Aquivos por Autor: Carlos Magro

Sobre Carlos Magro

25 anos de direcção administrativa e financeira de empresas nos sectores Industrial (telecomunicações e betão pronto/pedreiras) e serviços financeiros. 5 anos de direcção geral nos sectores agro-pecuário (cinegético) e de Serviços e Imobiliário.

Sabe porque a criação de coelhos está ligada ao lince ibérico?

Todos sabemos que o coelho bravo é uma espécie fundamental para a preservação dos ecossistemas. Mas conhecia que este animal é a principal presa (e muitas vezes a única) do lince ibérico? É verdade. Daí que a criação de coelhos tenha um papel tão importante para a preservação de uma espécie que está em risco de extinção.

Quinta dos Penedinhos é, desde 2012, um potencial fornecedor de coelhos bravos para a alimentação e treino de caça das crias de lince, no âmbito do Projecto Nacional de Criação do Lince Ibérico (IBERLINX). A qualidade do seu processo de criação de coelhos é reconhecida pela preocupação em desenvolver o ambiente mais adequado, aliado a uma alimentação saudável, para que estes animais possam viver no seu habitat natural.

Venha conhecer as excelentes condições ecológicas da Quinta dos Penedinhos e ver como a nossa equipa especializada assegura a boa evolução do coelho bravo.

Características únicas ligam o coelho bravo ao lince ibérico

O lince ibérico é um carnívoro que se especializou em caçar uma presa que abunda na floresta mediterrânea: o coelho bravo. As suas características anatómicas permitem ao lince mover-se na zona de florestação densa sem ser visto ou ouvido. Um factor que contribui para se tornar ágil e circular nas bordas das zonas de pastagem, que são as preferidas do coelho bravo para se alimentar.

Como esta pequena espécie depende das suas zonas de refúgio e de áreas de pastagem, é facilmente apanhada pelo lince ibérico quando sai à procura de alimento. O desaparecimento deste habitat tem sido prejudicial para estes dois animais e coloca em causa a sobrevivência de ambos. Daí que a criação de coelhos seja tão importante para manter a cadeia alimentar dos seus predadores. Estima-se que na Península Ibérica existem cerca de 40 espécies de mamíferos e aves que se alimentam deste animal.

 lince iberico

Criação de coelhos com qualidade para manter ecossistemas

Contudo, quando se fala na importância da criação do coelho bravo, tome nota de que esta deve ser assegurada por profissionais especializados e em condições adequadas. Só recriando o habitat natural destes animais e com um controlo apertado da sua alimentação é possível assegurar a pureza genética da raça.

Por exemplo, a Quinta dos Penedinhos integra, desde 2013, o grupo de trabalho que se dedica à certificação da qualidade do processo de criação do coelho bravo. Aqui, esta espécie tem todas as condições para alcançar o seu potencial máximo reprodutivo. Isto porque os nossos técnicos sabem que estão perante um herbívoro selectivo que precisa de comer plantas herbáceas, raízes, folhas e casas e plantas compostas, como as leguminosas.

O coelho bravo passa entre 30 a 60% do seu dia a alimentar-se. Por isso, esta etapa é crucial para o seu desenvolvimento saudável. Além disso, o desenvolvimento de um ambiente o mais aproximado possível do habitat selvagem destes animais, permite-lhes viver em segurança e desenvolver os seus mecanismos de defesa.

Venha conhecer as condições da Quinta dos Penedinhos e os projectos de preservação da espécie. Contacte-nos pelo 914 563 661 ou pelo e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Coelho bravo, a espécie que vive há dois milhões de anos na Península Ibérica

Sabia que os coelhos bravos convivem com o Homem há milhões de anos? Este herbívoro existe na Península Ibérica há cerca de dois milhões de anos e desempenham um papel muito importante no equilíbrio do ecossistema. Com efeito, fazem parte da cadeia alimentar de cerca de 40 espécies de predadores. Para além disso, a ação dizimadora das principais doenças que têm afetado o coelho bravo, sobretudo a doença hemorrágica viral, colocou esta espécie em risco de extinção. Felizmente, existem criadores de coelho bravo que “não atiram a toalha ao chão”, dedicando-se à preservação da espécie e ao seu repovoamento. Porém, para garantir a preservação da espécie, há que cumprir uma série de critérios e cuidados que repliquem o seu habitat natural, defendam a sua saúde, promovam a sua reprodução e assegurem um repovoamento eficaz.

