Repovoamento de Coelho Bravo – Criação da Quinta dos Penedinhos

O repovoamento de coelhos bravos, em zonas com aptidão cinegética, é uma solução que visa contribuir, de forma sustentável, para o equilíbrio do ecossistema.

Localizada no concelho de Sintra, a Quinta dos Penedinhos apresenta as condições ideais de replicação do habitat natural do coelho bravo, tendo-se dedicado à criação desta espécie em cativeiro para fins de repovoamento, contribuindo para a preservação da espécie.

A importância do repovoamento de coelhos bravos é inegável e tem inúmeras vantagens. Saiba quais e descubra alguns conselhos sobre a criação deste animal.

Conheça a Importância da Criação de Coelhos Bravos

O coelho bravo desempenha um papel fundamental na preservação dos ecossistemas mediterrânicos, fazendo parte da cadeia alimentar de espécies em risco de extinção, como o lince ibérico e a águia imperial, para além de ser uma espécie muito procurada pelos caçadores.

No entanto, nos últimos 50 anos, a população de coelhos bravos diminuiu significativamente, devido a vários fatores, nomeadamente:

  • Doenças; como a doença hemorrágica viral e a mixomatose;
  • Predação;
  • Degradação do habitat;
  • Intensificação da agricultura.

Daí ser tão importante investir na recuperação e preservação desta espécie.

Vantagens da Criação de Coelhos Bravos em Cativeiro

A criação de coelhos bravos em cativeiro, em ambiente controlado, visa garantir a sustentabilidade da espécie, apresentando inúmeras vantagens, entre as quais:

  • Maior proteção contra predadores;
  • Recriação do seu habitat natural;
  • Acesso contínuo a água e alimentação de qualidade;
  • Maior proteção contra doenças;
  • Ambiente seguro, propício à procriação.

O resultado é a obtenção de animais saudáveis e em número suficiente para garantir a conservação da espécie e repovoar as zonas carenciadas.

4 Conselhos Úteis para a Criação de Coelhos Bravos

A criação do coelho bravo exige tempo e dedicação, cabendo ao criador efetuar uma gestão eficiente destas populações.

1. Recorra a produtores de confiança

Antes de adquirir os primeiros exemplares, certifique-se de que são geneticamente puros e saudáveis.

A taxa de mortalidade do coelho bravo é elevada, pelo que é fundamental adquirir os seus coelhos a criadores especializados.

2. Controle regularmente as populações de coelhos

A supervisão das populações de coelhos passa, não só pelo controlo regular das suas condições de saúde e capacidade reprodutiva, mas também por um ajustamento da população às reais necessidades das áreas de intervenção.

Assim, evita-se uma produção descontrolada, que pode comprometer a qualidade da espécie.

3. Efetue uma boa gestão do habitat

Quando falamos numa boa gestão do habitat, falamos em refúgio, água limpa e fresca e alimentação adequada.

Estes fatores garantem a saúde e uma boa capacidade reprodutiva da espécie, num ambiente o mais próximo possível do natural.

4. Garanta o controlo de doenças virais

Por último, mas não menos importante, deve ser feito um controlo rigoroso das doenças endémicas. Para isso, é importante contar com o apoio de um veterinário, para efetuar a vacinação dos seus animais.

Quinta dos Penedinhos – Uma Referência em Repovoamento

A sua vasta experiência, aliada a técnicas de criação inovadoras, fazem da Quinta dos Penedinhos um criador de coelhos bravos de referência a nível nacional.

Necessita de ajuda nas suas ações de repovoamento de coelho bravo?

Fale connosco e conheça o nosso programa de repovoamento de coelho bravo in sito.

Qual a melhor raça de cães para caçar perdizes?

O fiel companheiro do homem é também o melhor aliado quando se trata de caçar perdizes. A sua destreza física e o seu olfato apurado são uma mais-valia para os caçadores.

Os cães são, por isso, elementos cruciais, tendo a tarefa de descobrir e cobrar as presas.

Se já é caçador ou vai iniciar-se nesta atividade é importante que esteja ciente de que nem todos os canídeos têm aptidão para esta função.

Neste artigo apresentamos três raças de cães que são excelentes para a caça à perdiz.

