A Quinta dos Penedinhos esteve presente na Feira da Caça Maior de Odemira que teve lugar no parque de exposições de S. Teotónio nos passados dias 13 e 14 de Setembro de 2014. A convite da Associação de Caçadores de Perdizes Vermelhas do concelho de Odemira, a Qta. dos Penedinhos forneceu as perdizes vermelhas e os coelhos bravos. As perdizes, bem como os coelhos, deliciaram os visitantes do certame, sobretudo as crianças. Do programa da feira constava, entre outros, várias demonstrações de caça com cães de parar. As perdizes da Qta. dos Penedinhos utilizadas nas referidas demonstrações de caça tiveram um comportamento excepcional – levantaram-se na cara dos cães exibindo voos muito altos e grandes – conforme a opinião de todos os profissionais envolvidos na realização das provas. Mais um prova da excelente qualidade das perdizes criadas na Qta. dos Penedinhos. Que o digam o Sr. Víctor Guerreiro, Presidente da Associação de Caçadores de Perdizes Vermelhas e o Sr. António Viana ilustre associado da mesma associação, na foto da direita para a esquerda:
Na foto de baixo vemos o treinador de cães de parar Sr. Jorge Rosado (proprietário do Canil Miralgarve, Vila do Bispo) em plena paragem com o seu pointer Bonus de 4 anos de idade.
Acção de Repovoamento de uma Zona de Caça com Perdiz Vermelha
Um caso a seguir…
1. Caracterização da Zona de Caça A zona de caça objecto deste artigo situa-se no Alentejo, no concelho de Arraiolos. Está implantada numa propriedade com ca. de 1.700 ha. A reserva dispõe de duas barragens e de um sistema de canalização da água a céu aberto para as culturas de regadio distribuído por toda a propriedade.
Para além das zonas adstritas às culturas de regadio (milho), a propriedade apresenta zonas de montado (sobreiros e azinheiras) relativamente limpas de mato. A reserva em questão caracteriza-se, resumidamente, por ser uma zona de planalto, com muita água disponível e bem distribuída, muito soalheira, com pouco mato rasteiro, bem arborizada e com terrenos enxutos. 2. Preparação da Zona de Caça Antes da largada das perdizes no terreno, haviam sido implementadas já um conjunto de acções com vista a assegurar às perdizes actualmente existentes as melhores condições de abrigo, alimento e água. É disponibilizado trigo em comedouros estratégicamente situados e próximos das barragens. Os comedouros estão protegidos por malha-sol para protecção contra o gado. A disponibilidade de água está naturalmente garantida pela existência de duas barragens e diversas canalizações de água a céu aberto.
Abrigo construído com aproveitamento da malha-sol, à sombra de um eucalipto e próximo da barragem, sob a supervisão do Director-Técnico da Qta. dos Penedinhos.

Abrigo semi-rústico construído sob a supervisão do Director-Técnico da Quinta dos Penedinhos, completamente integrado no ambiente.

Abertura das tampas das caixas das perdizes por um elemento da Direcção da zona de caça.
Junto ao abrigo foi colocado um comedouro sob aforma de garrafão de plástico invertido; as perdizes da Qta. dos Penedinhos estão habituadas, desde as primeiras semanas, a este tipo de comedouro, muito prático e económico.
- Evidenciam uma pureza e bravura genética notável desde os primeiros dias;
- Estão habituadas, desde muito cedo, ao consumo de diversos cereais;
- Estão habituadas, desde as primeiras semanas, a um tipo de comedouro muito económico e fácil de instalar em qualquer zona de caça: garrafão de plástico invertido.
- Permanecem, a partir das 12 semanas, nos parques de voo, habituando-se a enfrentar todas as condições meteorológicas por mais adversas que sejam.
Estes procedimentos garantem uma excelente adaptação das nossas perdizes às condições naturais de qualquer zona de caça. Vamos ver, no futuro, o que aconteceu nesta acção de repovoamento? Terão as perdizes da Quinta dos Penedinhos revelado desde o início da presente acção de repovoamento uma excelente capacidade de adaptação às condições ambientais da zona de caça intervencionada? Como terá sido a integração destas perdizes com as perdizes silvestres existentes na reserva, formando bandos mistos? A terminar, queremos manifestar os nossos agradecimentos à Direcção da ZCT da Herdade do Cabido Grande pela confiança depositada na Quinta do Penedinhos quanto à acção de repovoamento levada a cabo. Quinta dos Penedinhos, 08 de Setembro de 2014 A Direcção. Fotografias by Martim Magro (Biólogo).
