Aquivos por Autor: Carlos Magro

Sobre Carlos Magro

25 anos de direcção administrativa e financeira de empresas nos sectores Industrial (telecomunicações e betão pronto/pedreiras) e serviços financeiros. 5 anos de direcção geral nos sectores agro-pecuário (cinegético) e de Serviços e Imobiliário.

Porquê apostar numa caça à perdiz sustentável?

De acordo com a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), a actividade cinegética no nosso país, como a caça à perdiz, não está a ser regulada, nem praticada de forma sustentável. A SPEA já tentou resolver esta irregularidade, pedindo «mais rigor e responsabilidade» ao Ministério da Agricultura. A Sociedade enviou, inclusive, uma Carta Aberta a este órgão para pedir avanços para uma caça sustentável.

caca a perdiz

Quais são as principais vantagens da caça à perdiz e a outras espécies de forma sustentável?

Nessa Carta Aberta, a SPEA entende que o sector da caça à perdiz, entre muitas outras espécies, continua a desenvolver «práticas nocivas e ultrapassadas» tanto para essa actividade, como para a Natureza. Logo, ficam em causa o interesse público e o futuro da caça.

Por outro lado, esta Sociedade acredita que a caça é um recurso natural e, por esse motivo, tem de ser gerida sustentavelmente para que traga vantagens sociais e económicas. Além disso, a caça sustentável também teria um papel de relevo para proteger as aves e a biodiversidade.

A vontade de implementar uma caça à perdiz mais sustentável, sem esquecer as outras espécies, ultrapassa as tentativas de contacto com o Ministério da Agricultura. Por exemplo, em Novembro de 2011, a SPEA fez um apelo para que o Governo dos Açores adoptasse medidas de emergência. É o caso da proibição da utilização de munições com chumbo nas áreas húmidas.

«O arquipélago dos Açores é um dos poucos territórios da Europa que ainda desenvolve a prática da caça às aves aquáticas através deste tipo de munições, o que põe em risco não só as populações de espécies cinegéticas, mas também a qualidade dos recursos hídricos», escreveu a SPEA em outra Carta Aberta. Sendo assim, existe uma contaminação dos solos, da água, dos patos e dos consumidores dessas peças de caça.

Logo, a Sociedade exigia a erradicação do problema do saturnismo, isto é, do envenenamento de aves aquáticas através de chumbo, devido ao uso de cartuchos que contêm este metal.

Gestão da caça tem melhorado nos últimos 20 anos

O coordenador do Departamento de Conservação Terrestre do SPEA, Domingos Leitão, crê que este é apenas um exemplo da falta de uma maior consciência da necessidade de desenvolver uma caça sustentável no nosso país pelos próprios caçadores e confederações.

Domingos Leitão não está sozinho. O especialista em conservação da Natureza e caça João Bugalho também concorda que a caça sustentável pode ser bastante vantajosa. Porém, para João Bugalho, o cenário tem melhorado: «Após uns tempos caóticos, considero que a gestão da caça tem evoluído bastante nos últimos 20 anos. Nalgumas associações e áreas de caça turística, existe um nível de gestão muito positivo», afirma João Bugalho.

A Quinta dos Penedinhos cria aves para a actividade da caça à perdiz por praticantes exigentes e que apoiam uma actividade sustentável. Envie as suas questões para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Acção de Repovoamento de uma Zona de Caça com Perdiz Vermelha

Acção de Repovoamento de uma Zona de Caça com Perdiz Vermelha

Um exemplo a seguir

1.
Caracterização da Zona de Caça

A zona de caça objecto deste artigo situa-se na zona oeste do país, no concelho de Sintra.

A referida zona de caça tem uma área aprox. de 600 hectares, grande parte da qual encontra-se localizada numa extensa planície, no meio da qual existe uma
charca natural de grande dimensão.

A reserva em questão caracteriza-se por ser uma zona plana, muito soalheira, possuindo inúmeras valas de água, muito sujas de mato, pouco arborizada e com
terrenos relativamente húmidos.

7 6A maior parte da zona de caça está localizada em terrenos que integram a Reserva Agrícola Nacional, predominando aí a agricultura do trigo e do milho.

Gostaríamos de chamar a atenção para uma realidade muito importante: o facto da agricultura nos terrenos que integram a zona de caça ser de sequeiro, leva
a que as cearas de trigo sejam colhidas apenas em fins de Julho, proporcionando abrigo e excelentes condições de nidificação à perdiz; já a cultura do
milho, prolongando-se pelos meses de Agosto e Setembro, proporciona complementarmente abrigo à perdiz; ambas as culturas – trigo e milho – depois de
colhidas, acabam ainda por proporcionar, desfasadas no tempo – outro aspecto positivo – alimentação à perdiz.