 1. Pointer – uma das raças mais indicadas para caçar perdizes

De porte médio, ativo, leal, afetuoso e com temperamento equilibrado, o Pointer é uma das raças de cães mais indicadas para a caça à perdiz e das preferidas em Portugal, devido às suas excelentes qualidades de caçador. Adapta-se muito bem a terrenos planos e caça em perfeita sintonia com o seu dono.

Originário do Reino Unido, o seu nome revela muito da sua personalidade: descobrir a presa e apontá-la (point) para o caçador.

Pointer tem um ótimo faro e como é muito ágil, devido à sua resistência física, é capaz de percorrer grandes distâncias sem grandes queixas. Uma vantagem na hora de procurar as perdizes.

Sendo muito meigo, é igualmente um excelente cão de companhia e de família. Daí a aposta dos caçadores nesta raça. Juntam o útil ao agradável: um excecional animal de caça, que tem uma faceta de cão brincalhão e alegre, que se dá muito bem com crianças.

Se tem um Pointer leve-o a conhecer as perdizes da Quinta dos Penedinhos e teste as suas capacidades de caça.

2. Setter – destaca-se pelo faro apurado

Descendente dos Spaniels, o Setter inglês é extremamente habilidoso como caçador.

De pelo cumprido e em quatro cores diferentes, o setter é facilmente identificável. Pode chegar a pesar 30 kg, tem um faro muito apurado e é igualmente um companheiro apreciado pelos mais novos, devido ao seu perfil cuidadoso e meigo.

Como se trata de uma raça que tem predisposição para ser treinada e é bastante silenciosa, os caçadores de perdizes encontram neste cão um companheiro de caça à altura, tanto de perdizes, como de patos ou cordonizes. Diga-se, a propósito, que o Setter é também um excelente nadador.  

Como passa facilmente despercebido e atinge uma alta velocidade a correr no encalço da presa, é uma das raças de parar mais eficazes para caçar perdizes.

3. Perdigueiro (português) – o companheiro do caçador

O Perdigueiro é uma das raças de cães mais conhecidas da população portuguesa. Mesmo quem não é entendido nesta matéria identifica facilmente este belo espécimen. A sua robustez física (peito largo, altura que oscila entre os 50 e 60 centímetros e umas patas finas como as de um gato) dotam-no das melhores condições para correr no encalço das presas.

Além disso, o perdigueiro é um cão que caça para agradar ao seu dono. Nunca se afasta do alcance do tiro e é extremamente submisso. Tem uma curiosidade inata e uma capacidade de entrega fora do comum. É bastante polivalente, já que se adapta a vários tipos de terreno, de clima e até de caça.

Agende a sua visita à Quinta dos Penedinhos.

Seja qual for a raça que escolha para caçar perdizes, não deixe de treiná-la com as perdizes da Quinta dos Penedinhos; perdizes com um comportamento em tudo parecido com o das bravas. Agende a sua visita através do mailquinta.dos.penedinhos@gmail.com

Caça à perdiz: Mulheres também apertam o gatilho

Embora ainda sejam uma minoria, as mulheres que praticam caça sentem-se confortáveis neste universo protagonizado por homens e nem sequer reclamam por privilégios, mesmo que eles insistam em concedê-los.

Estas amantes da caça à perdiz não fazem quaisquer tipos de exigências e, destemidas, vão para o terreno e sentem a adrenalina dos momentos decisivos em que pressionam o gatilho. 

Saiba mais sobre a caça à perdiz, com a Quinta dos Penedinhos.

Mulheres dedicam-se cada vez mais à caça à perdiz

Perante a inexistência de números oficiais, só se pode fazer estimativas: Cem? Duzentas? Bom, a quantidade de mulheres que se dedica à caça é um mistério, mas o crescimento da participação feminina é uma evidência, tal como as piadas que as (poucas) caçadoras ouvem. «Vais caçar de unhas pintadas?» ou «Vais caçar de unhas de gel?» são as frases jocosas mais proferidas pela ala masculina que domina esta atividade.

Se lhe contarmos que há até mulheres que iniciam o marido na caça, é capaz de achar que também estamos a brincar, uma vez que se trata de uma situação invulgar e até insólita: é que, em 99,99% dos casos, o «vício» de caçar é transmitido pelo pai, por um avô ou por um tio. Mas estamos mesmo a falar a sério: foi o que aconteceu com a caçadora Susana Silva e o seu marido, Rui Pereira.

