas), as cargas fortes enchem melhor o espaço da bagada. Como sofrem um maior efeito dispersante, as cargas também alargam, não preenchendo totalmente esse espaço, o que pode ser resolvido através de uns canos mais fechados ou chocados. Quando se segue esta opção, é importante atirar mais longe para não desfazer a perdiz.

                                  perdiz vermelha

Portanto, as cargas fortes – a partir dos 36 gramas – são indicadas para tiros largos e caçadores hábeis. Este tipo de cargas costuma produzir um tiro mais lento, o que se reflete nos descontos a dar.

Por outro lado, uma carga mais leve (ou seja, com um menor peso de chumbo) produz um tiro mais rápido, atenuando a questão dos descontos.

Além destes conselhos, umas bonitas peças fazem toda a diferença para um bom dia de caça. Conheça as perdizes vermelhas da Quinta dos Penedinhos de uma beleza inconfundível. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Conselhos para caçar coelho bravo com a máxima segurança

A caça ao coelho bravo é uma prática que exige uma série de cuidados para que seja feita de forma segura. Alguns dos principais aspectos são: utilizar óculos de segurança, reconhecer sinais de doença nos animais e vestir um colete com uma cor garrida.

Sabia que a criação de coelho bravo na Quinta dos Penedinhos também conta com importantes parâmetros de segurança? Os nossos profissionais asseguram uma prática rigorosa de gestão sanitária. Conheça melhor o trabalho da Quinta dos Penedinhos, ligando-nos para o número 914 563 661.

                                 caca coelho

Caça ao coelho bravo: porque é importante vestir camisas de mangas compridas?

A utilização de um equipamento de segurança adequado é um dos conselhos de maior relevo. Vejamos o caso das peças de roupa, que têm de incluir um elemento chamativo, como por exemplo uma cor vistosa, nomeadamente o laranja. Desta maneira cada caçador destaca-se dos outros no seu grupo e até doutros grupos que estejam à procura de coelhos.

Além disso, é importante optar por camisas de mangas compridas e calças. Com estas opções consegue proteger-se de obstáculos cortantes, nomeadamente das silvas.

Não se esqueça de levar muita água e estojos de primeiros socorros, principalmente se a caça ao coelho bravo estiver programada para se prolongar durante vários dias.

Quer conhecer melhor estes e outros conselhos de segurança para as suas caçadas? Conte com a Quinta dos Penedinhos. Envie-nos as suas dúvidas para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais são os outros importantes conselhos de segurança na caça ao coelho bravo?

• Contar com óculos de segurança e tampões para os ouvidos – ambos os acessórios devem ser utilizados sempre que estiver a atirar.

• Reconhecer sinais de doença nos coelhos – esta é uma dica especialmente importante para aqueles que pretendem caçar para comer. Como estes animais costumam sofrer de doenças graves, nomeadamente de febre hemorrágica, é preciso estar atento para evitar a carne contaminada. As hemorragias pelo nariz são uns dos principais sintomas.

• Manter o máximo contacto com os colegas de caça – trata-se de um conselho de relevo para quem costuma caçar em grupo. Cada um dos elementos deve estar a pelo menos 15 metros de distância. É o intervalo necessário para dar tiros seguros, sendo suficientemente perto para que todos se consigam ver uns aos outros.

• Nunca atirar em paralelo ao chão – os canos das armas devem estar sempre apontados para baixo. É completamente proibido disparar para o ar ou em paralelo com o solo: há o elevado risco de ferir outros caçadores.

Com estes conselhos já estará pronto para iniciar uma caça ao coelho bravo com eficiência e segurança. Para contar com as melhores peças, siga outra sugestão: recorra à Quinta dos Penedinhos. Os nossos planos de repovoamento com coelhos seguem o modelo dos «4 As»: Alimento, Água, Abrigo e Ausência de Perturbação. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Quais os cuidados essenciais na criação de perdizes vermelhas?

A perdiz vermelha é uma das peças de caça mais populares em Portugal devido à sua existência em maior ou menor quantidade em quase todo o território.

Outrora, muito abundante, a população desta espécie tem vindo a diminuir por variadíssimas razões.