Na Quinta dos Penedinhos, por exemplo, replicamos um ambiente o mais natural e aproximado do habitat selvagem destes animais, para que estes possam viver em harmonia e desenvolver os seus próprios mecanismos de defesa.

coelho bravo especie

Coelho bravo é uma espécie única

Para se defender dos seus inúmeros predadores, o coelho bravo desenvolveu características únicas, que lhe permitem sobreviver em várias regiões. Em primeiro lugar, o coelho bravo tem uma visão de 360º, excelente aliada para detetar qualquer aproximação de outro animal ou humano. Em segundo lugar, concentra a sua atividade no crepúsculo, evitando assim durante o dia os possíveis ataques das aves de rapina e durante a noite as raposas.

Os criadores certificados sabem ainda que para criar um habitat natural para esta espécie têm que optar por uma zona de abrigos próxima da zona de alimentação, para que o coelho bravo possa facilmente alimentar-se e esconder-se dos predadores. Diga-se a propósito que a diminuição da população de coelho bravo não é alheia à redução das áreas agrícolas e à proliferação de pinheiros e eucaliptos.

Espécie em risco

Na Quinta dos Penedinhos, a preservação da espécie coelho bravo Oryctolagus Cuniculus Algirus constitui uma das preocupações dominantes. Além da criação de exemplares de grande qualidade e pureza genética para o sector cinegético, é dedicada uma especial atenção ao repovoamento desta espécie. Uma situação que não se verifica em criadores que não são certificados, que não têm o conhecimento necessário para garantir a reprodução e o crescimento da referida espécie. Recorde-se que o coelho bravo é atormentado por diversas doenças de índole viral.

Venha conhecer as excelentes condições ecológicas da Quinta dos Penedinhos e ver como a nossa equipa especializada assegura o desenvolvimento eficaz do coelho bravo. Contacte-nos.

Tudo o que os criadores de coelhos bravos devem saber

Se está a pensar enveredar pela criação de coelhos bravos saiba que esta espécie tem características muito especiais e precisa de cuidados específicos para que se desenvolva de forma saudável. O ideal será consultar a Quinta dos Penedinhos para aprender com profissionais especializados como proceder ao repovoamento destes animais e ter a garantia de que está a adquirir coelhos bravos puros e saudáveis.

coelhos bravos

Criadores de coelhos bravos devem criar o ambiente adequado

Estes são os principais passos a seguir para propiciar o melhor ambiente para os coelhos bravos:

  1. Crie uma área harmoniosa, em que o animal se sinta em “casa”, no seu habitat; ou seja, deverá combinar zonas de vegetação que lhe forneçam cobertura para se proteger com zonas abertas, sem mato, onde possa alimentar-se.
  2. Não se esqueça da toca (marouço). Os criadores de coelhos têm que preparar o espaço para os seus animais, e a criação de uma toca será uma mais-valia para que eles tenham a cobertura necessária e, assim, experimentarem uma sensação de segurança. Este esconderijo deverá ter a profundidade de cerca de um pé e ser reforçado com uma estrutura de paus, ladeados por folhagem.
  3. Crie uma fonte de alimento. Para tal, terá que limpar as áreas à volta da toca para que o coelho bravo tenha uma zona ampla para procurar alimento. Retire as ervas daninhas e plante trevo, cereais e gramíneas, que são os alimentos que integram a dieta desta espécie.

Com estas ações estará a criar as condições ideias para que os seus coelhos bravos se sintam confortáveis e seguros. Reunidos estes pressupostos aumentará a probabilidade de ver esta pequena população a crescer a um ritmo bastante rápido.