Largada na Terrugem, Sintra – 06 de Setembro de 2014
O Clube de Caçadores da Terrugem – Sintra (CCT) organiza uma largada no sábado, 06 de Setembro de 2014, no campo de treino do referido clube. A concentração dos caçadores no CCT, em Fervença – veja a localização no final deste anúncio – está agendada para as 07H30 desse dia. A largada tem o início previsto às 10H00. Serão largadas 350 peças de caça: 250 perdizes e 100 pombos. As inscrições encontram-se abertas ao público caçador. O campo de treino conta com 16 portas de 2 espingardas por porta. O custo da inscrição por porta é de € 145,00 e inclui o almoço na sede do CCT. Aos caçadores não-sócios do CCT solicita-se o pagamento de um sinal de € 72,50 – 50% do valor da inscrição – para garantia da reserva. Os restantes € 72,50 deverão ser pagos no dia largada, entre as 07H30 e as 09H00, na tesouraria do CCT. A partir das 07H30, na sala de jantar do CCT, será servido o pequeno-almoço a preços bastante acessíveis. A participação na largada está, desde logo, condicionada à apresentação pelos caçadores de todas as licenças e demais taxas legais em vigôr. As perdizes têm a garantia de qualidade da Quinta dos Penedinhos, Lda.; veja os testemunhos dos nossos clientes em www.quintadospenedinhos.com A Direcção do CCT reserva-se, desde já, o direito de cancelar ou adiar a largada, no caso de não conseguir concretizar a venda de todas as portas até 30 de Agosto de 2014. Para todas as questões relacionadas com esta largada, agradece-se o contacto com: i) O presidente do Clube de Caçadores da Terrugem – Sintra, Sr. Víctor Mota, pelo telemóvel 926 328 659. ii) O secretário do CCT – Sintra, Sr. Tiago Coelho, pelo telemóvel 963 987 645.

Largada na Tapada, Almeirim
O Clube de Caça da Tapada, Almeirim, comemora este ano o seu 25º aniversário, no âmbito do qual decidiu orgnizar mais uma largada de perdizes que teve lugar no passado dia 20 de Julho de 2014. As portas foram colocadas a ca. de 135 metros do ponto de lançamento; definitivamente, um teste à capacidade de voo das perdizes fornecidas pela Quinta dos Penedinhos. Com efeito, as nossas perdizes tiveram um comportamento admirável, tendo correspondido inteiramente às expectativas dos caçadores, ajudando a abrilhantar a festa. Os nossos agradecimentos pela confiança depositada na nossa empresa. E muitos parabéns pelo vosso 25º aniversário.
A Direcção do Clube de Caça da Tapada. A alegria foi a nota dominante do evento.
EXPOCAÇA 2014
A Quinta dos Penedinhos esteve presente, pela primeira vez, na Expocaça, que decorreu entre 16 e 18 de Maio de 2014. O stand nº 141 da Quinta dos Penedinhos recebeu a visita de muitos caçadores representantes de inúmeras associações e clubes, bem como diversos representantes de outras empresas do sector. Vimos agradecer públicamente o interesse que todos demonstraram em conhecer mais de perto o nosso projecto de criação das duas espécies de caça-menor mais procuradas em Portugal: o coelho bravo e a perdiz vermelha. 
Treino para Prova de Santo Humberto
No passado dia 13 de Junho de 2014, na Herdade do Areeiro, próximo do Montijo, realizou-se um treino para a prova de Santo Humberto organizado pelo Sr. Jorge Piçarra e que contou com a participação de outros oito caçadores. As perdizes foram fornecidas pela Quinta dos Penedinhos e mereceram os maiores elogios por parte de todos os caçadores, bem como dos elementos do júri. As perdizes, embora não tivessem ainda atingido a idade adulta, saíram a voar muito bem na frente dos cães, acabando por proporcionar bonitos tiros a todos os caçadores. No final era visível a satisfação dos caçadores como o demonstra a seguinte foto:
Um grupo de caçadores, da esquerda para a direita: Nuno Godinho, João Gil, Pedro Alvelos, Manuel Duarte, Jorge Piçarra e Miguel Ferro.
A colocadora de perdizes, Mafalda Rodrigues. Um dos elementos do júri: Paulo Filipe. E o concorrente João Gil antes do início da respectiva prova.
O caçador Rui Martins antes do início da respectiva prova, ouvindo as recomendações do júri Paulo Filipe, na presença atenta de Mafalda Rodrigues.