Este é mesmo um casal fora do comum e que prova que quem corre – ou caça – por gosto não cansa: Afinal de contas, Susana e Rui residem em Santa Maria da Feira, mas não hesitam em percorrer cerca de 400 quilómetros para chegarem ao Clube de Pescadores e Caçadores de Tavira e, posteriormente, irem caçar para o Monte Tacão, próximo do município de Mértola.

Para mais informações sobre a criação de perdiz vermelha em cativeiro consulte a Quinta dos Penedinhos.

Caça à perdiz mantém-se no topo das preferências de homens e mulheres

A crescente participação feminina é reconhecida pela própria Federação Portuguesa de Caçadores. Por exemplo, em 2009, a organização realizou uma ação de charme na qual somente as mulheres praticaram a caça à perdiz em terras alentejanas. As 20 caçadoras ainda estiveram no encalço de lebres.

“Tentar trazer gente nova para a caça, visto que, sem caçadores, esta atividade acaba por desaparecer” foi o principal objetivo desta iniciativa, conforme declarou Hélder Ramos, presidente da Federação Portuguesa de Caçadores, à SIC.

Podem pertencer a géneros diferentes, mas a verdade é que todos os caçadores partilham alguns gostos. É o caso do «dia do caçador» que é consensual: é sempre ao Domingo. A caça a perdiz mantém-se no topo das preferências de ambos os géneros. Aliás, esta ave é considerada como «a espécie rainha», devido à sua beleza e rapidez, o que acaba por exigir um tiro rápido. As regras da caça à perdiz são igualmente válidas para os dois géneros: é altamente proibido abater o animal, quando este se encontra a andar/correr, por exemplo. 

Seja homem, seja mulher, saiba mais sobre a criação de perdiz vermelha em cativeiro, consultando a Quinta dos Penedinhos.

Fonte: Diário de Notícias

Criação consciente de Coelho Bravo para proteger a espécie

Todos sabemos que o coelho bravo é uma das espécies cinegéticas mais importantes do nosso país e, igualmente, uma das mais ameaçadas, por força da Doença Hemorrágica Viral que é bastante agressiva para o coelho. Importa, por isso, dedicar especial atenção à preservação do coelho bravo, a principal presa do também ameaçado lince ibérico.

A via mais segura para garantir que estes animais cheguem à fase adulta, saudáveis e se reproduzam, é sem dúvida a criação em cativeiro. Num ambiente controlado, o coelho bravo está mais protegido das doenças mortíferas que o afetam, tem acesso a comida e a água de qualidade, assim como cresce num habitat relativamente protegido da ação dos seus predadores naturais.

Vantagens da Criação de Coelho Bravo

Se o criador de coelho bravo tiver o conhecimento e a experiência para garantir um ambiente o mais próximo possível do seu habitat natural, as vantagens de optar pela criação em cativeiro são inúmeras. Veja-se o caso da Quinta dos Penedinhos que, graças a um trabalho dedicado e de acordo com todos os padrões de preservação da espécie, tem conseguido dar continuidade à criação de coelho bravo. Os coelhos nascidos e criados na Quinta dos Penedinhos são depois vendidos, tanto a outros criadores, como às zonas de caça para efeitos de repovoamento.

Os principais benefícios desta atividade consistem em:

  • Maior proteção face aos predadores;
  • Melhor alimentação favorecendo a boa saúde dos animais;
  • Maior proteção face às doenças e outras lesões;
  • Melhor controlo do relacionamento entre as povoações de coelho bravo;
  • Recriação de um ambiente seguro, tanto para as crias crescerem, como para fomentar a procriação.

O resultado da criação de coelho bravo em cativeiro verifica-se no aspeto sadio destes animais e na obtenção dos exemplares necessários para garantir a conservação da espécie e repovoar as zonas carenciadas.

Possível extinção do Coelho Bravo preocupa criadores

O coelho bravo criado em cativeiro não tem de ficar necessariamente circunscrito a este ambiente controlado durante toda a sua vida. Aliás, uma das mais-valias deste processo consiste precisamente na manutenção das crias até à idade adulta, altura em que devem ser libertados no seu habitat natural.

Trata-se de uma solução sustentável que permite preservar uma espécie que tem vindo a desaparecer, em virtude, fundamentalmente, da agressividade das doenças que a afetam.