Por forma a contrariar a tendência de quebra da população de perdiz vermelha, sugerimos uma prática sistemática de repovoamento desta espécie.

Para tal é necessário apostar numa criação de qualidade que cumpra uma série de requisitos: desde uma alimentação adequada até à construção e manutenção de um viveiro favorável ao desenvolvimento desta espécie.

Sabia que a Quinta dos Penedinhos é uma referência a nível nacional na criação de perdiz vermelha? As nossas aves distinguem-se pela sua grande capacidade de voo, satisfazendo os caçadores mais exigentes. Conheça melhor o nosso trabalho. Ligue-nos para o 914 563 661.

                              perdiz

Qual é a alimentação adequada para as perdizes vermelhas?

Um dos aspetos essenciais na criação da perdiz vermelha passa por uma uma alimentação correta.

Quando em liberdade, a dieta da perdiz vermelha, no seu começo de vida, é baseada essencialmente em proteínas, oriundas sobretudo dos insetos.

A partir das 10 semanas de idade o regime alimentar destas aves vai transitando progressivamente para os cereais, como por exemplo o milho, a cevada, o trigo e o girassol.

Na Quinta dos Penedinhos a saúde dos animais está sempre em primeiro lugar. Contamos com uma equipa preocupada em assegurar uma alimentação equilibrada, sem restrições, bem como água potável. Caso queira colocar qualquer questão sobre a nossa atividade, envie-nos as suas dúvidas para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Que outros cuidados de saúde são fundamentais na criação de perdizes vermelhas?

Nos cuidados médicos deve-se destacar ainda a necessidade de aplicar um vermífugo sempre que necessário para expulsar os vermes intestinais.

A prevenção de doenças constitui uma preocupação fundamental na criação destas aves. Sabia que as perdizes devem ser avaliadas periodicamente por um veterinário? Além disso, se alguma das aves adoecer, o melhor é separá-la das restantes. Sublinhe-se, ainda, a necessidade de manter o viveiro das perdizes vermelhas completamente higienizado.

Além de gozarem de uma saúde plena, as perdizes vermelhas da Quinta dos Penedinhos destacam-se por uma beleza inconfundível. Conheça-as ao pormenor. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Caçadores e Governo dos Açores monitorizam coelhos bravos

Entre os dias 1 e 8 de dezembro de 2016, um conjunto de caçadores colaborou com o Governo dos Açores na monitorização das populações de coelho bravo, uma espécie que corre o risco de desaparecer no arquipélago devido a uma nova estirpe do vírus que provoca a Doença Hemorrágica Viral (DHV).

A colheita de amostras de coelho bravo (tecidos e sangue) ocorreu na Graciosa, Terceira e S. Miguel, as ilhas com maiores índices de abundância destes animais.

Contando com uma elevada colaboração dos caçadores, a colheita teve como objetivo analisar como a DHV está a atingir os animais, avaliando mais rigorosamente se já existe uma resposta imunitária adaptativa do coelho bravo à nova estirpe.

Sem prejuízo deste tipo de iniciativas, o risco da extinção do coelho bravo também pode ser combatido através do profissionalismo e dedicação de algumas empresas, como por exemplo a Quinta dos Penedinhos. No nosso centro cinegético, em plena Reserva Ecológica Natural, possuímos as melhores condições ambientais para recriar o habitat natural desta espécie.

Entre em contacto connosco para conhecer melhor o nosso trabalho. Ligue-nos para o número 914 563 661.

                                coelho bravo

Iniciativa envolveu a recolha de 229 amostras de coelhos bravos

Graças à ajuda dos caçadores, foi possível recolher 229 amostras de coelhos. Cumpre destacar que a colheita decorreu no âmbito do programa de controlo do impacto da nova variante da DHV nos coelhos bravos dos Açores.

Este programa foi implementado pela Direção Regional dos Recursos Florestais, através da colaboração do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto.