Para aprender outros truques e cuidados a ter com os seus coelhos bravos recorra a criadores de coelhos, que possuam o conhecimento e a experiência nesta área. Passe pela Quinta dos Penedinhos e descubra os métodos usados na criação desta espécie. Contacte-nos!

Não confunda coelho bravo com lebre

Sabia que o Oryctolagus cuniculus, nome científico do coelho bravo, também conhecido por coelho europeu, deu origem a uma série de subespécies algumas das quais são atualmente domesticadas? Quem não é criador de coelhos bravos pode desconhecer esta e outras curiosidades. Por exemplo, a população tem tendência para confundir este animal com a lebre. No entanto, é fácil distingui-los.

Em primeiro lugar, as lebres são mais compridas e esguias, têm orelhas maiores e pontos negros na pelagem. Por outro lado, os coelhos bravos correm melhor, pois têm patas mais curtas.

Em segundo lugar, quando nascem, os coelhos bravos não têm pelo, nem conseguem ver. Já as lebres são o oposto.

Por fim, as lebres vivem à superfície e são solitárias. Os coelhos bravos são sociáveis, daí que tenham sido domesticados e hoje se encontrem muitas subespécies na casa dos portugueses, como animais de estimação. Além disso, vivem em tocas subterrâneas. Daí ser tão importante que os criadores de coelho bravo tenham em mente que é necessário criar tocas para estes animais.

Aconselhe-se na Quinta dos Penedinhos e venha conhecer os nossos coelhos bravos.

Cão de raça pointer é indicado para a caça da perdiz

O cão da raça pointer é um dos mais indicados para a caça da perdiz de forma segura. Porquê? Porque se trata de um animal que tem uma enorme facilidade de movimentos. É uma espécie que é criada para caçar em conjunto com o Homem.

pointer é de origem inglesa e é muito usado para caçar perdizes, devido à sua corrida rápida, porte atlético, elegante e capaz de percorrer longas distâncias. É um bom aliado desta atividade, pois as suas características permitem-lhe dar-se muito bem em campos abertos, bem como detetar as emanações da perdiz, parando de forma brusca sempre que o seu faro deteta a presa. Para encontrar perdizes de qualidade para o seu pointer venha conhecer as espécies de caça da Quinta dos Penedinhos.

caca da perdiz vermelha

Características do Pointer

Enquanto caçador de longo alcance, o cão de raça pointer tem capacidade e energia para correr durante horas. É extremamente focado na procura de pássaros, por isso quem faz criação deste cão sabe que ele tem necessidade de fazer muito exercício físico e que se distrai facilmente com outras atividades que não a caça.

Para estar em boa forma para caçar perdizes, o pointer precisa de, no mínimo, uma hora diária de exercício físico, preferencialmente corrida em florestas ou grandes áreas. É um cão que está habituado a companhia e, portanto, gosta de estar junto da família.

pointer, à semelhança da maioria dos cães de caça, é de pequeno porte. Mede entre 55 a 66 centímetros e o seu peso varia entre os 20 e 30 quilos. Tem pelo curto, muito brilhante. Na Quinta dos Penedinhos encontra toda a informação necessária sobre a caça de perdizes e as vantagens de usar um pointer.

Perfil de caçador

Esta raça tem uma esperança média de vida de 12 a 15 anos. Acredita-se que o pointer deriva do cão espanhol “Braco de Punte”, que quando foi levado para Inglaterra, após vários cruzamentos, deu origem à raça que atualmente é procurada para caçar perdizes. Isto porque é bastante leve, flexível e rápido o suficiente para ir no encalço da presa. O seu faro extraordinário permite-lhe parar exatamente no sítio onde a perdiz está, indicando ao caçador a posição do animal.

Desta forma, o pointer é perfeito para caçar perdizes. Primeiro, por o peito profundo e a sua agilidade lhe permitirem correr longas distâncias. Segundo, porque ao porte atlético junta-se um nariz côncavo direcionado para cima, o que lhe facilita farejar os pássaros.