A maior parte da zona de caça é circundada por estradas relativamente movimentadas de viaturas. Esta situação, caracterizada por condições de ruído
constantes, quer diurnas, quer nocturnas, prejudica qualquer acção de repovoamento, pois uma das condições para o respectivo sucesso é a ausência de
perturbação. Com efeito, a direcção da referida zona de caça pôde constatar, inicialmente, uma grande dificuldade na fixação das perdizes objecto da
primeira acção de repovoamento no Verão. Confrontados com este problema, os serviços técnicos da Qta. dos Penedinhos propuseram à direcção da zona de caça,
no verão de 2015, a utilização de uma técnica para fixação das perdizes que adiante descreveremos em pormenor, com resultados obtidos bastante positivos.

2.
Estratégia de Repovoamento

A associação que gere a referida zona de caça, de há quatro anos para cá, tem mantido a mesma estratégia de repovoamento anual, com excelentes resultados
como adiante veremos.


O repovoamento tem-se caracterizado por duas acções principais: a primeira, realizada no Verão, nos meses de Junho e Julho; a segunda (reforço),
realizada sensivelmente a meio da época de caça, i.e. em Novembro.

Na primeira acção, o repovoamento é efectuado com perdizes com 14 semanas de idade.

Na segunda acção, ou reforço, as perdizes soltas no terreno são já adultas
.

É importante realçar o seguinte aspecto: As primeiras perdizes soltas no verão com 14 semanas, i.e. 3 meses de idade, atingirão a maturidade sexual
passados 7 meses, ou seja, estarão preparadas para acasalar (e nidificar) a partir de Fevereiro do ano seguinte.

Claro está que, para isso, terão de ter sobrevivido à época de caça. Mas também não é menos verdade que a solta das segundas perdizes a meio da época de
caça aumentará a probabilidade de sobrevivência das primeiras, mais bravas e adaptadas ao terreno e, assim, com maior capacidade de fuga.

Outro aspecto não menos importante reside no facto das perdizes soltas durante a época de caça com uma idade média presumível de 5 meses, só atingirem a
maturidade sexual em Abril ou Maio do ano seguinte; estas perdizes já não acasalarão, nem nidificarão!


1 5Referimos, no capítulo anterior, a dificuldade verificada pela associação relativa à fixação das primeiras perdizes provocada pelo ruído das viaturas
que circulam nas estradas que circundam a zona de caça. Por forma a ultrapassar este problema, os serviços técnicos da Qta. dos Penedinhos recomendaram
a instalação, em cada ponto de solta, de um perdigão adulto enjaulado com o propósito de “chamar” constantemente o bando de perdizes para junto de si
e, assim, melhorar o nível de fixação, tanto das perdizes recém-libertadas, como das restantes adultas.

3.
Preparação da Zona de Caça

Antes da largada das perdizes no terreno, foi feito um planeamento cuidadoso de um conjunto de acções com vista a assegurar às futuras aves:

a) as melhores condições de abrigo;

b) a disponibilidade de água e de alimento;

c) as melhores condições de fixação (ausência de perturbação).

Os abrigos escolhidos e instalados pela associação foram os do tipo rústico, “amigos” do ambiente , económicos e fáceis de montar.

Junto aos abrigos, e protegidos por malha sol, foram colocados comedouros (garrafão invertido) e bebedouros de campo.

Próximo dos pontos de solta foram, por fim, instaladas as jaulas com os perdigões adultos.

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No que respeita ao nível de perturbação das perdizes, refira-se a existência de predadores terrestres – saca-rabos, gatos semi-bravos, ginetes – e aéreos –
águias – . De resto, como já se viu, por se tratar de uma zona eminentemente agrícola, a perturbação das perdizes pelo Homem é relativamente reduzida. A
maior fonte de perturbação reside, de facto, no ruído das viaturas à volta da zona de caça.

4.
Factores Críticos de Sucesso (FCS)

 

4.1.
Nível de Integração de Abrigo, Água, Alimentação e Ausência de Perturbação.

Tratando-se de uma zona predominantemente agrícola, com trigo e milho de sequeiro, rasgada por inúmeras valas de água muito sujas de mato, a direcção da
zona de caça optou, a nosso ver muito bem, pelo aproveitamento do referido mato para proporcionar o abrigo indispensável às perdizes recém-introduzidas.

Chamamos a atenção do leitor para o facto da disposição das culturas, entrecortadas pelas valas sujas de mato, apresentar a forma de um mosaico [1], tal como sempre temos defendido.

Outro aspecto não menos importante reside no facto das referidas culturas de trigo e milho, sendo de sequeiro, serem colhidas tardiamente: o trigo no final
de Julho, princípio de Agosto; e o milho no final de Setembro. Estas circunstâncias acabam por ter um efeito positivo no abrigo e na alimentação das
perdizes, tanto das que foram soltas no verão, como nas adultas que terão transitado de anos anteriores.

