Arquivo da Categoria: Perdiz Vermelha

A perdiz vermelha é, hoje, uma espécie abundante em Portugal, podendo ser caçada sustentadamente. Tudo graças à boa gestão dos meios e criação de perdizes

Qual a melhor raça de cães para caçar perdizes?

O fiel companheiro do homem é também o melhor aliado quando se trata de caçar perdizes. A sua destreza física e o seu olfato apurado são uma mais-valia para os caçadores.

Os cães são, por isso, elementos cruciais, tendo a tarefa de descobrir e cobrar as presas.

Se já é caçador ou vai iniciar-se nesta atividade é importante que esteja ciente de que nem todos os canídeos têm aptidão para esta função.

Neste artigo apresentamos três raças de cães que são excelentes para a caça à perdiz.

 1. Pointer – uma das raças mais indicadas para caçar perdizes

De porte médio, ativo, leal, afetuoso e com temperamento equilibrado, o Pointer é uma das raças de cães mais indicadas para a caça à perdiz e das preferidas em Portugal, devido às suas excelentes qualidades de caçador. Adapta-se muito bem a terrenos planos e caça em perfeita sintonia com o seu dono.

Originário do Reino Unido, o seu nome revela muito da sua personalidade: descobrir a presa e apontá-la (point) para o caçador.

Pointer tem um ótimo faro e como é muito ágil, devido à sua resistência física, é capaz de percorrer grandes distâncias sem grandes queixas. Uma vantagem na hora de procurar as perdizes.

Sendo muito meigo, é igualmente um excelente cão de companhia e de família. Daí a aposta dos caçadores nesta raça. Juntam o útil ao agradável: um excecional animal de caça, que tem uma faceta de cão brincalhão e alegre, que se dá muito bem com crianças.

Se tem um Pointer leve-o a conhecer as perdizes da Quinta dos Penedinhos e teste as suas capacidades de caça.

2. Setter – destaca-se pelo faro apurado

Descendente dos Spaniels, o Setter inglês é extremamente habilidoso como caçador.

De pelo cumprido e em quatro cores diferentes, o setter é facilmente identificável. Pode chegar a pesar 30 kg, tem um faro muito apurado e é igualmente um companheiro apreciado pelos mais novos, devido ao seu perfil cuidadoso e meigo.

Como se trata de uma raça que tem predisposição para ser treinada e é bastante silenciosa, os caçadores de perdizes encontram neste cão um companheiro de caça à altura, tanto de perdizes, como de patos ou cordonizes. Diga-se, a propósito, que o Setter é também um excelente nadador.  

Como passa facilmente despercebido e atinge uma alta velocidade a correr no encalço da presa, é uma das raças de parar mais eficazes para caçar perdizes.

3. Perdigueiro (português) – o companheiro do caçador

O Perdigueiro é uma das raças de cães mais conhecidas da população portuguesa. Mesmo quem não é entendido nesta matéria identifica facilmente este belo espécimen. A sua robustez física (peito largo, altura que oscila entre os 50 e 60 centímetros e umas patas finas como as de um gato) dotam-no das melhores condições para correr no encalço das presas.

Além disso, o perdigueiro é um cão que caça para agradar ao seu dono. Nunca se afasta do alcance do tiro e é extremamente submisso. Tem uma curiosidade inata e uma capacidade de entrega fora do comum. É bastante polivalente, já que se adapta a vários tipos de terreno, de clima e até de caça.

Agende a sua visita à Quinta dos Penedinhos.

Seja qual for a raça que escolha para caçar perdizes, não deixe de treiná-la com as perdizes da Quinta dos Penedinhos; perdizes com um comportamento em tudo parecido com o das bravas. Agende a sua visita através do mailquinta.dos.penedinhos@gmail.com

Caça à perdiz: Mulheres também apertam o gatilho

Embora ainda sejam uma minoria, as mulheres que praticam caça sentem-se confortáveis neste universo protagonizado por homens e nem sequer reclamam por privilégios, mesmo que eles insistam em concedê-los.

Estas amantes da caça à perdiz não fazem quaisquer tipos de exigências e, destemidas, vão para o terreno e sentem a adrenalina dos momentos decisivos em que pressionam o gatilho. 

Saiba mais sobre a caça à perdiz, com a Quinta dos Penedinhos.