Se deseja caçar perdizes procure a Quinta dos Penedinhos que detém os melhores exemplares de perdizes para caçar com o seu cão pointer. Visite-nos em Quinta dos Penedinhos, s/n, Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Atenção à Qualidade da Água! Em Qualquer Acção de Repovoamento

A época do repovoamento das zonas de caça está a chegar.

A Quinta dos Penedinhos possui uma larga experiência neste campo e desenvolveu para o efeito um modelo designado Mosaico Estratégico abrangendo os cinco principais factores críticos de sucesso: Abrigo, Água, Alimentação, Animais e Ausência de Perturbação.

Neste artigo, vamos debruçar-nos sobre a questão da Água.

Como sabem, 75% do corpo dos animais corresponde a água. Daí que a abundância e a qualidade da água, bem como a facilidade do acesso à mesma, em qualquer acção que inclua o maneio e/ou criação de animais, é de primordial importância.

Neste sentido, costumamos recomendar aos nossos clientes que os locais de solta se localizem, preferencialmente, próximo dos pontos de água (barragens, charcas, ribeiros, linhas de água, etc.), evitando a construção e a manutenção, incluindo a limpeza, de bebedouros.

Todavia, chamamos a atenção dos responsáveis pelas acções de repovoamento das zonas de caça para um aspecto muito importante (cada vez mais!) e que tem que ver com a qualidade da água disponível nas referidas zonas proveniente de barragens, charcas, ribeiros, e até dos próprios furos se a água dos bebedouros for tirada daqueles.

Chegados aqui, importa questionar a qualidade da água das barragens, das charcas, dos ribeiros e dos furos? E porquê? Porque, como sabem, hoje em dia, toda a actividade agrícola utiliza pesticidas e estes poderão contaminar a água, não só das referidas barragens, charcas e ribeiros, bem como dos aquíferos subterrâneos e bem assim dos furos de captação de águas subterrâneas.

Em face do exposto, se a zona de caça onde pretendem realizar o repovoamento tiver actividade agrícola recorrendo à utilização de pesticidas, recomendamos que antes do repovoamento procedam à recolha de amostras da água de cada uma das barragens, charcas, ribeiros e furos e mandem analisar o teor bacteriológico das mesmas.

A nossa experiência diz-nos que muitas acções de repovoamento são mal sucedidas devido à má qualidade da água, inclusive da água proveniente de furos pelas razões acima indicadas.

Em caso de dúvidas não hesitem em contactar-nos através do número de telemóvel 91 456 36 61 ou do e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

Criação do coelho bravo é essencial para o ecossistema

Sabia que o coelho bravo é essencial para preservar os ecossistemas mediterrânicos? E que é a principal presa do lince ibérico e da águia imperial? E, que além disso, integra a estratégia cinegética da Península Ibérica? Motivos que tornam a recuperação, manutenção e criação do coelho bravo tarefas de grande importância.

Os criadores têm a missão de assegurar a gestão destas populações, para que se mantenha o equilíbrio ecológico, bem como a reprodução necessária para cumprir a sua função de alimento principal de espécies em vias de extinção (p.e. o lince ibérico), assim como satisfazer a natureza cinegética do Homem.

criacao de coelho bravo

Na Quinta dos Penedinhos, essa missão é encarada com grande seriedade e responsabilidade. A criação de coelho bravo é uma das atividades desenvolvidas, assegurando a continuidade da espécie. Aqui, o habitat é preservado, através da inserção dos animais em solos que lhes permitam a construção de abrigos e da manutenção de zonas de alimentação. Contacte-nos pelo 914 563 661 para conhecer o nosso trabalho.

Radiografia da espécie

A espécie tem tendência para escolher solos justapostos, pois são os que reúnem melhores condições para a construção de abrigos junto às áreas de alimentação. O coelho bravo é apreciador de locais de orla, que se situem entre várias culturas, prados e mato.