As consequências desta tendência repercutem-se a vários níveis do ecossistema. O coelho bravo é a principal presa da águia-imperial e do lince ibérico. Logo, são duas espécies que indiretamente estão igualmente ameaçadas.

Na Quinta dos Penedinhos, os efeitos práticos da boa gestão cinegética são visíveis: a Reserva Natural onde foi construído o centro de criação do coelho bravo replica o habitat natural desta espécie e tem sido um dos fatores críticos do sucesso da criação em cativeiro. Venha conhecer o projeto, marcando visita através do e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Chegou a hora de fazer o repovoamento de perdiz vermelha!

Os incêndios que assolaram o país no último ano trouxeram más notícias para quem pratica a caça à perdiz. Grande parte das zonas de caça foram destruídas, o que obrigou a tomada de medidas restritivas por parte das autoridades.

Com efeito, O Governo publicou uma portaria que impede a caça à perdiz, lebre, coelho e codorniz em 94 concelhos dos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Santarém, Setúbal, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu. Por exemplo, na Beira Interior, as caçadas foram proibidas em 20 dos 25 concelhos de Castelo Branco e Guarda. Já em Castelo Branco, os caçadores não poderão praticar a sua atividade nos concelhos de Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão. Também na Guarda, a proibição estende-se aos concelhos de Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso e Vila Nova de Foz Côa. Em Manteigas e na Mêda, a caça é permitida dois dias por semana.

Na prática, a portaria 333-A, de 3 de novembro de 2017, impôs a proibição de caça à perdiz e de todas as espécies cinegéticas em regiões que têm mais de mil hectares de área ardida e estabeleceu a criação de uma faixa de proteção de 250 metros à volta das áreas devastadas. No total, são 96 concelhos do país que estão abrangidos por esta regra.

“Este ano, que foi atípico e anormal, houve necessidade de adotar medidas mais rígidas”, anunciou o tenente-coronel Joaquim Delgado, responsável pela divisão da Proteção e Vigilância florestal do SEPNA (Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente) da GNR, em declarações à imprensa. “Com a portaria, pretende proteger-se as espécies que sobreviveram aos incêndios porque ficam confinadas a uma área não ardida muito pequena. São os casos da perdiz, do coelho, da lebre ou da codorniz”, acrescentou. O objetivo desta medida é proteger a fauna que sobreviveu aos incêndios que destruíram espécies selvagens.

Posto isto, chegou a hora de meter mãos à obra no que diz respeito ao repovoamento das zonas ardidas com perdiz vermelha.

Precisa de ajuda para fazer o repovoamento?

A Quinta dos Penedinhos ajuda!

A resposta está na Quinta dos Penedinhos, em Sintra! Na Quinta dos Penedinhos encontra um moderno centro cinegético, que engloba várias propriedades e edificações. A unidade está inserida na Reserva Ecológica Natural de Sintra e tem todas as condições naturais para a criação das espécies cinegéticas: perdiz vermelha e coelho bravo.

Com mais de 10 anos de experiência de ações de repovoamento, desenvolvemos um modelo próprio – 5 A’s – para o efeito.

Pode contar com os nossos conselhos e recomendações para um repovoamento de sucesso.

Criador de referência da perdiz vermelha

A Quinta dos Penedinhos é, por isso, a solução ideal para todos (proprietários de zonas de caça, gestores de caça, caçadores, etc.) que ficaram impedidos de tirar proveito imediato das respetivas zonas de caça, mas que pretendem recuperá-las a curto prazo por forma a poder voltar a explorá-las como no passado.

Temos de semear hoje o que queremos colher amanhã. Daí a importância e a necessidade de iniciar já de alguma forma o repovoamento a pensar num futuro mais risonho.

O centro cinegético está devidamente certificado pelo ICNF e a empresa é um dos criadores de referência de perdizes vermelhas, que se destacam pela sua beleza e capacidade de voo extraordinária.

Venha conhecer a Quinta dos Penedinhos. Contacte-nos através do e-mail: quinta.dos.penedinhos@gmail.com

 

Vamos à caça da perdiz? Dicas e truques para ter êxito!

A caça da perdiz é uma atividade que certamente lhe permite ter momentos de convívio com outros caçadores, livres de stress, longe da rotina familiar e do trabalho. Mas, sabemos que caçar não é fácil, por isso, reunimos um conjunto de conselhos úteis para quem não prescinde de uma caçada eficaz e em segurança.

