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Como escolher espingardas e cartuchos para caçar perdiz vermelha?

A escolha e utilização das espingardas e cartuchos para a caça menor, nomeadamente para caçar perdiz vermelha, é um tema que desperta diversas discussões. No entanto, há alguns aspetos que geram consenso, o que nos permite estabelecer um conjunto de definições práticas em relação às opções mais adequadas para este tipo de atividade.

Para além da importância de escolher os melhores meios para caçar, é igualmente importante contar com exemplares de caça de excelente qualidade. Sabia que a Quinta dos Penedinhos cria perdizes vermelhas com uma notável capacidade de voo? Ligue-nos para o 914 563 661 e conheça melhor o nosso trabalho!

                                 perdiz vermelha

Quais são as principais noções sobre cartuchos para caçar perdizes vermelhas?

A carga padrão do calibre 12, um dos mais populares na caça menor, situa-se nos 32 gramas de chumbo, havendo uma tolerância de mais ou menos dois gramas.

Assim, uma carga de chumbo tem a forma de um cilindro dentro do cartucho. Posteriormente passa pelo cano e segue livremente no ar, com diferentes velocidades, até se espalhar.

Nessa fase, a carga ganhará a silhueta de um cone com um vértice que corresponde ao meio e uma aba que viaja atrasada relativamente ao vértice. Desta forma, há espaços por onde pode passar a perdiz vermelha.

Testar a espingarda é uma etapa importante na escolha dos melhores cartuchos. Por isso, experimente-os numa chapa antes de tomar uma decisão mais definitiva.

Sabia que as perdizes criadas na Quinta dos Penedinhos se comportam como as bravas na sua protecção e abrigo dos predadores, incluindo os próprios caçadores? Quer obter os nossos conselhos sobre caça à perdiz vermelha? Pode contar com a ajuda da Quinta dos Penedinhos! Estamos disponíveis para esclarecer qualquer dúvida. Envie-nos as suas questões para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quando se deve optar por um cano curto ou comprido?

Se for necessário encarar e apontar rápidamente, o melhor é recorrer a um cano curto. Perante os tiros largos, e com um maior desconto, é necessário contar com um cano comprido.

Tendo uma maior quantidade de chumbo (nomeadamente 36 gramas), as cargas fortes enchem melhor o espaço da bagada. Como sofrem um maior efeito dispersante, as cargas também alargam, não preenchendo totalmente esse espaço, o que pode ser resolvido através de uns canos mais fechados ou chocados. Quando se segue esta opção, é importante atirar mais longe para não desfazer a perdiz.

                                  perdiz vermelha

Portanto, as cargas fortes – a partir dos 36 gramas – são indicadas para tiros largos e caçadores hábeis. Este tipo de cargas costuma produzir um tiro mais lento, o que se reflete nos descontos a dar.

Por outro lado, uma carga mais leve (ou seja, com um menor peso de chumbo) produz um tiro mais rápido, atenuando a questão dos descontos.

Além destes conselhos, umas bonitas peças fazem toda a diferença para um bom dia de caça. Conheça as perdizes vermelhas da Quinta dos Penedinhos de uma beleza inconfundível. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Cunicultura: a criação de coelhos tem ciência?

“Procriar como coelhos” é uma expressão corrente que resume a rentabilidade da criação de coelhos. De facto, estes animais têm ninhadas numerosas, atingem rapidamente a maturidade sexual, ocupam pouco espaço físico, alimentam-se de alimentos leguminosos ou gramíneos e a sua criação pode resultar em diversos propósitos: para a obtenção da sua carne, para a extracção da pele ou simplesmente tendo-os como animais de estimação. Desta forma, os custos da criação de coelhos são bastante reduzidos, quando comparados ao eventual lucro da actividade, o que os torna animais facilmente comercializáveis no mercado. criação de coelhos

No entanto, por mais simples que pareça este tipo de criação, existe uma ciência por trás da manutenção de coelhos. O nome da actividade é mesmo sugestivo desse teor científico: cunicultura é como se chama. Por outro lado, a cunicultura pode também nomear a criação para a protecção das espécies de coelhos, como é o caso das reservas ecológicas.