Estes animais têm um peso médio de um quilo e costumam medir entre 340 a 455 milímetros. O seu corpo está adaptado para saltar e a sua fisionomia obriga-os a correr em ziguezagues.

Dependendo da região de onde são oriundos, os coelhos bravos têm diferentes pelagens, quase sempre de cor acinzentada, apresentando a parte de baixo das patas, do ventre e do rabo a cor branca. Já as orelhas são menores que o comprimento da cabeça.

Criação de coelho bravo

Quem se dedica à criação desta espécie sabe que a dieta alimentar é um dos pilares do sucesso deste processo. Estes animais alimentam-se sobretudo de plantas herbáceas e arbustos. Portanto, apesar de haver algumas variações consoante o local onde se encontram e a estação do ano, a sua dieta é vegetal.

Enquanto repousam ocorre a sua digestão. Daí que, quem faz criação de coelhos bravos saiba que um dos motivos que os leva a esconderem-se na toca por longos períodos é a necessidade de reter os alimentos no organismo por mais tempo. Os nossos criadores estão cientes de que esta espécie precisa de ingerir muitas proteínas, pelo que tem que assegurar uma vasta área de vegetação herbácea. Este cultivo é ainda mais importante para as fêmeas, pois é um fator essencial para o desenvolvimento das juvenis e para a reprodução nas adultas.

Falando de reprodução, importa destacar que o coelho bravo é polígamo, conseguindo reproduzir-se logo no primeiro ano de vida, tendo uma média de duas a quatro ninhadas por ano. O tempo de gestação oscila entre os 28 e 30 dias.

No caso de Portugal, a temperatura, o nível de precipitação e a quantidade e qualidade de alimento disponível são os principais fatores que influenciam o processo reprodutivo.

Para conhecer pormenorizadamente a criação de coelhos bravos,visite a Quinta dos Penedinhose seja acompanhado por uma equipa especializada e experiente, que irá mostrar-lhe passo a passo as instalações e o habitat desta espécie.

Observar o coelho bravo

Como se sabe, esta espécie é sedentária e nunca se afasta mais de 300 metros das tocas da sua colónia. Entre eles existe uma organização social definida, em que as alturas de maior tensão são registadas na defesa do território, sobretudo entre os machos; na procura dos melhores lugares para reprodução, quando se tratam de fêmeas, e na ocupação do habitat que tem melhores recursos alimentares.

O momento em que é mais fácil observá-los é no período de reprodução, em que os machos procuram fêmeas em novas colónias, registando-se uma maior dispersão no início e fim dessa época.

Na zona mediterrânica, a criação de coelhos bravos destina-se também a alimentar os predadores. Por isso, a espécie foi aprendendo a selecionar as zonas de maior densidade arbórea e cobertura vegetal para se proteger e sobreviver. No período diurno, estes animais escondem-se em áreas de mato, longe do alcance das aves de rapina. Já de noite, o coelho bravo arrisca-se em zonas de prado e cultura, onde é mais fácil visualizar possíveis ataques. Quando o dia começa a nascer deslocam-se mais para a orla, ficando próximo de potenciais abrigos.

Na Quinta dos Penedinhos poderá agendar a observação do coelho bravo, através do endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

Cuidados na criação dos perdigotos originam perdizes de qualidade

Os perdigotos são as crias da perdiz-vermelha. A forma como crescem irá influenciar a sua vida na idade adulta. Daí que na Quinta dos Penedinhos, a atenção dedicada a estes animais comece logo desde o primeiro dia. Os perdigotos são criados nas melhores condições favoráveis ao seu desenvolvimento.

A alimentação irá determinar o seu desenvolvimento físico e a beleza da sua plumagem e, em última análise, a sua capacidade de voo. Para protegê-los das agressões exteriores, os perdigotos são criados em espaços preservados e adequados ao seu crescimento saudável.

perdigotos

Quando nascem os perdigotos?