Acção de Repovoamento de Zona de Caça com Perdizes Vermelhas
Um Caso Emblemático
1. Caracterização da Zona de Caça
A zona de caça objecto deste artigo situa-se na zona litoral do país, entalada entre o mar a poente e a serra a nascente. A confrontação com o mar faz-se através de arribas íngremes e rochosas. Do outro lado, a serra, integra um Parque Natural, caracterizando-se por uma zona de mato virgem, muito denso, e muitas árvores frondosas e de grande porte fazendo demasiada sombra. A reserva em questão caracteriza-se, assim, por ser uma zona de planalto, relativamente plana, muito soalheira, cheia de mato rasteiro, pouco arborizada e com terrenos enxutos. Tratando-se de uma zona litoral, a construção de casas está muito limitada e as que existem, sejam casas isoladas, lugares, vilas ou aldeias, situam-se do lado da serra. A agricultura nesta região é praticamente inexistente. 2. Preparação da Zona de Caça Antes da largada das perdizes no terreno, foi feito um planeamento cuidadoso de um conjunto de acções com vista a assegurar às futuras aves: a) as melhores condições de abrigo; b) a disponibilidade de água e de alimento; c) a mínima perturbação. Relativamente ao abrigo, foi decidido tirar o melhor partido do mato existente.
Contudo, impunha-se reduzir bastante a densidade do referido mato. Para o efeito, foram realizadas em primeiro lugar desmatagens seguidas de sementeiras diversificadas de cereais. Os terrenos objecto das referidas acções de desmatagem seguida de sementeira estão dispostos em forma de mosaico, nas orlas dos quais subsiste o mato original. Além das referidas acções levadas a cabo para receber as perdizes, outras acções da mesma natureza estão planeadas, nomeadamente, desmatagem através de queimadas controladas nas encostas e outras sementeiras de cereais.
Entretanto, enquanto as sementeiras não dão frutos, é disponibilizado alimento composto por diversos cereais em comedouros estrategicamente situados e próximos dos bebedouros. No que respeita ao nível de perturbação das perdizes, refira-se a prevalência de predadores aéreos, nomeadamente as águias; situação difícil de controlar por se tratar de uma reserva colada a um Parque Natural com condições excepcionais para o desenvolvimento da referida espécie. De resto, como já se viu, por se tratar de uma zona sem agricultura e onde a construção de casas está muito limitada, a perturbação das perdizes pelo Homem é muito reduzida. 3. Factores Críticos de Sucesso (FCS) 3.1. Matéria-Prima: As nossas perdizes.
A presente acção de repovoamento, i.e. a largada das perdizes no terreno, foi realizada no passado dia 16 de Dezembro de 2013 ao final da tarde. As perdizes foram fornecidas pela Quinta dos Penedinhos com uma idade média de 40 semanas. As perdizes da Quinta dos Penedinhos revelaram desde o início da presente acção de repovoamento uma excelente capacidade de adaptação às condições ambientais da zona de caça intervencionada. Além disso, assistiu-se ainda a uma boa integração destas perdizes com as perdizes silvestres existentes na reserva, formando bandos mistos. 3.2. Nível de Integração de Abrigo, Água, Alimentação e Ausência de Perturbação.
Tratando-se de uma zona com uma densidade muito grande de mato rasteiro, a direcção da zona de caça optou, a nosso ver muito bem, pelo aproveitamento do mesmo para proporcionar o abrigo indispensável às perdizes recém-introduzidas. De seguida, e por forma a prover o alimento necessário, a direcção desta reserva já fez diversas sementeiras de cereais, tendo inclusivamente planeadas outras sementeiras para os próximos meses. Relativamente a este aspecto, devemos sublinhar a forma como foram dispostas as sementeiras já realizadas: em forma de mosaico. Outra decisão, que merece o nosso elogio, foi a selecção dos locais para a introdução dos comedouros e dos bebedouros. Com efeito, os comedouros, bem como os bebedouros, foram colocados na orla das sementeiras, próximos das sebes que hão-de servir de abrigo às perdizes, e protegidos do sol. A este respeito devemos sublinhar a importância da proximidade dos bebedouros das zonas semeadas para evitar a desidratação dos perdigotos nos meses de Verão. Outro aspecto não menos importante é a protecção dos bebedouros por forma a evitar a morte por afogamento dos perdigotos nos primeiros dias de vida. Relativamente ao actual nível de perturbação das perdizes, caracterizado fundamentalmente pela existência de muitas águias oriundas do Parque Natural contíguo à zona de caça, a concretização do plano de sementeiras conduzirá, no curto prazo, a uma interacção mínima com o Homem de todo desejável. 4. Considerações Finais