Como todas as ciências, a cunicultura envolve de igual forma uma dimensão ética a ter em conta.

 

Criação de coelhos: rentabilidade vs. protecção

Ainda que o lucro obtido através da criação de coelhos seja elevado e a sua carne continue a ser muito apreciada, os últimos anos têm trazido novas regulamentações acerca da sua prática. Assim, várias entidades têm tentado chegar a um consenso no que toca à preservação da espécie no contexto da fauna nacional.

Equilibrando a proveitosa rentabilidade da cunicultura dirigida ao mercado, a par da caça, com a protecção ambiental e preservação dos habitats, as zonas protegidas por regras exigentes permitem que todas as alternativas sejam contempladas. O equilíbrio entre negócio e preocupação ambiental e da preservação dos habitats é realizado em quintas, herdades e outras áreas vedadas.

Além disso, tal como o que acontece com todas as fontes de obtenção de carne, devem ser seguidas de perto regras que tenham como objectivo zelar pelos padrões de qualidade e higiene exigidos pelo mercado e mesmo pelos consumidores. Por isso, a criação de coelhos biológica em liberdade e em espaços vastos é a mais apreciada por se guiar pelos mais elevados padrões.

Toda a informação sobre o que é exigido da prática da cunicultura encontra-se resumida em manuais governamentais e privados. Em Portugal, existe mesmo a ASPOC – Associação Portuguesa de Cunicultura, em cujo site é possível descarregar documentos relativos ao enquadramento da actividade.

 

Sustentabilidade da cunicultura

De modo a evitar a extinção ou a exploração indevida das espécies, existem em Portugal quotas de criação de animais. O repovoamento e a renovação animal é uma preocupação que tem trazido preocupações de ordem ecológica para todos os sectores da pecuária, incluindo a criação de coelhos, uma actividade bastante representantiva na exportação de produtos portugueses.

Falta de coelhos bravos aumenta aposta na caça à perdiz

É de prever um aumento na aposta na caça à perdiz: afinal de contas, à medida que a população de coelhos bravos vai sofrendo uma diminuição, é necessário que a mira dos caçadores aponte para outros tipos de animais. De resto, o abate da caça maior está a ser feito sem qualquer controlo sanitário, embora haja a ameaça da tuberculose bovina. caça à perdiz ii

 

Saiba mais sobre caça à perdiz, através da Quinta dos Penedinhos

Porque há falta de coelhos bravos, apostando-se cada vez mais na caça à perdiz?

A escassez de coelhos bravos deve-se às estirpes da febre hemorrágica I e II e à mixomatose, uma grave doença contagiosa que infecta os animais de caça. Porém, a compra de armas continua a disparar, colocando em risco as populações de perdiz vermelha.

«Como não se encontram coelhos bravos, a pressão aumenta sobre as perdizes, o recurso cinegético que resta», declara Francisco Derriça Mendes, da Associação de Caçadores de Moura e veterinário municipal nessa autarquia. Sendo assim, o caçador acaba por matar para compensar não só a falta de pequenos ruminantes, mas também a carga de impostos que surgiu com a crise. A conclusão é dramática, nas palavras de Derriça Mendes: «A doença mata o coelho. A caça mata a perdiz».

Já em 2014, o decréscimo de coelhos bravos se fazia sentir, o que originou um pedido das associações de caçadores ao Governo para que houvesse uma suspensão das taxas, devido à falta de animais. Aliás, o cenário é tão dramático que, nesse ano, os caçadores portugueses tiveram mesmo de adiar a primeira ida para o campo.