Chegados aqui, urge sublinhar a importância das referidas culturas e da respectiva disposição em forma de mosaico para a conclusão bem sucedida do processo
de reprodução (nidificação) das perdizes adultas, incluindo o abrigo, a alimentação e a água abundantes, indispensáveis também para o desenvolvimento dos
perdigotos.

Outra decisão, que merece o nosso elogio, foi a selecção dos locais para a introdução dos comedouros e dos bebedouros. Com efeito, os comedouros, bem como
os bebedouros, foram colocados na orla das sementeiras, próximos das sebes junto às valas, que hão-de servir de abrigo às perdizes, e protegidos do sol.

Por forma a minimizar a perturbação decorrente dos predadores e do ruído das viaturas, e maximizar a fixação das perdizes jovens e adultas, a direcção da
zona de caça seguiu a nossa sugestão de colocar em cada ponto de solta estratégicamente selecionado um perdigão adulto numa gaiola.

5.
Resultados.


Em fins de Julho de 2016 foram contabilizados 14 casais de Perdiz Vermelha acompanhados de um total de 87 perdigotos com uma idade média estimada de 8
semanas.

A contagem revelou um casal com apenas 2 perdigotos (mínimo) e um casal com 10 perdigotos (máximo).

Este números revelam uma média de 6,2 perdigotos por casal.

 

6.
Considerações Finais.

Em face do exposto, devemos chamar a atenção dos leitores para a forma sistemática como se vêm implantando, de há 4 anos para cá, no terreno a Alimentação
(zonas semeadas) e o Abrigo (mato rasteiro), i.e. em forma de mosaico: sementeiras separadas por orlas de mato.

Devemos enaltecer também o facto da referida zona de caça ter conseguido obter um bom nível de integração dos principais factores críticos de sucesso de
uma acção de repovoamento: Abrigo, Água, Alimentação e Ausência de Perturbação.

Tudo isto é muito importante e necessário para o sucesso de qualquer acção de repovoamento com Perdiz Vermelha. Mas não é suficiente, pois se a qualidade
das perdizes – traduzida na maior ou menor capacidade de sobrevivência em condições ambientais naturais – que se colocam no terreno não fôr boa, o
repovoamento poderá ser um fracasso.

As perdizes da Quinta dos Penedinhos têm-se revelado de superior qualidade nas acções de repovoamento em que têm participado, porque:

a) Evidenciam uma pureza e bravura genética notável desde os primeiros dias;

b) Estão habituadas, desde muito cedo, ao consumo de diversos cereais;

c) Estão habituadas, desde as primeiras semanas, a um tipo de comedouro muito económico e fácil de instalar em qualquer zona de caça: garrafão de plástico
invertido.

d) Permanecem, a partir das 12 semanas, nos parques de voo, habituando-se a enfrentar todas as condições meteorológicas por mais adversas que sejam.

Estes procedimentos garantem uma excelente adaptação das nossas perdizes às condições naturais de qualquer zona de caça.


2Para além de tudo o que atrás referimos, importa por fim realçar a importância da estratégia de repovoamento adoptada em dois tempos, a saber: uma
primeira solta de perdizes no verão (junho-julho) e um ou vários reforços durante a época de caça (Outubro-Novembro).

A terminar, queremos manifestar os nossos agradecimentos à Direcção do Clube de Caçadores da Freguesia de Colares pela confiança depositada na Quinta do
Penedinhos e pela disponibilização de fotos e de informações sobre a acção de repovoamento levada a cabo.

Quinta dos Penedinhos, 24 de Agosto de 2016

A Direcção.

 


[1]
Defendemos o repovoamento baseado no Mosaico Estratégico, um modelo desenvolvido pela Qta. dos Penedinhos.

Coelhos bravos: caça furtiva está a aumentar em Portugal

De 2014 para 2015, houve uma subida de 18.7% nos crimes relacionados com a caça furtiva em Portugal, uma prática que afecta inúmeras espécies, como os coelhos bravos. As informações enviadas pela Guarda Nacional Republicana (GNR) à Agência Lusa ainda demonstram que houve uma descida nas contraordenações aplicadas.

coelho bravo

Caça furtiva a coelhos bravos continua a ser uma tendência em 2016

Os crimes registados passaram de 157 (em 2014) para 193 (em 2015). Pelo contrário, houve 505 contraordenações no ano passado, ou seja, menos 37, em comparação com 2014.

O exercício da caça em áreas que não têm o consentimento do proprietário é um dos crimes mais comuns. Mas há mais: desde caçar com meios que não são permitidos (como armadilhas, laços e iluminação das presas) a praticar esta actividade em zonas protegidas. É o caso das áreas próximas de habitações e de estradas.

Por outro lado, as contraordenações têm se focado mais no transporte de armas que não se encontram devidamente condicionadas, na falta de documentos numa fiscalização e na criação de espécies cinegéticas em cativeiro, sem que haja um licenciamento respectivo.