1. Conhecer o local e a presa

Qualquer caçador que pretenda ter sucesso na sua atividade terá que conhecer previamente a região onde vai caçar, isto é, a geografia, a fauna e a flora, bem como as características da sua presa, nomeadamente os horários em que está ativa, qual o seu comportamento, qual o equipamento adequado para a caça, entre outros fatores. Estas são duas condições que vão ditar o êxito da sua caçada!

No caso da perdiz, na Quinta dos Penedinhos, poderá obter um serviço de consultoria sobre a melhor forma de fazer o repovoamento desta espécie, conhecer o processo de produção e as características desta espécie. Agende uma visita através do e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com e fique a saber tudo sobre a perdiz vermelha.

2. Preparação física

A caça da perdiz exige sobretudo técnica e um bom domínio da arma. No entanto, terá também que percorrer uma área considerável para descobrir as suas presas, o que faz com que a preparação física seja tão necessária para a caça da perdiz como na caçada de outra espécie. Lembre-se que terá de ter resistência para longas caminhadas, por vezes nem sempre nas melhores condições atmosféricas e em terreno que pode ser irregular. Além disso, a prática de tiro também exige uma boa destreza muscular para manusear e transportar a arma.

3. Treine bastante o tiro em voo

Antes de se aventurar na caça verifique se a sua licença está em dia; os caçadores têm de estar legalizados. Se ainda não o fez, terá de frequentar um curso. Caçar perdiz exige pontaria e experiência, qualidades que só se adquirem com muito treino, por isso, procure espaços e ocasiões largadas) para treinar os seus tiros.

4. Não se esqueça do seu fiel amigo

Os cães são os grandes companheiros dos caçadores de perdizes. São o parceiro necessário neste desporto, que vão auxiliá-lo a descobrir e a recolher a perdiz. Por isso, se quer juntar o útil ao agradável, é uma boa altura para adquirir um cão de caça e treiná-lo para ser um bom caçador.

5. Saiba como funciona a largada de perdizes

Se vai participar numa largada de perdizes, tem de ser conhecedor da dinâmica da ação, para não colocar em causa, não só a sua integridade e segurança, mas também as dos outros participantes. Quem está responsável pela largada terá de assumir a organização dos participantes. Esteja atento às indicações que lhe forem transmitidas, nomeadamente as medidas de segurança e as regras de comportamento. Para saber qual é o seu lugar terá de participar no sorteio das portas. Assim que estas são abertas, as perdizes são largadas e é hora do caçador fazer mira ao alvo e atirar. Quando ouvir a buzina, está no momento de guardar a arma no estojo e procurar as “suas” perdizes, com a ajuda dos cães. No final, as aves são divididas pelos caçadores.

 

A Quinta dos Penedinhos dedica-se à criação de perdizes com grande capacidade voo, especialmente indicadas para as largadas, tanto de portas, como para caçar de salto.

Contacte-nos e informe-se sobre as condições, ligando para o +351 914 563 661.

Invista na criação do coelho bravo para a preservação da espécie

A criação do coelho bravo exige tempo e dedicação. Se está a pensar enveredar por esta atividade ou já a pratica, conheça algumas dicas sobre os cuidados a ter com a espécie, para que esta se desenvolva e reproduza de forma saudável.

Como fazer a criação do coelho bravo?

Em primeiro lugar, terá que recorrer a um produtor de confiança, que apresente exemplares geneticamente puros, saudáveis e devidamente cuidados. Como sabe, existe uma elevada taxa de mortalidade juvenil e adulta nas populações de coelho bravo, pelo que encontrar um criador que faça uma boa gestão da espécie é crucial.