Em face do exposto, devemos chamar a atenção dos leitores para a forma estratégica como foram dispostos no terreno a Alimentação (zonas semeadas) e o Abrigo (mato rasteiro), i.e. em forma de mosaico: sementeiras separadas por orlas de mato. Devemos enaltecer também o facto de como a direcção da referida zona de caça conseguiu obter, desde já, um bom nível de integração dos principais factores críticos de sucesso de uma acção de repovoamento: Abrigo, Água, Alimentação e Ausência de Perturbação. Após a finalização, a curto prazo, do plano de desmatagem e das sementeiras, é de prever a obtenção de um superior nível de integração dos referidos FCS. Tudo isto é muito importante e necessário para o sucesso de qualquer acção de repovoamento com Perdiz Vermelha. Mas não é suficiente, pois se a qualidade das perdizes – traduzida na maior ou menor capacidade de sobrevivência em condições ambientais naturais – que se colocam no terreno não fôr boa, o repovoamento poderá ser um fracasso. As perdizes da Quinta dos Penedinhos têm-se revelado de superior qualidade nas acções de repovoamento em que têm participado, porque: a) Evidenciam uma pureza e bravura genética notável desde os primeiros dias; b) Estão habituadas, desde muito cedo, ao consumo de diversos cereais; c) Estão habituadas, desde as primeiras semanas, a um tipo de comedouro muito económico e fácil de instalar em qualquer zona de caça: garrafão de plástico invertido. d) Permanecem, a partir das 12 semanas, nos parques de voo, habituando-se a enfrentar todas as condições meteorológicas por mais adversas que sejam. Estes procedimentos garantem uma excelente adaptação das nossas perdizes às condições naturais de qualquer zona de caça. Foi o que aconteceu em mais este caso. A terminar, queremos manifestar os nossos agradecimentos à Direcção do Clube de Caçadores da Freguesia de Colares pela confiança depositada na Quinta do Penedinhos e pela disponibilização de fotos e de informações sobre a acção de repovoamento levada a cabo. Quinta dos Penedinhos, 27 de Janeiro de 2014 A Direcção.
Repovoamento com Perdiz Vermelha: Um Caso de Sucesso!
Repovoamento de Zonas de Caça – Perdiz Vermelha (caça menor)
Descrevemos a seguir uma acção de repovoamento de Perdiz Vermelha realizada com êxito e que contou com o nosso apoio técnico.
O referido plano de repovoamento iniciou-se com uma visita do cliente à nossa exposição local de abrigos para efeitos de repovoamento.
Nesta visita mostrámos ao cliente diversas opções de abrigos, vantagens e desvantagens de uns e outros, por forma a que o cliente, considerando o habitat da propriedade a repovoar, estivesse em condições de decidir-se pelo abrigo mais adequado. Com efeito, o cliente acabou por decidir-se pela construção de abrigos rústicos vulgarmente designados por choças.
Junto aos referidos abrigos foram colocados bebedouros e comedouros à imagem dos que utilizamos no nosso centro cinegético nos pré-parques e nos parques de voo, para assegurar que as perdizes objecto do repovoamento não estranham os mesmos, contribuindo, assim, para a sua mais fácil adaptação ao meio.
Também a alimentação disponibilizada nos comedouros é composta basicamente por cereais, uma vez que as nossas perdizes já vêm, desde os pré-parques, habituadas a eles.
Relativamente à existência e intensidade de predadores, refira-se que a propriedade em questão se encontra vedada, sendo invadida, frequentemente, única e exclusivamente por gatos vadios, habituados a caçar de emboscada, com sucesso, todo o tipo de aves: pombos-torcazes, rolas, perdizes, etc.
Em face destas circunstâncias e depois de uma descrição do referido habitat feita pelo cliente, as nossas recomendações, em matéria de localização dos referidos abrigos, foram no sentido de construí-los em zonas elevadas, limpas de mato e afastadas o mais possível dos limites da propriedade. Recomendações essas que foram, desde logo, aceites pelo cliente.
Depois de concluídos os trabalhos de construção dos referidos abrigos e a limpeza das zonas circundantes dos mesmos, procedemos à colocação das perdizes no campo em caixas desenvolvidas por nós para o efeito.
As perdizes comportaram-se como estávamos à espera: não se espantaram, adaptaram-se e fixaram-se muito bem ao meio envolvente.
E por lá continuam a desfrutar do seu novo habitat, em plena liberdade e comunhão com a natureza, para gáudio dos homens que as avistam de vez em quando, e que as ouvem cantar…
Eis um exemplo emblemático de uma acção bem sucedida de repovoamento de Perdiz Vermelha, realizada com o nosso apoio técnico.