A tendência de subida da caça furtiva parece manter-se em 2016. Entre Janeiro e Junho, já se assinalaram 172 contraordenações e 87 crimes. Até agora, Braga é o distrito com um maior registo de ocorrências: houve 20 actos de caça furtiva. Em 2015, o topo da tabela foi ocupado por Beja, onde se registou 30 crimes.

Mas nem tudo são más notícias: os distritos de Santarém e de Portalegre ainda não registaram qualquer ocorrência de caça furtiva em 2016.

Necessidade financeira está na origem do aumento da caça furtiva

A caça furtiva de coelhos bravos e de outras espécies está em franco crescimento no nosso país sobretudo a partir de 2014. Por exemplo, nesse ano, em três áreas de caça próximas de Tomar, os guardas da Federação Portuguesa de Caçadores (FPC) descobriram, num único mês, 600 armadilhas montadas.

«É comum encontrarmos animais amputados, que conseguiram fugir, mas deixaram um membro preso. Há ainda muitos animais a morrer à sede e à fome, porque quem monta as armadilhas esquece-se de verificar se existe alguma presa», contou na altura Hélder Ramos.

Para o Presidente da FPC, há dois motivos para que a caça furtiva a coelhos bravos (e não só) se esteja a transformar cada vez mais num fenómeno recorrente: a falta de vigilância e a necessidade financeira desses caçadores.

O secretário-geral da Associação Nacional de Proprietários e Produtores de Caça (ANPC), João Carvalho, partilhou este ponto de vista: «Infelizmente, temos verificado o ressurgimento destas situações, que já se encontravam controladas. Há uma maior quantidade de caça furtiva, seja por laço, por armadilha ou a tiro».

Fonte: Notícias ao Minuto

A Quinta dos Penedinhos aposta na criação de coelhos bravos para projectos legais de repovoamento de zonas de caça. Ligue-nos para 914 563 661

Caça à perdiz ressente-se com redução de profissionais

Foi no passado mês de Março que se encerrou a época da caça à perdiz, ao javali e ao coelho bravo e o presidente da Federação Portuguesa de Caça (FENCAÇA), Jacinto Amaro, aproveitou para fazer uma reflexão sobre a situação actual desta prática no nosso país. O dirigente associativo sublinhou principalmente a perda de «mais de metade dos caçadores».

Saiba mais sobre caça à perdiz, através do site da Quinta dos Penedinhos

                                    caca a perdiz

Época da caça à perdiz 2015/2016 decorreu sem sobressaltos

Por um lado, o balanço de mais uma época foi positivo: de acordo com Jacinto Amaro, a actividade da caça à perdiz – e de outras espécies – não sofreu quaisquer sobressaltos ou acidentes.

Por outro lado, o presidente da FENCAÇA alertou para uma nova estirpe do vírus, que causa a doença hemorrágica viral e está a destruir a população de coelho bravo. «Trata-se de uma das espécies mais emblemáticas e é aquela que mais dá jornadas de caça e desperta as maiores paixões», lamenta Jacinto Amaro.

Quanto à caça à perdiz e aos tordos, o dirigente considera que esta foi uma época atípica: «Houve áreas em que as perdizes tiveram uma melhor criação, mas, no geral, não foi um ano muito bom. Talvez tenha sido superior à época do ano passado, mas ainda está bem distante dos bons anos de migração».

O cenário é diferente na caça ao javali: «Continua a ser uma espécie que se tem reproduzido massivamente. Em algumas áreas, até tem causado problemas e prejuízos tanto na agricultura, como na caça menor».

Peça mais informações sobre a caça em Portugal. Visite-nos na Qta. dos Penedinhos, s/n, Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar

Taxas estão a reduzir o número de caçadores

Jacinto Amaro ainda destaca a redução do número de caçadores. A FENCAÇA aponta as taxas sobre as zonas da caça como um dos principais motivos para esta perda progressiva.

Em declarações à Agência Lusa, em Agosto de 2015, Jacinto Amaro já tinha afirmado que, de ano para ano, existe uma redução de 10 mil caçadores. Na altura, o dirigente associativo não poupou críticas ao Governo PSD/CDS-PP: «É o pior Executivo que já tivemos nos últimos 25 anos. Se continuar assim, a caça está em risco de acabar».

Segundo Jacinto Amaro, as taxas aumentam todos os anos e o Estado não dá nada em troca. De acordo com os dados disponibilizados pela FENCAÇA, em 2014, o Governo arrecadou 10 milhões de euros nas taxas das áreas de caça e na licença anual para caçar. Só que essa quantia nem sequer é investida em sectores de interesse para os profissionais, como a formação de caçadores, a fiscalização ou a investigação centrada em doenças das espécies.

«Neste momento, estamos a tentar que o Governo actual minimize os efeitos negativos deixados pelo Executivo anterior», conclui Jacinto Amaro, no balanço de 2015/2016. 