Para responder à atual crise na caça do coelho bravo, a Quinta dos Penedinhos vende exemplares de excelente qualidade caracterizados, entre outros, pela fuga veloz em ziguezague. Se quiser colocar alguma questão sobre a nossa atividade, envie as suas dúvidas para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Coelhos bravos contam com séculos de existência no arquipélago dos Açores

Atualmente, em risco de extinção, o coelho bravo já tem uma longa presença nos Açores. Esta espécie, com origens no sul da Europa, foi introduzida no arquipélago dos Açores pelos primeiros colonos portugueses. Nos dias de hoje, o coelho bravo encontra-se em cada uma das ilhas dos Açores, exceto no Corvo. Os nascimentos destes mamíferos registam-se durante todo o ano com um pico entre março e maio.

A DHV não tem afetado sómente os coelhos bravos dos Açores. Por exemplo, o Baixo Alentejo é uma região que está a ser fortemente atingida pela referida patologia. Esta zona do país foi, inclusivé, a primeira em que começaram a aparecer coelhos mortos. Entretanto, a febre hemorrágica tem-se estendido a todas as outras regiões de Portugal.

Contrariando as expectativas mais negativas sobre a evolução da população do coelho bravo, a Quinta dos Penedinhos proporciona um repovoamento de coelho bravo seguindo os melhores padrões de qualidade. A pureza genética dos nossos exemplares já foi reconhecido, em diversas ocasiões, pelo próprio ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Descubra mais sobre a atividade da Quinta dos Penedinhos! Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Uma boa alimentação é essencial na criação do coelho bravo

Para garantir uma exemplar criação de coelhos bravos é necessário ter em conta uma série de fatores. Um dos principais é a sua alimentação. Um regime alimentar adequado previne sérios riscos para a qualidade de vida destes roedores e até a sua morte.

Como prestamos atenção a todos os cuidados alimentares, os coelhos bravos da Quinta dos Penedinhos são resistentes e fortes – ideais para projetos de repovoamento de caça. Quer conhecer melhor o nosso trabalho? Ligue-nos para o 91 456 36 61

                              coelho bravo                         

Que alimentos são obrigatórios para criar coelhos bravos saudáveis?

Um dos ingredientes que deve marcar presença no regime alimentar dos coelhos bravos é o feno. Além de garantir a saúde do sistema digestivo destes animais, o feno ajuda a gastar os dentes que não param de crescer.

A destacar também a importância das verduras com uma folhagem escura. Agrião, espinafre e couve-de-bruxelas são apenas alguns dos exemplos desses alimentos riquíssimos em nutrientes, nomeadamente vitamina A, potássio, fósforo e ferro. Estes vegetais devem ser extremamente bem lavados (para retirar possíveis bactérias, entre outros parasitas). Não é aconselhável optar por verduras com excesso de cálcio e açúcar, o que poderia conduzir a problemas no trato urinário e a um quadro de diabetes, respetivamente.

Quer obter mais conselhos sobre a criação de coelhos bravos? Conte connosco! Estamos prontos para tirar todas as dúvidas. Envie-nos as suas questões para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais são os outros alimentos que devem fazer parte da dieta dos coelhos bravos?

• Ração – deve compor 15% do regime alimentar dos coelhos. É importante certificar se as rações pertencem a marcas indicadas e se se encontram devidamente lacradas.

• Frutos – devem compor até 10% da alimentação destes roedores devido ao seu elevado nível de açúcar. Por curiosidade saiba que os coelhos bravos adoram frutos e até sentem o seu aroma ao longe. É aconselhável servir maçãs (qualquer variedade, sem sementes e caules), morangos, peras, kiwis e mangas, entre outros exemplos. Evite as frutas ácidas.

• Guloseimas – devem compor até 1% da dieta dos coelhos, sendo especialmente utilizadas como reforço positivo no decorrer dos treinos. É possível encontrar estes alimentos em lojas especializadas.

Independentemente das opções alimentares, a comida tem de ser servida em comedouros que se assemelham a vasos para que haja um maior controlo das quantidades – a alimentação em excesso pode trazer problemas graves, nomeadamente a nível intestinal. 

A água pode ser fornecida em bebedouros de pipeta. Como é óbvio, a água deve ser apropriada para consumo dos animais.

Eis outro conselho importante: sempre que inserir um ingrediente novo na dieta dos coelhos bravos, esse alimento deve ser introduzido de forma progressiva e em pequenas quantidades para evitar uma congestão digestiva.