A Quinta dos Penedinhos é um criador de coelho bravo de referência a nível nacional, recomendado pelo próprio ICNF a outros criadores no início ou expansão da respetiva atividade. Aqui, não só encontra animais de qualidade, como pode obter conselhos e dicas sobre os cuidados a ter para uma boa preservação da espécie. Por exemplo:

  1. Supervisionar as populações de coelho bravo: planificar é a palavra-chave. Quer esteja a começar a atividade ou a expandi-la, terá de definir como quer que esta se desenvolva. Supervisionar as populações de coelho bravo, nomeadamente a sua saúde, o seu comportamento, a sua distribuição e capacidade reprodutiva, são essenciais para prevenir um crescimento descontrolado em que não consiga assegurar a qualidade da espécie. Essa supervisão passa também pelo controlo do contacto com os predadores. Uma cooperação com os gestores de caça e de caçadores é igualmente importante para ajustar a sua produção à zona de caça ou de intervenção.
  2. Repovoar em semi-cativeiro: é uma tarefa que permite preservar, a longo prazo, coelhos bravos viáveis. Ao criar as condições ideais para uma parte desta população num determinado local, está a diminuir o stress gerado pela adaptação a um novo ambiente e pelo processo de transação. Recentemente, no sul de Espanha, foi possível verificar que a criação de coelho bravo num habitat com o clima adequado, durante 6 dias, era o suficiente para incrementar consideravelmente a sua sobrevivência. O semi-cativeiro é uma alternativa viável e menos dispendiosa na manutenção da espécie e produção de animais mais saudáveis e menos sujeitos à ação dos predadores.
  3. Gerir o habitat: este ponto é essencial para a criação de coelhos bravos saudáveis. Refúgio, água e alimento são medidas basilares, pelas quais deverá zelar para evitar que os seus animais fiquem doentes e para que se reproduzam adequadamente. Uma boa gestão do habitat terá efeitos positivos a médio e longo prazo, nomeadamente na esperança de vida e expansão da espécie. Zonas de alimentação em cativeiro, devidamente acondicionadas e limpas, ou acesso a pastagens com vários tipos de leguminosas, cereais e gramíneas, são determinantes para proporcionar o alimento adequado ao coelho bravo. Deverá ainda assegurar-se de que há sempre água fresca, em boa quantidade e limpa. Para fazer criação de coelho bravo num habitat natural terá que construir abrigos, caso a área seja uma zona de cultivo extenso, assim como tocas que misturem materiais artificiais (pellets de madeiras, por exemplo) e naturais (ramos, pedras, etc.).
  4. Controlar as doenças virais: as principais doenças endémicas que afetam o coelho bravo são a Mixomatose e a Doença Hemorrágica Viral (DHV). Especialmente as populações em estado selvagem, cuja seroprevalência de anticorpos contra estes vírus é bastante elevada. Daí ser indicado o recurso a criadores especializados, como a Quinta dos Penedinhos, para adquirir os animais que necessita para iniciar ou expandir a sua atividade. Para controlar a doença deverá vacinar os seus coelhos bravos. Por isso, o apoio de um veterinário é igualmente um ponto obrigatório para garantir que a população de coelho bravo está devidamente imunizada.

A atividade cinegética é uma importante fonte de receitas em Portugal, já que existem cerca de 150.000 caçadores. Portanto, antes de se aventurar na criação de coelho bravo recorra a quem tem experiência e provas dadas de qualidade neste segmento. Contacte a Quinta dos Penedinhos pelo telefone 914 563 661 ou e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Vírus e doenças mais comuns que afetam as perdizes de cativeiro

Na Península Ibérica, a perdiz-vermelha é a ave cinegética mais comum, sendo uma espécie muito apetecível dos caçadores.

Em Portugal, e em liberdade, esta ave vive em bandos (fora da época do acasalamento), sendo bastante procurada pelos caçadores. Contudo, para criar perdizes de qualidade é necessário possuir conhecimentos técnicos e desenvolver um habitat com as condições adequadas ao seu crescimento saudável. Isto porque, a perdiz-vermelha, também conhecida por perdiz-comum, costuma ser afetada por várias doenças e vírus. Se procura altos padrões de qualidade na criação de perdizes, opte por um criador de referência a nível nacional como a Quinta dos Penedinhos, onde são seguidos todos os protocolos para evitar as doenças mais comuns da espécie.