A Quinta dos Penedinhos disponibiliza boas condições para a caça à perdiz. Contacte-nos pelo 91 456 36 61

Fonte: Rádio Campanário

Criação de coelhos traz vantagens na nossa alimentação

A criação de coelhos, também conhecida como Cunicultura, tem uma finalidade óbvia: testar as aptidões de caça, devido à notável capacidade de enfiamento e à velocidade de fuga destes roedores. No entanto, a criação de coelhos é igualmente popular, graças à gama de qualidades associada à carne branca deste tipo de animais.

Saiba mais sobre criação de coelhos, através do site da Quinta dos Penedinhos

                                criacao de coelhos

Porquê apostar na criação de coelhos para fins alimentares?

  • É uma carne branca e macia.
  • Conta com muitas proteínas de boa qualidade e com um reduzido teor de colesterol e de gordura. Logo, é aconselhável o consumo para quem necessita de baixar os seus níveis de gordura e de colesterol e para doentes cardiovasculares, sendo um bom substituto da carne vermelha.
  • É uma excelente fonte de vitaminas B6, B3 e B12, para além de incluir fósforo, potássio e ferro.
  • Contém «gorduras boas». É o caso do ácido gordo Ómega 3. A lembrar que os ácidos graxos polinsaturados têm capacidade para favorecer o sistema imunitário. Portanto, muitos especialistas em nutrição recomendam a introdução da carne de coelho numa dieta.
  • É especialmente aconselhável no período da infância em que o sistema digestivo é mais sensível a alergias e bastante imaturo. A carne de coelho deve ser inserida numa sopa de legumes.
  • Possui duas vezes mais cálcio, se compararmos com a carne bovina. Por esse motivo, torna-se num importante aliado para o combate à osteoporose.
  • É suculenta.
  • Proporciona uma fácil degustação – daí que seja recomendável para todos os consumidores, independentemente da sua faixa etária, mas especialmente para as crianças, os idosos e pacientes com problemas de estômago.
  • Há um reduzido teor de sódio e um baixo nível de ácido úrico, em comparação com as carnes vermelhas – sendo um ingrediente de relevo para pacientes com hiperuricemia.
  • Tem uma fácil confecção.

Peça mais informações sobre coelho bravo. Visite-nos na Qta. dos Penedinhos, s/n, Casal da Feiteira, Pedra Furada – 2715-614 Montelavar

Associação Portuguesa de Cunicultura organizou jantar para comprovar os benefícios da carne de coelho

Para além das vantagens nutricionais, a carne de coelho ainda é saborosa. Uma evidência disso é o evento organizado pela Associação Portuguesa de Cunicultura, em Outubro de 2015. Preparada pelo chef Hélio Loureiro, a ementa incluiu um crocante de coelho, acompanhado por favas e enchidos da região transmontana. O prato principal foi uma coxa de coelho sobre um puré de batata doce e castanhas.

Numa entrevista para o canal TVI, o chef afirma que recorre constantemente à criação de coelhos para inserir a carne branca em diversas combinações: «Não nos podemos esquecer que é uma carne óptima, muito saborosa e que faz parte da nossa tradição culinária. Por todos estes motivos, acredito que devemos investir cada vez mais neste produto».

A Quinta dos Penedinhos conta com as melhores condições para a criação de coelhos, entre outros animais. Contacte-nos pelo número 91 456 36 61

Fonte: TVI24

Venda de coelhos para criação em crescimento

A venda de coelhos tem se revelado um negócio lucrativo, visto que há muitos clientes a investir na criação destes animais. Logo, reconhece-se que a Cunicultura é uma aposta repleta de vantagens, devido, sobretudo, às próprias características dos coelhos.
Por exemplo, estes roedores distinguem-se por serem prolíferos, conseguindo procriar num espaço de tempo pequeno. Como o seu ciclo de produção é curto, a criação de coelhos torna-se numa boa fonte de lucro. 

Saiba mais sobre venda de coelhos, através da Quinta dos Penedinhos

                                          venda de coelhos

Venda de coelhos para criação é muito procurada por pequenos agricultores

Através da Cunicultura, consegue-se também extrair carne dos coelhos, uma prática recorrente junto dos pequenos agricultores e que tem o consumo próprio como principal finalidade.

Estes trabalhadores do campo preferem investir na criação dos roedores, visto que estes requerem somente uma área reduzida – cada coelho ocupa 3600 centímetros quadrados, aproximadamente. Por isso, para alimentar uma família, seria necessário construir uma área de seis metros quadrados. Os animais também podem ser criados em gaiolas, com 60 cm de largura, 80 cm de comprimento e 45 cm de altura.

A destacar ainda que a carne dos coelhos apresenta uma elevada quantidade de nutrientes, incluindo os minerais, as vitaminas e as fibras. Em comparação com a carne bovina, tem uma maior percentagem de proteínas. Em compensação, há muito menos de metade de gordura – por esse motivo, contribui para um reduzido nível de colesterol.