Além de assegurar uma criação de coelhos bravos de qualidade, a Quinta dos Penedinhos dedica-se à criação de perdiz vermelha. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar

 

Venda de coelhos saudáveis é cada vez mais importante!

A criação e venda de coelhos bravos, fortes e resistentes, estão a ganhar uma importância crescente. Numa entrevista concedida ao Jornal de Notícias no passado mês de agosto, a caçadora Mafalda Rodrigues Leitão apontou que um dos principais problemas da caça em Portugal é a falta de coelhos bravos.

A doença hemorrágica viral, nomeadamente a nova estirpe, contribuiu para uma mudança no sector da Caça, que não só se tem centrado em outros animais (p.e. a perdiz), mas também tem atribuído uma importância crescente aos espaços que ainda providenciam uma venda de coelhos bravos de qualidade para o repovoamento de zonas de caça.

É o caso da Quinta dos Penedinhos que se dedica à criação de coelho bravo da espécie Oryctolagus Cuniculus Algirus. Mas sabia que também nos dedicamos à criação de perdiz vermelha (Alectoris Rufa)? Para conhecer melhor o trabalho da Quinta dos Penedinhos, ligue para o 914 563 661.

                               venda de coelhos

Nova estirpe viral hemorrágica aumenta a necessidade de criação e venda de coelhos bravos saudáveis 

A carência de coelhos identificada por Mafalda não é um problema apenas evidente na época de 2016. Já em 2014, as associações de caçadores reconheciam que a atividade estava em declínio devido à escassez destes animais. Por esse motivo as organizações até pediram que o Governo a suspensão das taxas.

Uma das principais causas para a dizimação dos coelhos em todo o país é uma nova estirpe do vírus hemorrágico. Em 2014, esta patologia já tinha atingido 90% de animais. É por essa razão que nesse ano diversas zonas associativas até ponderaram encerrar a época cinegética por terem falta do que caçar.

Felizmente há espaços, como por exemplo a Quinta dos Penedinhos, que investem na criação e venda de coelhos bravos por terem condições naturais adequadas a esta espécie cinegética tão procurada no nosso país.

Combata a falta destes animais com a nossa ajuda! Para saber mais, envie-nos um e-mail para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

A falta de coelhos pode conduzir à morte dos linces ibéricos?

As consequências da falta destes roedores são mesmo sérias – e realçam a crescente importância de uma criação e venda de coelhos saudáveis. Por exemplo, em dezembro de 2014, a propósito da libertação de linces ibéricos em Mértola, o presidente da Federação Portuguesa de Caçadores (FENCAÇA), Jacinto Amaro, frisou que estes mamíferos podiam morrer devido à carência de coelhos bravos, ou seja, do seu alimento principal.

O tom de preocupação também domina o discurso de Júlio de Carvalho, dirigente de associações do sector da caça. Em declarações à Rádio Renascença em outubro de 2014, o Presidente da Associação de Caça de Santa Ana alertou que «se não houver uma intervenção rápida de quem tem a obrigação de zelar por este património riquíssimo, que é fonte de riqueza, o coelho bravo pode vir a ser uma espécie em vias de extinção».

Para contrariar esta onda de pessimismo, a Quinta dos Penedinhos continua a apostar na criação e venda de coelhos bravos para repovoamento de zonas de caça. Entre outras organizações de referência, a EDIA (Empresa de Desenvolvimento das Infra-Estruturas do Alqueva) aprova o nosso trabalho. Faça também parte do rol de clientes satisfeitos da Quinta dos Penedinhos. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar

Como prestar os primeiros socorros a cães de caça à perdiz?

Como já sublinhámos neste blog, um dos recursos mais utilizados na caça à perdiz são os cães, nomeadamente o braco, o breton, o pointer e o perdigueiro. Para assegurar um ato venatório plenamente seguro para os nossos amigos de quatro patas, é aconselhável conhecer alguns dos principais cuidados preventivos e de primeiros socorros.