 A perdiz é uma espécie monogâmica. Na natureza, as fêmeas começam a colocar ovos nos ninhos selecionados pelos machos entre final de abril e junho. Os ovos são colocados no meio de vegetações rasteiras e são incubados pela fêmea entre 23 a 26 dias.

As eclosões dão-se entre o final de Maio e o princípio de Junho.

É curioso observar o seguinte ditado popular, referindo-se aos perdigotos: «Pelo S.João, eles aí vão!»

Do acasalamento resultam, normalmente, 14 ovos (podem variar entre os 12 e 20). Porém, o sucesso deste processo é de cerca de 45%, quando ocorre na natureza sem controlo humano, já que os ninhos podem ser atacados por predadores ou até abandonados. Isto pode acontecer quando, no período da incubação, a população de perdizes tem muitos machos. Estes podem ser agressivos com as fêmeas chocas e levá-las a abandonar o ninho. Venha conhecer o processo de criação dos perdigotos da Quinta dos Penedinhos, ligando para o 914 563 661.

Porque é importante controlar a criação de perdigotos?

A perdiz é uma espécie nidífuga, pelo que os perdigotos saem do ninho logo que nascem, embora a ninhada permaneça junto da mãe.

Quando criados em cativeiro, os cuidados com as futuras perdizes são muito importantes para que cresçam saudáveis e cheguem à idade adulta com boas qualidades para serem caçadas.

Na natureza, os perdigotos alimentam-se sobretudo de insetos, estando dependentes da disponibilidade deste alimento e da sua própria destreza. Como não têm acesso a muitos pontos de água, nem a abrigos naturais, acabam por deslocar-se por áreas maiores, correndo o risco de serem atacados por predadores. O resultado é evidente: estes perdigotos acabam por ter maiores dificuldades em sobreviver.

Por outro lado, estas crias têm que criar técnicas de defesa, já que estão mais desprotegidas. A primeira vez que voam é por volta das seis semanas de idade, que é o período em que já estão menos dependentes da mãe. Até lá têm que recorrer ao mimetismo para se defenderem, já que para fugirem (e isso verifica-se também na idade adulta) têm que correr e esconder-se.

Por isso, na Quinta dos Penedinhos, a criação de um ambiente o mais semelhante possível ao seu habitat natural é uma prioridade para a criação das perdizes. Venha descobrir como tratamos das perdizes que irá caçar no futuro, enviando um email para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Siga estas dicas para ter sucesso na caça do coelho

Se está a planear ou a dar os primeiros passos na caça, saiba que os coelhos bravos são excelentes animais para iniciar esta atividade. Esta espécie vai permitir-lhe desenvolver as suas qualidades de caçador, nomeadamente a técnica, a paciência e a inteligência para ser bem-sucedido na sua caçada.
Para praticar esta atividade com segurança recorra a criadores que cumpram todos os parâmetros legais e sanitários e que lhe transmitam total confiança.
Sabia que a Quinta dos Penedinhos cria exemplares de coelho bravo que reúnem as características ideais para a caça? Contacte-nos para conhecer a nossa oferta e o processo de criação.

caca do coelho bravo

O que deve saber para caçar esta espécie

Antes de mais precisa de uma licença de caça. Se já detém uma, verifique se esta se encontra em dia e legalizada e consulte as diretrizes de caça da área onde vai praticar a atividade. É importante confirmar se está tudo em ordem.
Posto isto, tenha em atenção os seguintes fatores:

  • Estação do ano: existe uma época específica para a caça de coelho, que se situa, entre o início e o fim do Outono. Este dado é fundamental para saber se efetivamente pode praticar a atividade nas datas que planeou.
  • Área de caça: informe-se sobre as especificidades da região em que se encontra, isto é, se nessa zona é permitido caçar coelho bravo e se há regras específicas a seguir.
  • Quantidade: no planeamento da sua caçada, não se esqueça de confirmar se há limites ao número de coelhos a caçar.
  • Arma: adeque a mesma sempre ao tipo de animal a caçar. No caso do coelho, que é bastante rápido, o mais apropriado será usar espingardas de calibre menor, 20 por exemplo. Cartucho com granalhas de aço, de tamanho 6 ou 7,5 é o indicado.
  • Conhecimento: quando decidir partir à caça do coelho bravo é importante que tenha estudado o animal e a sua espécie, de forma a conseguir identificá-lo de imediato. Para conhecer melhor esta espécie agende uma visita à Quinta dos Penedinhos, através do endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com.>

Onde encontrar coelhos para caçar?