Esta é apenas uma das principais razões para que esta carne seja considerada pelos especialistas em culinária como um «ingrediente nobre».

A alimentação dos coelhos também não é um problema para os pequenos agricultores. Além de ser possível aproveitar os restos da horta, os roedores podem ingerir forragens. É o caso da aveia.

No geral, o regime alimentar dos coelhos é acessível, uma vez que integra produtos que se encontram em toda a parte, nomeadamente os grãos de cereais.

Peça mais informações sobre criação de coelhos. Contacte-nos pelo e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais é que são as outras vantagens da Cunicultura?

A venda de coelhos para criação está igualmente em voga, porque é possível aproveitar quase tudo destes animais, para além da carne:

. Através da Cunicultura, obtém-se uma pele que pode ser utilizada por profissionais da costura para compor uma lã confortável e macia, aplicável nos mais diversos vestuários. Para isso, a pele deve ser retirada com muito cuidado.

. Através da Cunicultura, obtém-se vísceras que podem ser utilizadas para a produção de farinha, um ingrediente com um alto valor nutricional e que, inclusive, é recomendado por especialistas em nutrição e em saúde.

. Através da Cunicultura, obtém-se urina e fezes que podem ser utilizadas como um adubo para estimular o crescimento de diversas flores, plantas e hortaliças.

A Quinta dos Penedinhos tem um serviço de venda de coelhos. Ligue-nos para o número 914 563 661

Caça ao coelho bravo na Serra da Malcata em polémica

No passado mês de Fevereiro, o Governo aprovou uma portaria que possibilita a caça na área sul da Reserva Natural da Serra da Malcata. Esta decisão tem sido polémica: por exemplo, a Quercus acredita que esta tutela coloca em risco a recuperação do veado, do corço e do coelho bravo.

Saiba mais sobre coelho bravo, através da Quinta dos Penedinhos

                          coelho bravo

Ministério do Ambiente defende que a caça ao coelho bravo traz vantagens para o ordenamento territorial

Após 23 anos, regressa a «licença para caçar» na zona sul da Reserva Natural da Serra da Malcata, localizada na Beira Interior. De acordo com a portaria publicada a 8 de Fevereiro de 2016, a interdição da prática cinegética foi revogada num dos habitats históricos de permanência do lince-ibérico, uma espécie que se encontra em perigo de extinção.

Para o Ministério do Ambiente, esta tomada de posição é um reconhecimento das vantagens do ordenamento cinegético e da relevância da actividade da caça como um meio de utilização sustentável dos recursos naturais no ordenamento do território e nas diversas políticas sectoriais.

A revogação tem causado bastante polémica. O PAN contestou esta decisão – «um retrocesso civilizacional», sem fundamentação política e científica – e pediu uma audição «urgente» no Parlamento com o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes.

Para a Quercus, a portaria não conta com fundamentação científica, sendo um perigo para a recuperação de espécies. É o caso do lobo, do abutre-preto ou do lince. Os ambientalistas afirmam que existe uma sobreposição dos interesses da caça ao coelho bravo, por exemplo, aos da conservação da biodiversidade.

Peça mais informações sobre caça, recorrendo à Quinta dos Penedinhos. Envie-nos um e-mail para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Bloco de Esquerda opõe-se à revogação

A Quercus acrescenta que esta área protegida enfrenta sérios problemas de caça furtiva, para além de dificuldades de vigilância e de fiscalização que, na sua opinião, poderão ser potencialmente agravados. Por último, os ambientalistas acreditam que esta decisão aumentará o risco para o Plano Nacional de Reintrodução do Lince Ibérico, um programa com um investimento de milhões de euros.

Entretanto, no passado mês de Abril, aconteceu a aprovação dos projectos de resolução do PAN e do Bloco de Esquerda, com abstenção do PS, votos contra do deputado socialista Ascenso Simões e do CDS e votos a favor dos outros partidos. 

A lembrar que a Serra da Malcata era um dos únicos espaços do país em que ainda se encontrava interdita a actividade cinegética. A caça é uma prática autorizada em cerca de 80% do território português.

A Reserva Natural da Serra da Malcata foi criada em 1981 para a protecção do lince-ibérico, que, na década de 80, já era uma espécie com um elevado risco de extinção. 

A Quinta dos Penedinhos tem condições singulares para reproduzir o habitat natural do coelho bravo. Ligue-nos para 914 563 661

Fonte: Expresso

A Incubação dos Ovos de Perdiz Ajuda no Repovoamento

A par do coelho bravo, a perdiz vermelha é uma das espécies cinegéticas mais apreciadas pelos caçadores nacionais, não só no continente, mas inclusive nas regiões autónomas. Nesse sentido, de forma a assegurar um futuro auspicioso para a espécie, é preciso assegurar que os ovos de perdiz são objeto dos devidos cuidados, de forma a potenciar os seus números.