Saiba mais sobre este criador, através do e-mail: quinta.dos.penedinhos@gmail.com

As perdizes podem ser afetadas por doenças virais

As mais comuns são:

  • A doença de Newcastle: o período de incubação é variável e há o risco de contágio direto. Este vírus afeta o sistema nervoso e digestivo, provocando hemorragias no cérebro e intestino.
  • Vírus Fowlpox: o período de incubação é de seis a oito dias e aparece sobretudo na Primavera e Outono. Afeta especialmente as perdizes adultas e caracteriza-se pelo aparecimento de crostas e feridas nas zonas cutâneas expostas, boca e laringe. Pode causar lesões no fígado e ovários.
  • Vírus Encefalomielitis: é de contágio direto e leva quatro a seis dias a incubar. Esta doença afeta o sistema nervoso da perdiz, assim como a sua fertilidade, sendo responsável pela elevada mortalidade embrionária.
  • Vírus Laringotraqueíte: pode demorar entre quatro e nove dias a incubar e afeta os olhos das perdizes, causando conjuntivite. Pode também verificar-se insuficiência respiratória, já que as lesões afetam as mucosas da traqueia. O contágio é direto ou pelo ar.

As perdizes são ainda vítimas de diversas doenças bacterianas, nomeadamente:

  • Colibacilose: o período de incubação da bactéria E. Coli é de dois a quatro dias e pode ser transmitida através da água, do ambiente, da alimentação e de outros animais doentes. É uma doença bastante mortal e que provoca diarreia. A melhor forma de evitar esta bactéria passa por ter sempre água limpa e instalações asseadas.
  • Salmonelose: leva quatro a seis dias a incubar e também pode ser transmitida, não só pelas perdizes contaminadas, mas também pela água e por roedores. Provoca desidratação grave, devido à diarreia e é bastante mortal.
  • Pasteurelose: o período de incubação é de seis a oito dias e os sintomas são prostração, sinusite e conjuntivite. Transmite-se por contágio direto e pelo ar.
  • Microplasmose: é transmitida por portadores da doença, outras aves e por transmissão vertical. O período de incubação é de sete a dez dias e é mortal. Os animais têm dificuldade em respirar, sinusite e ficam tão fracos, que podem desenvolver pneumonia.

Opte por criadores de perdizes certificados

A melhor forma de combater estas e outras doenças que afectam as perdizes é a prevenção. E para prevenir, a limpeza, a desinfeção e a instalação de barreiras sanitárias são as palavras-chave. A existência de instalações asseadas e desinfectadas, água limpa e comida fresca propiciam um ambiente salubre, essencial para a qualidade das aves.

A Quinta dos Penedinhos é um criador de referência a nível nacional de perdiz-vermelha, possuindo um moderno centro cinegético, afetando diversas propriedades (8,5 ha) e edificações (4.800 m2).

Venha conhecer a Quinta dos Penedinhos e assegure-se que as perdizes deste criador se encontram livres de doenças e vírus. Contacte-nos através do número +351 914 563 661.

Caça do coelho bravo poderá virar-se para outros cenários

O coelho bravo é uma das espécies mais procuradas pelos caçadores e, até então, tinha um comportamento previsível, nomeadamente no que tocava às zonas onde era fácil encontrar a espécie. Porém, tem-se assistido a uma mudança de habitat.

Para fugir das zonas de caça e devido à ausência de predadores, o coelho bravo está a aproximar-se das hortas, vinhas e pomares. É uma situação que se verifica tanto em Portugal, como em Espanha, e tem sido responsável por vários prejuízos para estes agricultores.

Por isso, se costuma ou pretende dedicar-se à caça do coelho bravo opte por reservas que fazem criação da espécie e que garantem que terá as presas que procura. É o caso da Quinta dos Penedinhos, em plena Reserva Ecológica Natural em Sintra, onde pode encontrar 5Ha das suas propriedades dedicadas à criação, em regime extensivo, de coelho bravo da espécie Oryctolagus Cuniculus Algirus.

Marque uma visita pelo email quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

 

Espécie rara ou praga?

Se, em determinadas zonas do país, o número de coelhos bravos não para de aumentar, noutras regiões, a população está em 30% ou menos. De acordo com o secretário-geral da Associação Nacional dos Proprietários Rurais (ANPC), João carvalho, em declarações ao jornal Público, em contrapartida em Mértola, “houve uma recuperação significativa e já permite o exercício da caça com níveis razoáveis, assegurando ao mesmo tempo a principal fonte de alimento do lince-ibérico (Lynx pardinus) e da águia-imperial (Aquila adalberti)”.

Também em Almeirim, as plantações hortícolas já notam os efeitos desta invasão de coelhos-bravos. “É nas zonas de regadio que o coelho encontra grande disponibilidade de alimento e não tem predadores”, explica.