Mulheres dedicam-se cada vez mais à caça à perdiz

Perante a inexistência de números oficiais, só se pode fazer estimativas: Cem? Duzentas? Bom, a quantidade de mulheres que se dedica à caça é um mistério, mas o crescimento da participação feminina é uma evidência, tal como as piadas que as (poucas) caçadoras ouvem. «Vais caçar de unhas pintadas?» ou «Vais caçar de unhas de gel?» são as frases jocosas mais proferidas pela ala masculina que domina esta atividade.

Se lhe contarmos que há até mulheres que iniciam o marido na caça, é capaz de achar que também estamos a brincar, uma vez que se trata de uma situação invulgar e até insólita: é que, em 99,99% dos casos, o «vício» de caçar é transmitido pelo pai, por um avô ou por um tio. Mas estamos mesmo a falar a sério: foi o que aconteceu com a caçadora Susana Silva e o seu marido, Rui Pereira.

Este é mesmo um casal fora do comum e que prova que quem corre – ou caça – por gosto não cansa: Afinal de contas, Susana e Rui residem em Santa Maria da Feira, mas não hesitam em percorrer cerca de 400 quilómetros para chegarem ao Clube de Pescadores e Caçadores de Tavira e, posteriormente, irem caçar para o Monte Tacão, próximo do município de Mértola.

Para mais informações sobre a criação de perdiz vermelha em cativeiro consulte a Quinta dos Penedinhos.

Caça à perdiz mantém-se no topo das preferências de homens e mulheres

A crescente participação feminina é reconhecida pela própria Federação Portuguesa de Caçadores. Por exemplo, em 2009, a organização realizou uma ação de charme na qual somente as mulheres praticaram a caça à perdiz em terras alentejanas. As 20 caçadoras ainda estiveram no encalço de lebres.

“Tentar trazer gente nova para a caça, visto que, sem caçadores, esta atividade acaba por desaparecer” foi o principal objetivo desta iniciativa, conforme declarou Hélder Ramos, presidente da Federação Portuguesa de Caçadores, à SIC.

Podem pertencer a géneros diferentes, mas a verdade é que todos os caçadores partilham alguns gostos. É o caso do «dia do caçador» que é consensual: é sempre ao Domingo. A caça a perdiz mantém-se no topo das preferências de ambos os géneros. Aliás, esta ave é considerada como «a espécie rainha», devido à sua beleza e rapidez, o que acaba por exigir um tiro rápido. As regras da caça à perdiz são igualmente válidas para os dois géneros: é altamente proibido abater o animal, quando este se encontra a andar/correr, por exemplo. 

Seja homem, seja mulher, saiba mais sobre a criação de perdiz vermelha em cativeiro, consultando a Quinta dos Penedinhos.

Fonte: Diário de Notícias

Acção de Repovoamento da ZCT da Herdade do Cabido Grande com Perdiz Vermelha – Parte II