Saiba mais sobre repovoamento de zonas de caça e sobre perdiz vermelha, e visite-nos em www.quintadospenedinhos.com
Coelhos bravos: espécie cinegética por excelência
Distribuídos por toda a Europa, os coelhos bravos, com a designação científica de Oryctolagus Cuniculus, encontram-se espalhados por todo o País. São das espécies cinegéticas mais apreciadas e podem pesar entre 1,2 e 2,5 kg. Os machos adultos têm cabeças mais largas e achatadas do que as fêmeas, mas, em contrapartida, possuem bochechas maiores.
Características físicas dos coelhos bravos
No entanto, para diferenciar correctamente os coelhos bravos machos das fêmeas só mesmo com recurso a observação dos genitais. Os coelhos bravos mudam o pelo entre Setembro e Outubro e têm orelhas de ponta castanha, mais curtas do que o crânio. A parte superior da cauda é castanho-escura e branca por baixo, ficando visível quando o coelho bravo foge.
Os coelhos bravos são animais sedentários, sendo que os machos têm domínios de maior extensão do que as fêmeas. Por regra, os coelhos bravos deslocam-se entre 150 e 400 metros para se alimentarem. O pico da fecundidade para esta espécie é entre Abril e Junho e as crias costumam nascer nos meses de Dezembro a Julho.
Rituais de reprodução dos coelhos bravos
Os coelhos bravos têm, em média, três a cinco ninhadas por ano, sendo que, cada ninhada tem entre 3 e 5 crias. As crias de coelho bravo nascem cegas e sem pelo, abrindo os olhos apenas aos 10 dias de idade. Os indícios da presença de coelhos bravos são os excrementos, em forma de ervilha, pegadas, tocas e trilhos que utilizam regularmente.
Os coelhos bravos habitam em solos cobertos de urze, prados e campos abertos, matagais, bosques e orlas dos terrenos agrícolas. Alimentam-se de folhas de culturas agrícolas, como as couves, rebentos de árvores, legumes e videiras, assim como silvas e cascas de arbustos. Além disso, os coelhos bravos têm uma particularidade: como não conseguem assimilar totalmente os alimentos, ingerem os próprios excrementos, ricos em vitaminas e aminoácidos.
Os coelhos bravos são animais, por norma, nocturnos, mas que mantêm actividade diurna, se o ser humano não interferir. Tipicamente, formam casais quando há baixa densidade, mas quando o número aumenta, os coelhos bravos criam colónias que podem ter até 20 adultos.
Saiba mais sobre coelhos bravos para caça em www.quintadospenedinhos.com.
Os melhores cães para a caça à perdiz – Saiba mais
Caça à perdiz com cães
Uma das raças de cães mais indicada para a caça à perdiz é o pointer. Sendo um caçador por excelência, o pointer é um dos cães preferidos dos caçadores. Especialmente dotado, em termos venatórios, para a caça em terrenos planos, este cão é bastante utilizado em Portugal para a caça à perdiz.
Os principais cães para caça à perdiz
O Epagneul Breton é outro dos cães de caça tipicamente talhado para a caça às perdizes. Equilibrado, alegre, vigoroso e inteligente, este cão de caça é ainda bastante utilizado na caça à galinhola, lebre e, se for iniciado em jovem, também ao coelho bravo, dado tratar-se de um cão bastante polivalente e resistente ao frio e à fadiga, conseguindo ainda caçar a altas temperaturas, como as que se fazem sentir no sul do país nos meses de Setembro e até mesmo em Outubro. Outro excelente cão para a caça às perdizes é o setter inglês, um excelente auxiliar também para a caça às galinholas, patos e codornizes. Excelente nadador, consegue fazer perseguições silenciosas e passar despercebido, sendo um dos cães de parar mais eficientes. Com uma enorme velocidade e resistência, o setter inglês alia a velocidade e a resistência a um olfacto extremamente apurado.
O cão de caça por excelência: conheça o perdigueiro
Não poderíamos deixar de referir um dos cães de caça mais conhecidos: o perdigueiro. Ideal para a caça à perdiz em todo o tipo de terrenos, o perdigueiro é dotado de um peito largo e pés de gato, medindo entre 50 a 60 centímetros de altura. Com uma enorme resistência, submisso e sofredor, o perdigueiro mantém uma ligação contínua com o caçador através do olhar, e não se afasta além do alcance de tiro. Como característica única, o perdigueiro caça para o caçador e não para si próprio, ao contrário da grande maioria dos outros cães de parar. Com efeito, a maioria dos outros cães de caça tem de ser ensinada. Na Quinta dos Penedinhos, encontra os melhores exemplares de perdizes para a sua caçada. Não precisa de procurar mais.