Apesar de, ao longo do tempo, a perdiz vermelha ter coexistido com outros animais de forma relativamente abundante, devido aos efeitos da caça, à diminuição do seu habitat natural e ao facto de servir de presa para vários animais, desde o javali até à raposa,  os seus números foram reduzidos consideravelmente, despoletando preocupações relacionadas com a sua preservação e sustentabilidade a longo termo.

Essa realidade motivou que se tomasse várias medidas no sentido de combater uma queda ainda maior nas populações de perdizes, desde o controle de predadores, disponibilização de comedouros e bebedouros, entre outras. Porém, uma das medidas mais eficazes foi decerto a produção de perdizes em cativeiro, recorrendo a procedimentos que permitem incubar com grande índices de sucesso ovos de perdiz, o que tem vindo a permitir que se reverta a situação e se aumente os seus números.

                         ovos de perdiz

Da recolha à eclosão dos ovos de perdiz

Os ovos de perdiz são, pois, essenciais nos esforços de aumento das suas populações e repovoamento, porém, para retirar os devidos proveitos dos mesmos, é necessário ter alguns cuidados no seu manuseio, ao longo de diferentes fases, nomeadamente:

Recolha – Deve-se fazer uma recolha e seleção dos ovos considerados como incubáveis, os quais podem ser numerados, para efeitos de gestão, e posteriormente são objeto de uma desinfeção. 

Conservação – Depois da necessária desinfeção, os ovos são devidamente armazenados numa sala de conservação própria para o efeito, com ambiente controlado.

Incubação – Nessa fase, começa a incubação dos ovos, durante um período de tempo que pode ir até aos 23 dias, sendo que os ovos são voltados no mesmo período para evitar que os embriões possam de alguma forma aderir às membranas do ovo.

Eclosão – Quando ocorrem os nascimentos, após as penas secarem, as aves são retiradas do local onde se encontram, de forma a serem transferidas para outra sala.

Naturalmente, após a eclosão dos ovos, os perdigotos são preparados em divisões próprias para efeito, de forma a ganharam os traços que são apanágio da espécie, enquanto adulta, no seu habitat natural, o que decerto agradará aos caçadores. 

Como comprar ovos de perdiz para efeitos de repovoamento

Para encomendar ou comprar ovos de perdizes vermelhas para efeitos de repovoamento de áreas carenciadas da espécie, poderá recorrer à Quinta dos Penedinhos.

As nossas perdizes vermelhas têm uma excelente capacidade de voo, além de uma beleza distinta, características do agrado de todos os apreciadores da espécie enquanto presa para caça, sendo que os ovos produzidos pelas mesmas são objeto de todos os cuidados necessários, como os supracitados, que nos permitem usufruir de uma elevada taxa de nascimentos e satisfazer a procura.

Além disso, nós colocamos um ênfase distinto na qualidade dos ovos gerados pelas nossas perdizes, pelo que, se tiver interesse em saber mais informações ou comprar os ovos de perdiz produzidos pela Quinta dos Penedinhos, contacte-nos de imediato, para que possamos facultar-lhe tudo o que necessita.

A Importância da Criação de Coelhos em Cativeiro

A caça ao coelho é, sem dúvida, uma das principais marcas da época cinegética em Portugal e, nesse sentido, é preciso manter um olhar atento aos seus números, bem como a quaisquer potenciais problemas que possam afetar os mesmos, embora a criação de coelhos em cativeiro seja sempre uma segurança que permite aos caçadores, a par das espécies ameaçadas, continuarem a ter objetos de caça e alimento.

A criação de coelhos em cativeiro é um processo que permite criar os coelhos num ambiente controlado, sem predadores naturais, com fronteiras delimitadas e com condições análogas às que encontramos na natureza, quer para efeitos da conservação da espécie, quer para efeitos de repovoamento de áreas carenciadas da mesma, pelo que apresenta várias vantagens.

                         criacao de coelhos

Vantagens da criação de coelhos em cativeiro

Apesar da criação de coelhos em cativeiro ainda poder suscitar algumas dúvidas em algumas pessoas, é indubitável que a mesma tem várias vantagens, garantindo desde logo a sustentabilidade da espécie de coelhos criada, o que é muito importante não só para efeitos de caça, mas também enquanto alimento de espécies ameaçadas na Península Ibérica, como é, de resto, o caso do lince. Mas, a criação quer de coelhos, quer de outras espécies em cativeiro, acarreta várias vantagens para a própria espécie, como, por exemplo:

  • Ausência de predadores naturais
  • Fomenta a procriação
  • Fonte contínua de alimentos
  • Lugar seguro para crescerem e se desenvolverem
  • Mais protegidos de lesões e doenças

Além disso, ao contrário do que sucede, por exemplo, num zoo, os coelhos criados em cativeiro são posteriormente libertados e introduzidos no seu ambiente natural, podendo crescer com todas as condições para o efeito e serem libertados somente quando forem adultos.