Procure criadores certificados para garantir que todos os requisitos legais e sanitários são cumpridos. O coelho bravo vive em todos os tipos de habitat, adaptando-se facilmente aos vários ambientes. Locais com jardins, cultivo de soja ou trigo, férteis em trevo ou campos de folhas caducas reúnem as condições ideias para o desenvolvimento da espécie.

Opte por visitar várias propriedades que se dedicam a esta área de atividade e que permitam caçar coelho bravo. E lembre-se que a altura do dia mais indicada para agendar a caçada é ao início da manhã ou ao final do dia, altura em que estes animais são mais ativos.

O coelho é esquivo e esconde-se com facilidade. Por isso, na hora de os procurar encontrar opte por caminhar, pois o barulho assusta o animal e obriga-o a encaminhar-se para o esconderijo. Dê sempre alguns passos e depois faça uma pausa, de cerca de 30 segundos, para conseguir detetar o movimento do animal. A caça ao coelho implica muita paciência e, se estiver em equipa, obriga a um trabalho de grupo coordenado.

Visite a criação de coelhos bravos na Quinta dos Penedinhos, em Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Aqui poderá falar com os criadores e ser guiado pela propriedade para conhecer o espaço e as condições em que os animais são cuidados.

Como escolher espingardas e cartuchos para caçar perdiz vermelha?

A escolha e utilização das espingardas e cartuchos para a caça menor, nomeadamente para caçar perdiz vermelha, é um tema que desperta diversas discussões. No entanto, há alguns aspetos que geram consenso, o que nos permite estabelecer um conjunto de definições práticas em relação às opções mais adequadas para este tipo de atividade.

Para além da importância de escolher os melhores meios para caçar, é igualmente importante contar com exemplares de caça de excelente qualidade. Sabia que a Quinta dos Penedinhos cria perdizes vermelhas com uma notável capacidade de voo? Ligue-nos para o 914 563 661 e conheça melhor o nosso trabalho!

                                 perdiz vermelha

Quais são as principais noções sobre cartuchos para caçar perdizes vermelhas?

A carga padrão do calibre 12, um dos mais populares na caça menor, situa-se nos 32 gramas de chumbo, havendo uma tolerância de mais ou menos dois gramas.

Assim, uma carga de chumbo tem a forma de um cilindro dentro do cartucho. Posteriormente passa pelo cano e segue livremente no ar, com diferentes velocidades, até se espalhar.

Nessa fase, a carga ganhará a silhueta de um cone com um vértice que corresponde ao meio e uma aba que viaja atrasada relativamente ao vértice. Desta forma, há espaços por onde pode passar a perdiz vermelha.

Testar a espingarda é uma etapa importante na escolha dos melhores cartuchos. Por isso, experimente-os numa chapa antes de tomar uma decisão mais definitiva.

Sabia que as perdizes criadas na Quinta dos Penedinhos se comportam como as bravas na sua protecção e abrigo dos predadores, incluindo os próprios caçadores? Quer obter os nossos conselhos sobre caça à perdiz vermelha? Pode contar com a ajuda da Quinta dos Penedinhos! Estamos disponíveis para esclarecer qualquer dúvida. Envie-nos as suas questões para o endereço quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quando se deve optar por um cano curto ou comprido?

Se for necessário encarar e apontar rápidamente, o melhor é recorrer a um cano curto. Perante os tiros largos, e com um maior desconto, é necessário contar com um cano comprido.