Quer obter mais conselhos antes de iniciar uma caça à perdiz? Pode contar com a Quinta dos Penedinhos! Estamos disponíveis para esclarecer quaisquer dúvidas. Ligue-nos para o 91 456 36 61

                           caca a perdiz

Cães para a caça à perdiz devem ser submetidos a uma avaliação preventiva

Tal como acontece com a maioria dos problemas, para garantir a saúde dos cães de caça, a prevenção é o melhor remédio. Por isso, antes de sair para mais um dia de caça à perdiz é recomendável realizar uma inspeção breve aos cães que serão utilizados nessa jornada.

Nessa avaliação deve confirmar se os animais estão em alerta e se se comportam normalmente. Não pode forçar a trabalhar qualquer cão que se mostre adoentado, revelando sintomas, por exemplo, de falta de apetite, tosse, apatia, alteração de respiração ou corrimento nasal. É igualmente relevante analisar a presença de feridas (nomeadamente nas almofadas plantares) e o aspeto das dejeções, ou seja, das suas fezes e urina.

Os mesmos cuidados preventivos mantêm-se no transporte dos cães, especialmente no controlo das condições climatéricas. Se os animais estiverem expostos a temperaturas bastante elevadas, correm o risco de sofrer de um golpe de calor. Perante baixas temperaturas, é muito provável que os cães sofram de hipotermia.

Uma caça à perdiz bem sucedida não depende apenas do estado de saúde dos cães; também é importante a qualidade das perdizes, que devem ter uma exímia capacidade de voo. Sabia que as nossas perdizes vermelhas contam com esta característica? Conheça melhor o nosso trabalho! Envie-nos as suas questões para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais são os outros cuidados importantes a ter com os cães de caça à perdiz?

• Trazer água em quantidade abundante, nomeadamente nos dias de mais calor.

• Contar com um estojo de primeiros socorros que deve incluir algodão, compressas, ligaduras, água oxigenada (pelo menos meio litro), adesivos, soro fisiológico, Betadine®, pinça, tesoura, luvas, toalha, termómetro e seringas, entre outros materiais.

• Ter os contactos do veterinário.

• Perante urgências traumáticas (isto é, atropelamentos, mordeduras de outros cães, quedas, disparos acidentais e ataques de javali), podem surgir feridas com variadas gravidades e profundidades. Independentemente do corte, estes ferimentos têm de ser irrigados de forma abundante e limpos através de Betadine®. Caso seja possível, é aconselhável cobrir as lesões para que não sejam conspurcadas ou lambidas pelo próprio cão.

Há muito mais por descobrir sobre a caça à perdiz! Se for um iniciante nesta prática, ou mesmo que seja um caçador experiente sempre à procura de novos conhecimentos, saiba que pode contar com a nossa ajuda! Faça-nos uma visita no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar

 

Criação de coelhos: como prevenir e tratar conjuntivites?

O que contribui para uma criação de coelhos de qualidade? Optar por um espaço bem dimensionado, enxuto e ventilado? Alimentá-los com um suplemento ajustado de ração? Assegurar uma vacinação sistemática e metódica? Estes fatores são relevantes para que os coelhos tenham uma boa qualidade de vida. Mas há outros aspetos a ter em conta, nomeadamente a deteção e tratamento precoces de doenças. É o caso da conjuntivite.

Sabia que na Quinta dos Penedinhos há uma criação de coelhos bravos que respeita cada um destes requisitos? Conheça mais vantagens do nosso trabalho! Ligue-nos para o 914 563 661.

                                                    criacao de coelhos

Quais são as principais causas da conjuntivite?

A conjuntivite é uma inflamação das conjuntivas, ou seja, das membranas mucosas que revestem os olhos. Uma das principais causas para esta irritação é a falta de limpeza, nomeadamente da urina acumulada em alguns pontos, como por exemplo nas tigelas de ração nos locais de apanha.

Outros motivos para o desenvolvimento de conjuntivites são os arranhões nos olhos provocados por outros coelhos e as poeiras de todo o tipo.

Quem se dedica à criação de coelhos bravos, nomeadamente no maneio dos coelhos novos, deve estar mais atento às conjuntivites, visto que as inflamações são mais frequentes nesse tipo de roedores devido sobretudo aos ninhos sujos e húmidos, resultantes da acumulação de excrementos.

Independentemente da sua idade, os coelhos criados na Quinta dos Penedinhos destacam-se por serem bastante saudáveis e possuem outras características relevantes para projetos de repovoamento de caça, nomeadamente uma notável capacidade de enfiamento.