1. Introdução. Esta acção de repovoamento teve lugar no passado dia 04 de Setembro de 2014. As perdizes foram fornecidas pela Quinta dos Penedinhos com uma idade média de 15 semanas. Estas perdizes atingiram a idade adulta por ocasião da abertura da caça a esta espécie no dia 05 de Outubro p.p.. A reserva em questão caracteriza-se, resumidamente, por ser uma zona de planalto, com muita água disponível (duas barragens) e bem distribuída, muito soalheira, com pouco mato rasteiro, bem arborizada (sobreiros e azinheiras) e com terrenos enxutos, incluindo ainda zonas adstritas a culturas de regadio. Sob a supervisão do Director Técnico da Quinta dos Penedinhos, a ZCT logrou um bom nível de integração da Alimentação (comedouros), do Abrigo (semi-rústico), e da Água (barragens). Já quanto ao nível de perturbação, a prevalência de predadores aéreos (águias), bem como a presença constante do gado (ovino e bovino), constituem motivos de preocupação. Finalizada a largada das perdizes no terreno, e em face do exposto, colocaram-se, desde logo, um conjunto de questões: Como se comportariam as perdizes da Quinta dos Penedinhos utilizadas na presente acção de repovoamento relativamente à sua capacidade de adaptação às condições ambientais da zona de caça? Que resultados poderíamos esperar relativamente à integração destas perdizes com as perdizes silvestres existentes na reserva, formando bandos mistos? 2.  Resultados obtidos. Nada melhor do que transcrever os testemunhos da Direcção da própria ZCT:   2.1. Apoio Técnico «Felicito a Quinta dos Penedinhos e o seu director Carlos Magro pelo seu empenho e profissionalismo, tanto na qualidade das perdizes e do apoio técnico, como também pelo seu interesse nos resultados do repovoamento.»    2.2. Adaptação das Perdizes «As perdizes estão lindas, comem nos restolhos naturais e estão bem integradas.» «E em acção de caça mostram um comportamento esquivo e uma capacidade de voo que os caçadores tanto apreciam.»   2.3. Nível de Perturbação  «Constatamos a perda de alguns exemplares por predação, difícil de quantificar, mas pouco relevante.»   2.4. Integração das Perdizes com as Nativas «As perdizes integraram-se com alguns exemplares nativos…»   2.5. Apreciação Global «Considero que factores como a qualidade genética das aves, a idade aconselhada, o bom maneio em cativeiro, a boa técnica de solta e as condições óptimas no terreno com restolhos e água abundantes favoreceram o sucesso desta acção.» «… faço uma apreciação global de excelente.»  «E porque a competência deve ser reconhecida: o nosso bem haja.»    3.      Considerações Finais Estas perdizes atingiram a idade adulta por ocasião da abertura da caça a esta espécie no passado dia 05 de Outubro de 2014 e, muito provávelmente, as perdizes que sobreviverem à referida época de caça, acasalarão e nidificarão. Convém notar, no entanto, que a agricultura intensiva que é praticada, a existência de gado e a distância das barragens existentes não abonam nada a favor da sobrevivência dos ninhos, nem dos perdigotos que, não obstante, venham a eclodir. Além do mais, a própria canalização da água a céu aberto poderá constituir uma armadilha perigosa para os perdigotos recém-nascidos, provocando o seu afogamento. Tudo isto é muito importante e necessário para o sucesso de qualquer acção de repovoamento com Perdiz Vermelha. Mas não é suficiente, pois se a qualidade das perdizes – traduzida na maior ou menor capacidade de sobrevivência em condições ambientais naturais – que se colocam no terreno não fôr boa, o repovoamento poderá ser um fracasso. As perdizes da Quinta dos Penedinhos têm-se revelado de superior qualidade nas acções de repovoamento em que têm participado, porque: a)      Evidenciam uma pureza e bravura genética notável desde os primeiros dias; b)      Estão habituadas, desde muito cedo, ao consumo de diversos cereais; c)       Estão habituadas, desde as primeiras semanas, a um tipo de comedouro muito económico e fácil de instalar em qualquer zona de caça: garrafão de plástico invertido. d)      Permanecem, a partir das 12 semanas, nos parques de voo, habituando-se a enfrentar todas as condições meteorológicas por mais adversas que sejam.  Estes procedimentos garantem uma excelente adaptação das nossas perdizes às condições naturais de qualquer zona de caça. A terminar, queremos manifestar uma vez mais os nossos agradecimentos à Direcção da ZCT da Herdade do Cabido Grande pela confiança depositada na Quinta do Penedinhos quanto à acção de repovoamento levada a cabo.   Quinta dos Penedinhos, 08 de Outubro de 2014 A Direcção.

Feira da Caça Maior de Odemira

A Quinta dos Penedinhos esteve presente na Feira da Caça Maior de Odemira que teve lugar no parque de exposições de S. Teotónio nos passados dias 13 e 14 de Setembro de 2014. A convite da Associação de Caçadores de Perdizes Vermelhas do concelho de Odemira, a Qta. dos Penedinhos forneceu as perdizes vermelhas e os coelhos bravos. As perdizes, bem como os coelhos, deliciaram os visitantes do certame, sobretudo as crianças. Do programa da feira constava, entre outros, várias demonstrações de caça com cães de parar. As perdizes da Qta. dos Penedinhos utilizadas nas referidas demonstrações de caça tiveram um comportamento excepcional – levantaram-se na cara dos cães exibindo voos muito altos e grandes – conforme a opinião de todos os profissionais envolvidos na realização das provas. Mais um prova da excelente qualidade das perdizes criadas na Qta. dos Penedinhos. Que o digam o Sr. Víctor Guerreiro, Presidente da Associação de Caçadores de Perdizes Vermelhas e o Sr. António Viana ilustre associado da mesma associação, na foto da direita para a esquerda: odmira_feiraNa foto de baixo vemos o treinador de cães de parar Sr. Jorge Rosado (proprietário do Canil Miralgarve, Vila do Bispo) em plena paragem com o seu pointer Bonus de 4 anos de idade. odmira_caes    