Tendo uma maior quantidade de chumbo (nomeadamente 36 gramas), as cargas fortes enchem melhor o espaço da bagada. Como sofrem um maior efeito dispersante, as cargas também alargam, não preenchendo totalmente esse espaço, o que pode ser resolvido através de uns canos mais fechados ou chocados. Quando se segue esta opção, é importante atirar mais longe para não desfazer a perdiz.

                                  perdiz vermelha

Portanto, as cargas fortes – a partir dos 36 gramas – são indicadas para tiros largos e caçadores hábeis. Este tipo de cargas costuma produzir um tiro mais lento, o que se reflete nos descontos a dar.

Por outro lado, uma carga mais leve (ou seja, com um menor peso de chumbo) produz um tiro mais rápido, atenuando a questão dos descontos.

Além destes conselhos, umas bonitas peças fazem toda a diferença para um bom dia de caça. Conheça as perdizes vermelhas da Quinta dos Penedinhos de uma beleza inconfundível. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.

Conselhos para caçar coelho bravo com a máxima segurança

A caça ao coelho bravo é uma prática que exige uma série de cuidados para que seja feita de forma segura. Alguns dos principais aspectos são: utilizar óculos de segurança, reconhecer sinais de doença nos animais e vestir um colete com uma cor garrida.

Sabia que a criação de coelho bravo na Quinta dos Penedinhos também conta com importantes parâmetros de segurança? Os nossos profissionais asseguram uma prática rigorosa de gestão sanitária. Conheça melhor o trabalho da Quinta dos Penedinhos, ligando-nos para o número 914 563 661.

                                 caca coelho

Caça ao coelho bravo: porque é importante vestir camisas de mangas compridas?

A utilização de um equipamento de segurança adequado é um dos conselhos de maior relevo. Vejamos o caso das peças de roupa, que têm de incluir um elemento chamativo, como por exemplo uma cor vistosa, nomeadamente o laranja. Desta maneira cada caçador destaca-se dos outros no seu grupo e até doutros grupos que estejam à procura de coelhos.

Além disso, é importante optar por camisas de mangas compridas e calças. Com estas opções consegue proteger-se de obstáculos cortantes, nomeadamente das silvas.

Não se esqueça de levar muita água e estojos de primeiros socorros, principalmente se a caça ao coelho bravo estiver programada para se prolongar durante vários dias.

Quer conhecer melhor estes e outros conselhos de segurança para as suas caçadas? Conte com a Quinta dos Penedinhos. Envie-nos as suas dúvidas para quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Quais são os outros importantes conselhos de segurança na caça ao coelho bravo?

• Contar com óculos de segurança e tampões para os ouvidos – ambos os acessórios devem ser utilizados sempre que estiver a atirar.

• Reconhecer sinais de doença nos coelhos – esta é uma dica especialmente importante para aqueles que pretendem caçar para comer. Como estes animais costumam sofrer de doenças graves, nomeadamente de febre hemorrágica, é preciso estar atento para evitar a carne contaminada. As hemorragias pelo nariz são uns dos principais sintomas.

• Manter o máximo contacto com os colegas de caça – trata-se de um conselho de relevo para quem costuma caçar em grupo. Cada um dos elementos deve estar a pelo menos 15 metros de distância. É o intervalo necessário para dar tiros seguros, sendo suficientemente perto para que todos se consigam ver uns aos outros.

• Nunca atirar em paralelo ao chão – os canos das armas devem estar sempre apontados para baixo. É completamente proibido disparar para o ar ou em paralelo com o solo: há o elevado risco de ferir outros caçadores.

Com estes conselhos já estará pronto para iniciar uma caça ao coelho bravo com eficiência e segurança. Para contar com as melhores peças, siga outra sugestão: recorra à Quinta dos Penedinhos. Os nossos planos de repovoamento com coelhos seguem o modelo dos «4 As»: Alimento, Água, Abrigo e Ausência de Perturbação. Visite-nos no Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.