Se ficou interessado, marque uma visita para conhecer melhor a Quinta! Envie-nos um e-mail para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Como se manifesta e trata a conjuntivite?

Um dos principais sintomas desta doença são os olhos inchados. Nas situações mais graves o pelo cola-se ao redor dos olhos e estes ficam cheios de ramelas e secreções, o que impede a sua abertura. É até possível o desenvolvimento de pus. Quando os olhos se abrem, escorre uma grande quantidade de líquido aquoso e amarelado que logo endurece. Além disso, a membrana torna-se opaca.

A conjuntivite é facilmente tratada com água morna. Eis o conjunto de passos para este procedimento:

• Antes de tocar em materiais ou coelhos com conjuntivite lavar as mãos com sabão e água e recorrer a umas luvas descartáveis.

• Optar por um bom apoio para que o animal esteja confortável. É o caso de uma mesa firme. É aconselhável colocar algo absorvente nesse apoio, porque o coelho pode defecar ou urinar.

• Junto ao apoio deve contar com todo o material necessário: o recipiente para a água (uma bacia, por exemplo), chumaços de algodão e um colírio para crianças.

• Transportar o coelho para o local de apoio.

• Verificar se a água está morna, visto que a água fria não surte bons efeitos e a água quente queima e irrita ainda mais os olhos.

• Embeber um chumaço de algodão e passa-lo suavemente na pálpebra de um olho.

• Caso o animal esteja muito agitado, deve contê-lo, segurando com uma mão a pele da nuca e com a outra mão os membros posteriores pela região da anca.

• Quando o olho tiver menos pus e puder ficar totalmente aberto, é aconselhável continuar a passar o algodão nas laterais e nunca dentro do olho para evitar a irritação das pálpebras.

• Aplicar um colírio para crianças.

• Se tiver de tratar do outro olho, não recorra ao mesmo algodão que já está contaminado com uma elevada carga de micróbios.

Quer conhecer mais cuidados importantes para assegurar uma criação de coelhos exemplar? Aconselhe-se connosco! Os nossos criadores de coelhos estão prontos para tirar todas as dúvidas. Se preferir, pode visitar-nos na Quinta dos Penedinhos, Casal da Feiteira (Pedra Furada), 2715 – 614 Montelavar

Principais regras para uma caça à perdiz vermelha mais segura

As espingardas são uns dos meios mais eficientes para a caça de aves, como a perdiz vermelha. Embora haja armas com diversos estilos e tamanhos, existe um conjunto de regras a seguir, independentemente da espingarda que se encontra a ser utilizada. Além de facilitarem a caça, estas regras asseguram uma máxima segurança.

perdiz vermelha

O que é necessário fazer para uma caça à perdiz vermelha sem quaisquer riscos?

Para que haja uma caça à perdiz vermelha, entre outras espécies, totalmente segura, é necessário que os caçadores tratem a espingarda como se esta arma estivesse sempre carregada. Logo, a trava tem de estar activada até que a espingarda seja disparada. A acrescentar que nunca se deve colocar o dedo no gatilho, caso não se esteja pronto para disparar.

Para além disso, enquanto não se estiver numa posição de disparo, é preciso manter o cano completamente virado para baixo ou para cima. Como é óbvio, é desaconselhável apontar a espingarda contra outro caçador ou para si próprio. Nunca se deve esquecer que se trata de uma arma poderosa e perigosa.

Caso tenha uma espingarda com dois canos, o melhor é evitar que se puxe simultaneamente os dois gatilhos: o disparo acabará por ser duas vezes mais forte, visto que há duas balas que saem ao mesmo tempo. A principal vantagem em usar este tipo de arma é que, se existe um cartucho vazio, ainda será possível contar com um tiro extra. Por outro lado, é recomendável recorrer a uma protecção quer para os olhos, quer para os ouvidos, ao disparar.

Quais são os outros conselhos importantes para uma caça à perdiz vermelha de qualidade?