Peça mais informações sobre perdizes, recorrendo à equipa da Quinta dos Penedinhos

Tuberculose bovina também preocupa caçadores

Para além de aumentar o investimento na caça à perdiz, a escassez de coelhos bravos traz outras consequências: em Dezembro de 2014, o presidente da Federação Portuguesa de Caçadores (FENCAÇA), Jacinto Amaro, afirmou que os linces ibéricos que tinham sido libertados em Mértola, nesse mês, corriam o risco de morrerem de fome, uma vez que havia poucos coelhos bravos, o seu alimento principal.

É por todos estes motivos que Jacinto Amaro considera que as populações de coelho bravo são aquelas que mais suportam as jornadas de caça. Porém, o presidente da FENCAÇA está igualmente alarmado sobre a tuberculose bovina nos javalis e nos veados, havendo um aumento nas preocupações em termos de saúde pública.

Na opinião de Derriça Mendes, o problema torna-se ainda mais grave, perante a falta de veterinários para despistar a tuberculose bovina na zona epidemiológica que engloba os territórios de Moura, de Barrancos e de Idanha. É que, segundo o Ministério da Agricultura e do Mar, é nessas regiões que existem os principais focos da doença.

Pratique a caça à perdiz, graças à Quinta dos Penedinhos

Fonte: Público

Batidas de perdizes: como proceder à caça desta ave?

A perdiz é uma das aves mais procuradas por caçadores portugueses. Ela, a par com o coelho, é uma das principais presas das batidas, que consistem num processo muito similar à montaria e cuja diferença está nas dimensões. Nas batidas de perdizes, em comparação com a montaria, o número de caçadores é menor, assim como o número de cães usados e a dimensão de área a percorrer. Na prática, é utilizado um método colaborativo, em que pode (ou não) recorrer-se a cães ou matilhas.

Frequentemente, as batidas de perdizes são realizadas por caçadores, que vão à caça em grupo e acabam por dividir-se, sobretudo quando a vegetação é muito densa, algo que condiciona a visualização e o tiro aos animais. Assim, cabe aos vários caçadores distribuírem-se pela zona onde se pensa que os animais vão sair (fugir) e pela área mais aberta (até 5 hectares), que é “batida” em busca da perdiz.

A prática das batidas de perdizes é muito comum em França, país em que as zonas privadas de caça de maior dimensão, as chamadas Domínios, estão vedadas. Comparadas com as áreas médias de caça da Península Ibérica, as francesas são minúsculas.

 

O que distingue a perdiz das outras aves?

batida de perdizes

As perdizes para batida podem ser avistadas em áreas com pouca vegetação, pois desta forma detetam mais facilmente a presença de predadores. É por isso que esta ave terrestre com formas arredondadas é frequentemente encontrada em caminhos rurais. O seu aspeto físico também ajuda a distingui-la, já que tem uma faixa branca comprida que atravessa o cinzento do topo da cabeça e continua por cima dos olhos. Já a listra ocular vai do pescoço até ao peito, onde surge uma barra malhada. A garganta é de tom creme e apresenta uma faixa branca misturada com preto. O seu bico e os pés são vermelhos.

Os caçadores que fazem batidas de perdizes encontram com frequência a espécie junto a pontos de água, como pequenas barragens e cursos de água, especialmente nos meses mais quentes do ano, para onde se deslocam com a família.

 

Caça sente efeitos da crise

Cabe também aos caçadores avaliar se está a contribuir para a diminuição da perdiz num determinado local. Por isso, há que saber caçar com moderação, para permitir a reprodução da espécie.

“Em Portugal existem cerca de 120 mil caçadores e à volta de 20 mil praticantes da chamada caça grossa (javali, gamo, veado, corço ou muflão), uma “atividade de luxo” que também está a sentir os efeitos da crise”, segundo noticiou a RTP, em janeiro de 2013.

Em entrevista à agência Lusa, o presidente da Federação Portuguesa de Caça (Fencaça), Jacinto Amaro, classificou a caça como um “produto de luxo” e dispendioso, pelo que lembrou que Portugal perde cerca de 10 mil caçadores por ano.