Acção de Repovoamento de uma Zona de Caça com Perdiz Vermelha

Um caso a seguir…

1. Caracterização da Zona de Caça A zona de caça objecto deste artigo situa-se no Alentejo, no concelho de Arraiolos. Está implantada numa propriedade com ca. de 1.700 ha. A reserva dispõe de duas barragens e de um sistema de canalização da água a céu aberto para as culturas de regadio distribuído por toda a propriedade.

Durante os trabalhos fomos acompanhados de perto por uma lebre cheia de curiosidade…

Para além das zonas adstritas às culturas de regadio (milho), a propriedade apresenta zonas de montado (sobreiros e azinheiras) relativamente limpas de mato. A reserva em questão caracteriza-se, resumidamente, por ser uma zona de planalto, com muita água disponível e bem distribuída, muito soalheira, com pouco mato rasteiro, bem arborizada e com terrenos enxutos. 2. Preparação da Zona de Caça Antes da largada das perdizes no terreno, haviam sido implementadas já um conjunto de acções com vista a assegurar às perdizes actualmente existentes as melhores condições de abrigo, alimento e água. É disponibilizado trigo em comedouros estratégicamente situados e próximos das barragens. Os comedouros estão protegidos por malha-sol para protecção contra o gado. A disponibilidade de água está naturalmente garantida pela existência de duas barragens e diversas canalizações de água a céu aberto.
Abrigo construído com aproveitamento da malha-sol, à sombra de um eucalipto e próximo da barragem, sob a supervisão do Director-Técnico da Qta. dos Penedinhos.

Abrigo construído com aproveitamento da malha-sol, à sombra de um eucalipto e próximo da barragem, sob a supervisão do Director-Técnico da Qta. dos Penedinhos.

A intervenção do pessoal técnico da Quinta dos Penedinhos consistiu: i)        Na determinação dos melhores locais para construção dos abrigos; ii)      Na supervisão da construção dos abrigos (semi-rústicos), bem como da respectiva protecção com malha-sol contra o gado; iii)     No aconselhamento sobre o tipo mais eficiente de comedouros e bebedouros.
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Abrigo semi-rústico construído sob a supervisão do Director-Técnico da Quinta dos Penedinhos, completamente integrado no ambiente.

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Abertura das tampas das caixas das perdizes por um elemento da Direcção da zona de caça.
Junto ao abrigo foi colocado um comedouro sob aforma de garrafão de plástico invertido; as perdizes da Qta. dos Penedinhos estão habituadas, desde as primeiras semanas, a este tipo de comedouro, muito prático e económico.

3.   Factores Críticos de Sucesso (FCS) 3.1 Matéria-Prima: As nossas perdizes
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As perdizes são fornecidas em caixas de cartão especialmente concebidas para este tipo de acções.