A criação de coelhos em cativeiro em Portugal

A caça tem um papel muito importante na economia nacional, não só em Portugal Continental, mas também nas próprias regiões autónomas, com grande tradição venatória, movimentado milhões de euros em torno da mesma, pelo que, qualquer problema que afete os números do coelho bravo, desde a caça excessiva, até mesmo a problemas como o vírus hemorrágico, podem ter grandes repercussões na vida de uma percentagem substancial das famílias portuguesas.

Nesse sentido, de forma a estar preparado para colmatar qualquer potencial carência de coelhos num determinado local do país, a criação dos mesmos em cativeiro, em locais como a Quinta dos Penedinhos, tem funcionado como a solução mais sustentável para repovoar estas zonas sempre que houver necessidade de o fazer, garantindo à partida a continuidade da caça e que, acima de tudo, as espécies criadas em cativeiro possam continuar a proliferar, para que quer a nossa geração, quer as vindouras possam usufruir das mesmas.

A criação de coelhos bravo na Quinta dos Penedinhos, em particular, é feita numa reserva natural, que permite reproduzir o habitat natural dos coelhos e que os coelhos se desenvolvam com as suas características típicas, tornando-os ideais para quaisquer intentos de repovoamento. Nessa ótica, se gostaria de recorrer aos nossos serviços ou somente de saber mais informações, não hesite e contacte-nos de imediato, para que possamos ajudar-lhe.

Os Terrenos Cinegéticos Ordenados e Não Ordenados

Devido à procura crescente dos caçadores nacionais e estrangeiros, os terrenos cinegéticos têm atualmente uma grande importância, para que estes possam praticar a modalidade em segurança e, claro, de acordo com as normas que regem o setor no país.

terrenos cinegeticos

O turismo cinegético, em particular, que consiste na atividade desenvolvida tanto pelos caçadores, como pelos pescadores desportivos, que visitam locais onde é permitida a caça de fauna silvestre, tem vindo a conquistar paulatinamente o seu espaço no país, especialmente em zonas como o Alentejo, pelo que estes terrenos são essenciais não só para fomentar o turismo nas localidades circundantes a estes terrenos, mas também para estimular as economias locais.

Se ainda não está devidamente familiarizado com os terrenos cinegéticos, trata-se de terrenos nos quais, de acordo com a Lei da Caça, é possível caçar nos mesmos. Estes foram criados de forma a organizar os terrenos destinados à atividade venatória, possibilitando que todas as pessoas saibam de antemão quais as áreas em que podem caçar, para que não hajam erros nem confusões passíveis de originar acidentes e, em simultâneo, se possa criar condições para a sustentabilidade natural de certas espécies.

Tipos de terrenos cinegéticos

Portanto, ao abrigo da Lei da Caça, uma vez que nem todo o território nacional está devidamente ordenado, é possível dividir os terrenos cinegéticos essencialmente em dois tipos, nomeadamente:

Terrenos ordenados – No ordenamento do território cinegético, as zonas nas quais são permitidas a caça são designadas atualmente de “zonas de caça”. Nestas zonas, a atividade da caça deve desenvolver-se de acordo com certos parâmetros que permitem a sua exploração, mas também a conservação para que gerações vindouras possam desfrutar da mesma.

Terrenos não ordenados – Até todo o território estar ordenado, segundo a Lei de Bases Gerais de Caça, como indica no artigo 48, a caça nestes terrenos é permitida mas está sujeita às normas gerais que regem a atividade.

Independentemente dos terrenos cinegéticos estarem ordenados ou não, é inequívoco que em ambos existem normas afins que devem ser seguidas e respeitadas pelos caçadores, para os devidos efeitos, pois, caso contrário, os mesmos podem estar sujeitos a eventuais penalidades, como o pagamento de pesadas coimas.

Entendendo as zonas de caça

As zonas de caça representam, portanto, o esforço nacional em ordenar, de uma forma precisa e clara, o território no qual é permitido a atividade da caça, dentro dos limites impostos pelas entidades competentes, sendo que as mesmas podem ser consultadas online através do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

É possível subdividir as zonas de caça em quatro, sendo que cada zona indicada é regulada por normas distintas relacionadas com os seus planos de gestão, ordenamento, bem como de exploração, a saber:

  • Zonas de caça nacionais;
  • Zonas de caça municipais;
  • Zonas de caça associativas;
  • Zonas de caça turísticas.

Através do site do ICNF é possível, então, aceder à base de dados das zonas de caça ativas, de forma a visualizar informações importantes relativas, por exemplo, à área atual e localização destas, mas também das áreas que se encontram atualmente suspensas, pelo que é importante que consulte essa informação, para se certificar que qualquer atividade que desenvolva no âmbito da caça é realizada em terrenos cinegéticos atualmente ativos e, deste modo, garantir que se encontra em conformidade com a lei.