De acordo com os dados da Fencaça, no país estão registados cerca de 120 mil caçadores. Há, portanto, um decréscimo acentuado, pois há alguns anos eram 350 mil. Já os praticantes regulares da caça grossa rondarão os 20 mil. Quanto a zonas de caça, estima-se que existem quatro mil em Portugal.

Perante estes números, Jacinto Amaro prevê que, se nada for feito para diminuir o preço das licenças e toda a burocracia para as licenças de uso e porte de arma, a caça se converta num desporto de elites, tal como acontece no golfe.

Visite a Quinta dos Penedinhos e saiba como caçar em segurança!

Perdizes para largada: como se caça esta ave?

Quando a Primavera chega é altura de os caçadores voltarem a praticar o sue desporto de eleição: caçar. A caça é uma atividade com séculos de história, uma vez que, as civilizações antigas faziam utensílios que utilizavam para caçar os animais. Aqui não era uma questão de desporto, mas sim de sobrevivência. Longe vão os anos em que os homens perseguiam os animais para deles se alimentarem e atualmente caçar estes é um desporto.

As perdizes para largada são aves que fazem parte dos tempos modernos, sendo muito apreciadas pelos caçadores, que com os seus cães, cercam as pequenas áreas onde estas se encontram, para então dispararem o tiro certeiro.

A Quinta dos Penedinhos, localizada numa reserva Ecológica Natural, no concelho de Sintra, possui condições naturais excepcionais para a criação das espécies cinegéticas mais procuradas em Portugal, de onde se destaca a perdiz vermelha. Esta possui uma área total aproximada de 12 000 m2, dedicando-se à criação de perdizes para largada.

Saiba mais sobre a perdiz-vermelha…

perdizes para largadaA perdiz-vermelha é a mais apreciada pelos caçadores, pois possui uma grande capacidade de voo e é dotada de uma beleza inconfundível. Com o seu aspeto de galináceo, a perdiz é praticamente inconfundível.

A plumagem é composta por tons de cinzento, preto, branco e ruivo. Destacam-se a garganta branca orlada de negro, o ventre ruivo, o bico vermelho e as patas vermelhas. Os juvenis são acastanhados.

Relativamente comum em todo o país, embora sendo escassa nalgumas zonas do litoral. Ocorre sobretudo em zonas abertas ou esparsamente arborizadas, evitando as zonas densamente urbanizadas. É uma espécie residente, que pode ser observada em Portugal durante todo o ano.

As perdizes para largada existem um pouco por todo o território luso e já conquistaram os caçadores, que começam aos tiros mal se abrem as portas e se inicia a largada.

Como é realizada uma largada de perdizes?

Primeiramente, a organização lembra os participantes sobre as regras de comportamento e medidas de segurança a ter em conta numa largada de perdizes, pois o importante é evitar episódios desnecessários, que possam colocar em causa a integridade física do caçador. Após relembrar as regras de segurança, é realizado o sorteio das portas e os caçadores dirigem-se para o lugar da largada. Os tiros estão prestes a ouvir-se e as perdizes para largada a caírem no chão.

Quando as portas se abrem, as perdizes começam a sair e os céus da Quinta enchem-se de aves com um aspeto inconfundível: as perdizes. Durante algum tempo os caçadores miram o seu alvo e ouvem-se tiros. As perdizes começam a cair. Quando a buzina toca significa que a largada chegou ao fim. É altura de os participantes guardarem as respetivas armas no estojo e, com a ajuda preciosa dos perdigueiros, procurar as perdizes para serem cobradas e divididas pelos caçadores.

A Quinta dos Penedinhos realiza largadas de perdizes periodicamente, preocupando-se em reproduzir esta espécie para não correr o risco de a mesma vir a ter que ser protegida, por se encontrar em vias de extinção.

Saiba mais com a Quinta dos Penedinhos