 

Caça do coelho bravo em zonas certificadas

A mudança de comportamento do coelho bravo está igualmente a ter impacto na sua saúde. O fluído que a espécie retira das árvores de fruto, causando a sua destruição, tem um elevado valor nutricional e está contribuir para a erradicação de algumas das suas doenças típicas, como a febre hemorrágica ou a mixomatose.

O desaparecimento das zonas tradicionais de desenvolvimento da espécie é considerada “alarmante” para a caça e para a conservação da natureza. Contudo, para quem faz caça do coelho bravo, o mais seguro continua a ser o recurso a habitats que, apesar de serem o mais naturais possíveis, são controlados por humanos.

A Quinta dos Penedinhos detém dois alvarás de criação de coelho bravo. Nesta propriedade, os animais destacam-se pelas boas características corporais e pela fuga veloz em zigue-zague. Além disso, apresentam uma excelente capacidade de enfiamento, pelo que são perfeitos para integrar projetos de repovoamento das zonas de caça do coelho bravo.

 

Venha conhecer as soluções inovadores e a gestão sanitária rigorosa da Quinta dos Penedinhos, através do número +351 914 563 661.

Tudo o que precisa saber sobre criação de coelhos bravos passo a passo

Seja para caçar, seja para consumo, fazer criação de coelhos bravos exige cuidados específicos e conhecimentos profundos sobre a espécie. Este processo intitula-se cunicultura e implica a preparação do local onde vai receber os coelhos, de modo a recriar um habitat aproximado do natural. Saiba também que para ter sucesso nesta tarefa terá que fazer um bom investimento para obter animais saudáveis e com boas características.

Antes de se iniciar na criação de coelhos bravos, tome nota dos passos a seguir para criar as melhores condições para a cunicultura que pretende desenvolver.

  1. Escolher um bom criador: Se vai começar o processo tem que obter, antes de mais, matéria-prima de qualidade irrefutável, ou seja, tem de adquirir coelhos bravos de raça pura Oryctolagus Cuniculus Algirus. É importante que recorra a criadores que detêm os alvarás e cumprem todos os requisitos impostos por lei para assegurar o desenvolvimento saudável dos animais. A Quinta dos Penedinhos é um criador de referência nacional e recomendado pelo ICNF, a novos criadores ou a cunicultores em expansão de atividade.

Contacte a Quinta dos Penedinhos pelo 914 563 661 para esclarecer todas as suas questões.

  1. Criar o habitat quase natural: Também a lotação do espaço deve ser tida em consideração. Quanto mais espaço e menos barulho os coelhos tiverem, menos stressados irão ficar, produzindo melhores resultados a nível de reprodução. O local deverá ainda ter comedouros, bebedouros, locais apropriados para as fêmeas fazerem as lousas de parição, bem como abrigos para proteção dos coelhos.

  1. Assegurar uma alimentação adequada: Uma boa criação de coelhos não dispensa as leguminosas e as gramíneas, que podem ser complementadas com rações. Aconselhe-se junto da Quinta dos Penedinhos sobre os melhores produtos a disponibilizar aos seus animais.
  2. Reprodução a partir dos 4, 5 meses: Esta é a idade a partir da qual o coelho bravo está apto a reproduzir-se. Para tal, terá de aprender a identificar o início do cio na fêmea. Quando a vulva estiver rosada, brilhante e mucosa a fêmea está pronta a acasalar. Aprenda a avaliar o estado da fêmea por apalpação da zona do baixo ventre abdominal.
  3. Cuidados de higiene são essenciais: Quem faz criação de coelhos sabe que estes têm uma saúde frágil. Para combater o desenvolvimento dos parasitas externos e, desta forma, minimizar os riscos de contágio das doenças entre os animais, desinfecte sistematicamente os abrigos dos coelhos com cal virgem. Assegure-se que há sempre água potável e não se esqueça de combater as moscas, os mosquitos e os ratos que possam ocupar o espaço, já que são responsáveis pela transmissão de várias doenças. Igualmente importante é a vacinação, particularmente contra a Doença Hemorrágica Viral e a Mixomatose.

Para um acompanhamento especializado contacte a Quinta dos Penedinhos, através do e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com, onde encontrará um criador experiente e os melhores animais para iniciar ou expandir qualquer criação de coelhos bravos.