A presente acção de repovoamento, i.e. a largada das perdizes no terreno, foi realizada no passado dia 04 de Setembro de 2014 ao longo do dia. As perdizes foram fornecidas pela Quinta dos Penedinhos com uma idade média de 15 semanas. Estas perdizes atingirão a idade adulta por ocasião da abertura da caça a esta espécie no próximo dia 05 de Outubro de 2014. 3.2. Nível de Integração de Abrigo, Água, Alimentação e Ausência de Perturbação. Tratando-se de uma zona com uma grande quantidade de gado, a direcção da zona de caça optou, a nosso ver muito bem, pela protecção dos abrigos, incluindo os respectivos comedouros e bebedouros, com malha-sol e, nalguns casos, pelo aproveitamento da mesma para proporcionar o abrigo indispensável às perdizes recém-introduzidas. Outra decisão, que merece o nosso elogio, foi a selecção dos locais para a implantação dos abrigos. Com efeito, a maior parte destes foi colocada na orla das barragens. Os que se situavam mais distantes dos pontos de água foram equipados com bebedouros de campo servidos de água a partir de depósitos de 30 litros. 4. Considerações Finais Em face do exposto, devemos chamar a atenção dos leitores para a forma integrada como foram dispostos no terreno a Alimentação (comedouros), o Abrigo (semi-rústico), e a Água (barragens). Já quanto ao nível de perturbação, a prevalência de predadores aéreos (águias), bem como a presença constante do gado (ovino e bovino), constituem motivos de preocupação. Outro aspecto que nos merece um reparo é o facto da introdução das perdizes no terreno ter sido realizada ao longo do dia. Aconselhamos sempre os nossos clientes a realizar esta operação ao anoitecer, por forma a facilitar e a aumentar o período de fixação das aves no local. Neste caso, o que aconteceu foi, como era de esperar, que as perdizes colocadas de manhã, já não se encontravam nos abrigos ao final da tarde, correndo-se o risco das aves ficarem muito cedo expostas aos predadores e à perturbação da passagem do gado, inviabilizando a sua fixação ao local. Com efeito, a Direcção da zona de caça pôde observar nesse mesmo dia, ao final da tarde, a predação de uma perdiz por uma águia. Estas perdizes atingirão a idade adulta por ocasião da abertura da caça a esta espécie no próximo dia 05 de Outubro de 2014 e, muito provávelmente, as perdizes que sobreviverem à referida época de caça, acasalarão e nidificarão. Convém notar, no entanto, que a agricultura intensiva que é praticada, a existência de gado e a distância das barragens existentes não abonam nada a favor da sobrevivência dos ninhos, nem dos perdigotos que, não obstante, venham a eclodir. Além do mais, a própria canalização da água a céu aberto poderá constituir uma armadilha perigosa para os perdigotos recém-nascidos, provocando o seu afogamento. Tudo isto é muito importante e necessário para o sucesso de qualquer acção de repovoamento com Perdiz Vermelha. Mas não é suficiente, pois se a qualidade das perdizes – traduzida na maior ou menor capacidade de sobrevivência em condições ambientais naturais – que se colocam no terreno não fôr boa, o repovoamento poderá ser um fracasso. As perdizes da Quinta dos Penedinhos têm-se revelado de superior qualidade nas acções de repovoamento em que têm participado, porque:

  • Evidenciam uma pureza e bravura genética notável desde os primeiros dias;
  • Estão habituadas, desde muito cedo, ao consumo de diversos cereais;
  • Estão habituadas, desde as primeiras semanas, a um tipo de comedouro muito económico e fácil de instalar em qualquer zona de caça: garrafão de plástico invertido.
  • Permanecem, a partir das 12 semanas, nos parques de voo, habituando-se a enfrentar todas as condições meteorológicas por mais adversas que sejam.

Estes procedimentos garantem uma excelente adaptação das nossas perdizes às condições naturais de qualquer zona de caça. Vamos ver, no futuro, o que aconteceu nesta acção de repovoamento? Terão as perdizes da Quinta dos Penedinhos revelado desde o início da presente acção de repovoamento uma excelente capacidade de adaptação às condições ambientais da zona de caça intervencionada? Como terá sido a integração destas perdizes com as perdizes silvestres existentes na reserva, formando bandos mistos? A terminar, queremos manifestar os nossos agradecimentos à Direcção da ZCT da Herdade do Cabido Grande pela confiança depositada na Quinta do Penedinhos quanto à acção de repovoamento levada a cabo. Quinta dos Penedinhos, 08 de Setembro de 2014 A Direcção. Fotografias by Martim Magro (Biólogo).

Largada na Tapada, Almeirim

O Clube de Caça da Tapada, Almeirim, comemora este ano o seu 25º aniversário, no âmbito do qual decidiu orgnizar mais uma largada de perdizes que teve lugar no passado dia 20 de Julho de 2014. As portas foram colocadas a ca. de 135 metros do ponto de lançamento; definitivamente, um teste à capacidade de voo das perdizes fornecidas pela Quinta dos Penedinhos. Com efeito, as nossas perdizes tiveram um comportamento admirável, tendo correspondido inteiramente às expectativas dos caçadores, ajudando a abrilhantar a festa. Os nossos agradecimentos pela confiança depositada na nossa empresa. E muitos parabéns pelo vosso 25º aniversário. Quinta_dos_penedinhos A Direcção do Clube de Caça da Tapada. A alegria foi a nota dominante do evento.    