  • Treinar com alvos fixos – se for um principiante, antes de se iniciar na prática, é melhor dirigir-se a um campo de tiro ou a um terreno baldio e atirar o mais possível para treinar a sua pontaria. As distâncias podem variar: 20, 35, 50 metros…
  • Segurar de forma correcta – a mão que não dispara tem de segurar sempre a coronha, que geralmente se encontra no meio do cano. De seguida, segura-se de forma firme a arma, através de um «V» que se forma pelo indicador e pelo dedo polegar. O cabo tem de ser apoiado com a mão que irá disparar (isto é, a mão com a qual se escreve), no suporte que se encontra atrás do gatilho.
  • Colocar correctamente a espingarda na posição para disparar, ou seja, deve-se aninhar a arma no ombro, mantendo as mãos na mesma posição. Contudo, tem de se rodar a espingarda para cima. A lembrar que os pés devem estar sempre separados ao nível dos ombros. Os joelhos devem ficar ligeiramente flectidos e o corpo tem de rodar 40 graus para o lado em que se encontra alvo (baseando-se na mão do disparo).

Aperfeiçoe o seu jeito para caçar, através dos exemplares de perdiz vermelha disponibilizados pela Quinta dos Penedinhos. Entre em contacto connosco pelo número 914 563 661

Criação de coelhos: quais as doenças que afectam estes animais?

Para uma criação de coelhos com uma elevada qualidade, é necessário estar atento a uma série de aspectos, como as doenças mais frequentes que atingem estes animais. Caso contrário, o negócio da cunicultura poderá ficar seriamente em risco. Disenterias, dermatites e diarreias são apenas alguns dos principais exemplos de patologias.

criacao de coelhos

Porque as disenterias podem afectar uma criação de coelhos?

Começando pelas disenterias, estas infecções nos intestinos costumam aparecer de forma mais frequente durante o desmame. Geralmente, as disenterias surgem devido a alimentos sujos ou fermentados e pela excessiva forragem verde desses produtos. Os parasitas intestinais, as intoxicações alimentares, o calor intenso e os alojamentos húmidos também podem estar na origem de disenterias.

A coccidiose é outro motivo de preocupação para quem se ocupa com a criação de coelhos, visto que causa uma elevada mortalidade, nomeadamente nas crias. Além de poder estar na origem de uma morte repentina, a coccidiose manifesta-se através de perda de peso, de anorexia, de diarreia e de distensão nos abdominais.

Para prevenir a coccidiose, é recomendável apostar bastante na higiene. Por exemplo, deve haver uma constante desinfecção local e é importante impedir que os alimentos entrem em contacto com outros animais.

Sabe o que é a coriza e quais são as suas consequências?

As diarreias também são perigosas numa criação de coelhos, porque podem conduzir a uma rápida desidratação. Há diversas causas para o surgimento da diarreia: desde alimentos sujos, em mau estado ou fermentados a bactérias, parasitas nos intestinos ou vírus.

Esta diarreia pode ser acompanhada por uma sede intensa e perda de vivacidade e de apetite. O nível de gravidade varia conforme a causa da diarreia. É aconselhável dar bastante água fresca para que não haja uma desidratação. Manter o coelho num espaço quente e levá-lo rapidamente ao veterinário são outras sugestões importantes.

A destacar ainda a coriza, que pode aparecer em qualquer época do ano. Normalmente, surge com uma secreção abundante da mucosa do nariz, juntamente com contínuos espirros. Dependendo do caso, a coriza tanto pode ser infecciosa, como benigna.

Os coelhos também podem ser afectados por doenças de pele. É o caso da dermatite húmida aguda, que se desenvolve em áreas com muita humidade.

Quais os outros sintomas a que se deve estar atento numa criação de coelhos?

  • Abanar as orelhas – pode ser um sintoma de infecção no ouvido ou de ácaros.
  • Inchaço no abdómen – é possível que seja um quadro de excesso de gases (ou seja, de timpanismo).
  • Excesso de baba – há uma diversidade de causas, como um mau alinhamento dentário, excesso de calor, dores abdominais e stress.
  • Depressão – pode ser um sinónimo de intoxicação por metais, como o chumbo.

A Quinta dos Penedinhos conta com uma criação de coelhos cercada com os maiores cuidados para evitar o desenvolvimento destes e outros sintomas e doenças. Ligue-nos para 914 563 661