EXPOCAÇA 2014

A Quinta dos Penedinhos esteve presente, pela primeira vez, na Expocaça, que decorreu entre 16 e 18 de Maio de 2014. O stand nº 141 da Quinta dos Penedinhos recebeu a visita de muitos caçadores representantes de inúmeras associações e clubes, bem como diversos representantes de outras empresas do sector. Vimos agradecer públicamente o interesse que todos demonstraram em conhecer mais de perto o nosso projecto de criação das duas espécies de caça-menor mais procuradas em Portugal: o coelho bravo e a perdiz vermelha. expocaca

Acção de Repovoamento de Zona de Caça com Perdizes Vermelhas

Um Caso Emblemático

1. Caracterização da Zona de Caça repovoamento de perdizes vermelhas 1A zona de caça objecto deste artigo situa-se na zona litoral do país, entalada entre o mar a poente e a serra a nascente. A confrontação com o mar faz-se através de arribas íngremes e rochosas. Do outro lado, a serra, integra um Parque Natural, caracterizando-se por uma zona de mato virgem, muito denso, e muitas árvores frondosas e de grande porte fazendo demasiada sombra. A reserva em questão caracteriza-se, assim, por ser uma zona de planalto, relativamente plana, muito soalheira, cheia de mato rasteiro, pouco arborizada e com terrenos enxutos. Tratando-se de uma zona litoral, a construção de casas está muito limitada e as que existem, sejam casas isoladas, lugares, vilas ou aldeias, situam-se do lado da serra. A agricultura nesta região é praticamente inexistente. 2. Preparação da Zona de Caça Antes da largada das perdizes no terreno, foi feito um planeamento cuidadoso de um conjunto de acções com vista a assegurar às futuras aves: a) as melhores condições de abrigo; b) a disponibilidade de água e de alimento; c) a mínima perturbação. Relativamente ao abrigo, foi decidido tirar o melhor partido do mato existente. repovoamento de perdizes vermelhas 2Contudo, impunha-se reduzir bastante a densidade do referido mato. Para o efeito, foram realizadas em primeiro lugar desmatagens seguidas de sementeiras diversificadas de cereais. Os terrenos objecto das referidas acções de desmatagem seguida de sementeira estão dispostos em forma de mosaico, nas orlas dos quais subsiste o mato original. Além das referidas acções levadas a cabo para receber as perdizes, outras acções da mesma natureza estão planeadas, nomeadamente, desmatagem através de queimadas controladas nas encostas e outras sementeiras de cereais. repovoamento de perdizes vermelhas 3Entretanto, enquanto as sementeiras não dão frutos, é disponibilizado alimento composto por diversos cereais em comedouros estrategicamente situados e próximos dos bebedouros. No que respeita ao nível de perturbação das perdizes, refira-se a prevalência de predadores aéreos, nomeadamente as águias; situação difícil de controlar por se tratar de uma reserva colada a um Parque Natural com condições excepcionais para o desenvolvimento da referida espécie. De resto, como já se viu, por se tratar de uma zona sem agricultura e onde a construção de casas está muito limitada, a perturbação das perdizes pelo Homem é muito reduzida. 3. Factores Críticos de Sucesso (FCS) 3.1. Matéria-Prima: As nossas perdizes. repovoamento de perdizes vermelhas 4A presente acção de repovoamento, i.e. a largada das perdizes no terreno, foi realizada no passado dia 16 de Dezembro de 2013 ao final da tarde. As perdizes foram fornecidas pela Quinta dos Penedinhos com uma idade média de 40 semanas. As perdizes da Quinta dos Penedinhos revelaram desde o início da presente acção de repovoamento uma excelente capacidade de adaptação às condições ambientais da zona de caça intervencionada. Além disso, assistiu-se ainda a uma boa integração destas perdizes com as perdizes silvestres existentes na reserva, formando bandos mistos. 3.2. Nível de Integração de Abrigo, Água, Alimentação e Ausência de Perturbação. repovoamento de perdizes vermelhas 5Tratando-se de uma zona com uma densidade muito grande de mato rasteiro, a direcção da zona de caça optou, a nosso ver muito bem, pelo aproveitamento do mesmo para proporcionar o abrigo indispensável às perdizes recém-introduzidas. De seguida, e por forma a prover o alimento necessário, a direcção desta reserva já fez diversas sementeiras de cereais, tendo inclusivamente planeadas outras sementeiras para os próximos meses. Relativamente a este aspecto, devemos sublinhar a forma como foram dispostas as sementeiras já realizadas: em forma de mosaico. Outra decisão, que merece o nosso elogio, foi a selecção dos locais para a introdução dos comedouros e dos bebedouros. Com efeito, os comedouros, bem como os bebedouros, foram colocados na orla das sementeiras, próximos das sebes que hão-de servir de abrigo às perdizes, e protegidos do sol. A este respeito devemos sublinhar a importância da proximidade dos bebedouros das zonas semeadas para evitar a desidratação dos perdigotos nos meses de Verão. Outro aspecto não menos importante é a protecção dos bebedouros por forma a evitar a morte por afogamento dos perdigotos nos primeiros dias de vida. Relativamente ao actual nível de perturbação das perdizes, caracterizado fundamentalmente pela existência de muitas águias oriundas do Parque Natural contíguo à zona de caça, a concretização do plano de sementeiras conduzirá, no curto prazo, a uma interacção mínima com o Homem de todo desejável. 4. Considerações Finais repovoamento de perdizes 6Em face do exposto, devemos chamar a atenção dos leitores para a forma estratégica como foram dispostos no terreno a Alimentação (zonas semeadas) e o Abrigo (mato rasteiro), i.e. em forma de mosaico: sementeiras separadas por orlas de mato. Devemos enaltecer também o facto de como a direcção da referida zona de caça conseguiu obter, desde já, um bom nível de integração dos principais factores críticos de sucesso de uma acção de repovoamento: Abrigo, Água, Alimentação e Ausência de Perturbação. Após a finalização, a curto prazo, do plano de desmatagem e das sementeiras, é de prever a obtenção de um superior nível de integração dos referidos FCS. Tudo isto é muito importante e necessário para o sucesso de qualquer acção de repovoamento com Perdiz Vermelha. Mas não é suficiente, pois se a qualidade das perdizes – traduzida na maior ou menor capacidade de sobrevivência em condições ambientais naturais – que se colocam no terreno não fôr boa, o repovoamento poderá ser um fracasso. As perdizes da Quinta dos Penedinhos têm-se revelado de superior qualidade nas acções de repovoamento em que têm participado, porque: a) Evidenciam uma pureza e bravura genética notável desde os primeiros dias; b) Estão habituadas, desde muito cedo, ao consumo de diversos cereais; c) Estão habituadas, desde as primeiras semanas, a um tipo de comedouro muito económico e fácil de instalar em qualquer zona de caça: garrafão de plástico invertido. d) Permanecem, a partir das 12 semanas, nos parques de voo, habituando-se a enfrentar todas as condições meteorológicas por mais adversas que sejam. Estes procedimentos garantem uma excelente adaptação das nossas perdizes às condições naturais de qualquer zona de caça. Foi o que aconteceu em mais este caso. A terminar, queremos manifestar os nossos agradecimentos à Direcção do Clube de Caçadores da Freguesia de Colares pela confiança depositada na Quinta do Penedinhos e pela disponibilização de fotos e de informações sobre a acção de repovoamento levada a cabo. Quinta dos Penedinhos, 27 de Janeiro de 2014 A Direcção.

Repovoamento com Perdiz Vermelha: Um Caso de Sucesso!

Repovoamento de Zonas de Caça – Perdiz Vermelha (caça menor)

Descrevemos a seguir uma acção de repovoamento de Perdiz Vermelha realizada com êxito e que contou com o nosso apoio técnico.

O referido plano de repovoamento iniciou-se com uma visita do cliente à nossa exposição local de abrigos para efeitos de repovoamento.

perdiz vermelhaNesta visita mostrámos ao cliente diversas opções de abrigos, vantagens e desvantagens de uns e outros, por forma a que o cliente, considerando o habitat da propriedade a repovoar, estivesse em condições de decidir-se pelo abrigo mais adequado. Com efeito, o cliente acabou por decidir-se pela construção de abrigos rústicos vulgarmente designados por choças.

Junto aos referidos abrigos foram colocados bebedouros e comedouros à imagem dos que utilizamos no nosso centro cinegético nos pré-parques e nos parques de voo, para assegurar que as perdizes objecto do repovoamento não estranham os mesmos, contribuindo, assim, para a sua mais fácil adaptação ao meio.

Também a alimentação disponibilizada nos comedouros é composta basicamente por cereais, uma vez que as nossas perdizes já vêm, desde os pré-parques, habituadas a eles.

Relativamente à existência e intensidade de predadores, refira-se que a propriedade em questão se encontra vedada, sendo invadida, frequentemente, única e exclusivamente por gatos vadios, habituados a caçar de emboscada, com sucesso, todo o tipo de aves: pombos-torcazes, rolas, perdizes, etc.

perdiz vermelha - repovoamentoEm face destas circunstâncias e depois de uma descrição do referido habitat feita pelo cliente, as nossas recomendações, em matéria de localização dos referidos abrigos, foram no sentido de construí-los em zonas elevadas, limpas de mato e afastadas o mais possível dos limites da propriedade. Recomendações essas que foram, desde logo, aceites pelo cliente.

Depois de concluídos os trabalhos de construção dos referidos abrigos e a limpeza das zonas circundantes dos mesmos, procedemos à colocação das perdizes no campo em caixas desenvolvidas por nós para o efeito.

As perdizes comportaram-se como estávamos à espera: não se espantaram, adaptaram-se e fixaram-se muito bem ao meio envolvente. 

E por lá continuam a desfrutar do seu novo habitat, em plena liberdade e comunhão com a natureza, para gáudio dos homens que as avistam de vez em quando, e que as ouvem cantar…

Eis um exemplo emblemático de uma acção bem sucedida de repovoamento de Perdiz Vermelha, realizada com o nosso apoio técnico.

Saiba mais sobre repovoamento de zonas de caça e sobre perdiz vermelha, e visite-nos em www.quintadospenedinhos.com

Caça de perdizes e coelhos impulsiona economia

Os caçadores costumam defender que estar na natureza é uma óptima actividade para limpar a mente. caça de perdizes e coelhosUma vez na reserva, não há pressa, nem horários, nem tampouco prazos a cumprir. A natureza move-se ao seu próprio ritmo. A caça de perdizes e coelhos, por exemplo, proporciona uma oportunidade única para interagir com o mundo natural que, de outra forma, não seria possível. Esta é uma das razões pelas quais a caça de perdizes e coelhos é saudável.

Caça de perdizes e coelhos permite ligação com a natureza

Esta interacção constitui uma ligação espiritual única e profunda com a terra, a vida selvagem e o nosso planeta. Segundo alguns caçadores experimentados, a caça de perdizes e coelhos, além de ser uma paixão, permite ter tempo para pensar, relaxar e aliviar o stress, assim como fazer exercício e manter a forma. Interagir com a natureza e aprender mais sobre o meio ambiente, assim como apanhar ar fresco e fazer exercício são alguns dos motivos pelos quais a caça de perdizes e coelhos é saudável. A camaradagem da família, amigos ou colegas de caça nos grandes espaços ao ar livre são outros dos contributos para manter a saúde física e mental em bom estado.

Caça também beneficia a economia nacional

caça de perdizes e coelhosA caça de perdizes e coelhos é saudável também para a economia nacional, sobretudo porque é uma fonte de receita fiscal e para a conservação e gestão da natureza, contribuindo para promover um estilo de vida mais saudável. Apanhar ar fresco, estar em contacto com a natureza, andar quilómetros a fio e correr juntamente com os cães são tudo benefícios da caça de perdizes e coelhos. Uma actividade ancestral, que é considerada um desporto e tem milhares de aficionados em toda a Península Ibérica. A caça de perdizes e coelhos contribui ainda para o equilíbrio dos ecossistemas e para a preservação das espécies animais em todo o país, sobretudo as cinegéticas. E, para quem gosta de comer, a caça de perdizes e coelhos proporciona deliciosos pratos, que constituem um repasto bem agradável e um convívio saudável entre os companheiros de caça. Esses pratos fazem parte da tradição gastronómica do país.

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